Editorial mostra um quadro claro do que é esse desgoverno, diz leitora

'A queda' tratou do pedido de demissão de mais um ministro da Saúde, em menos de um mês e durante a pandemia

Mais um ministro
Parabéns pelo editorial "A queda". Um quadro claro do que é esse desgoverno de um alucinado que nos envergonha perante o mundo. Sem empatia, sem respeito, pisa no túmulo dos mortos e na dor das famílias enlutadas. A resposta dele é o cotidiano "e daí?".

Leny Manzatti Rodrigues (São Paulo, SP)

Ótimo editorial. Pena que não falou a palavra impeachment nenhuma vez nem assumiu a enorme responsabilidade que o jornal tem na eleição desse sujeito completamente desqualificado para o cargo.

Ana Ferraz (Vitória, ES)

A linha do editorial está correta, mas creio que a Folha necessita ser mais incisiva no sentido de defender o impeachment, pois Bolsonaro não representa apenas uma ameaça às instituições democráticas, mas também de saúde pública e econômica. Em 500 dias de desgoverno, apenas procurou brigar com fantasmas imaginários e criou fake news. Este governo levará o Brasil ao precipício.

Alberto Yim Junior (São Paulo, SP)

Editorial mais que suspeito. A Folha demonstra a vontade de derrubar o governo Bolsonaro. Ridículo!

Mario Nelson Rodrigues de Castro (Fortaleza, CE)

Parabéns, Folha. Está na hora de todos os meios sérios de comunicação se posicionarem.

Fauzi Palis Junior (Ituiutaba, MG)

A demissão de mais um ministro da Saúde, no auge da crise, reforça o desequilíbrio do presidente, que não é médico para discutir as políticas de contenção. Desorientado, pouco se importando com os óbitos nem apresentando um plano compatível com a recuperação da economia, positivamente é um caso de interdição. O Planalto virou a própria casa de orates.

Lafayette Pondé Filho (Salvador, BA)


Coronavírus

As mortes por câncer, doença de Chagas, infarto, AVC, acidentes de automóveis etc. são previsíveis, mas não transmissíveis, porém a Covid-19 não é previsível, mas é transmissível. Portanto, milhares de pessoas contaminadas pelo coronavírus morreram sem doenças pré-existentes e poderiam ser salvas se todos os cuidados recomendados pela ciência fossem respeitados e devidamente providenciados.

Rosângela Barollo Sforcin (São Paulo, SP)

Em Havana, estudantes de medicina passam de casa em casa para checar pessoas com sintomas de Covid-19 - Alexandre Meneghini -12.mai.2020/Reuters

Reportagem sobre Cuba afirma no título os problemas que a ilha comunista enfrenta com queda no turismo ("Com país fechado e poucos casos do vírus, Cuba sofre com queda no turismo"). A matéria relata que a excelência da medicina cubana domou a pandemia e só permitiu uns poucos casos de contágio, com menos de cem mortes. Vai pra Cuba!

Eduardo Guimarães (São Paulo, SP)

*

Peço que a Folha não se esqueça de tantos outros profissionais que, como eu, cirurgião dentista de uma unidade de saúde da família, continuam na linha de frente no atendimento a população mais carente. O PSF (Programa Saúde da Família) é hoje a primeira porta de entrada do SUS, e o profissional de odontologia é considerado um dos profissionais de maior risco ocupacional para Covid-19, merecendo respeito e valorização tanto quanto fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos etc.

Ricardo Bertini Filho (Jaguariúna, SP)

A reportagem "Sob pandemia, Holanda permite que solteiros escolham (só) um 'amigo sexual'" foi uma das coisas mais bizarras que li na vida.

Flavio França (São Paulo, SP)


Bolsonaro

Até aqui as reações aos desmandos e avanços contra instituições foram replicadas com notas de repúdio. Atitudes brandas não atemorizam Bolsonaro. Ele necessita de respostas duras, à altura de seus desatinos. Vão esperar o quê? O país desgovernado, um pária aos olhos do mundo. A pobreza, o desemprego e a violência se avolumam. A economia e a epidemia devastadoras. As perdas irreparáveis.

Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG)

Há tempos, afirmei neste espaço que estava incomodado com o tratamento que a Folha e seus prepostos vinham dando ao presidente Jair Bolsonaro, com ofensas gratuitas sob termos por vezes chulos. Hoje percebi que pouco mudou. Sinto que o jornal está fazendo mal a mim, à minha família e ao meu país. Não há alternativa: cancelar minha assinatura de mais de 20 anos.

João Carlos Gonçalves Pereira (Lins, SP)

Em suas noites de insônia, o presidente Jair Bolsonaro não "conta carneirinhos". Conta cadáveres.

Fábio Henrique Cavalcante Gomes (Maceió, AL)

*

O alucinado, que de bobo não tem nada, já trabalha para sua absolvição antes mesmo de perpetrar o crime completo. Sugerindo guerra contra os governadores que insistirem na quarentena, já está trabalhando para um genocídio sem cobrança. Com a nova medida provisória, liquida a fatura em um golpe só ("Bolsonaro edita MP para proteger agentes públicos de responsabilização por atos na crise do coronavírus"). Se tiver mortos empilhados "e daí"? Afinal quem manda é ele!

Maria Cecilia Rios Furia (São Paulo, SP)


Enem

Com as escolas fechadas e sem recursos informáticos, muitos jovens não têm como estudar. Mesmo sabendo disso, o ministro da Educação quer manter a data do Enem. Grande inovação. Agora, o processo seletivo já começa antes da avaliação. E os mais pobres (como sempre) é que serão reprovados.

Sergio Aparecido Nardelli (São Paulo, SP)

O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Pedro Ladeira - 18.fev.20/Folhapress

Adiar o Enem é atrasar o sonho de milhões de estudantes ("Em razão da pandemia de Covid-19, o Enem deveria ser adiado já? Sim"). Por isso, é preciso rememorar que a educação brasileira é historicamente lamentável: o problema escolar nacional não tem origem no coronavírus. Não será proibindo Enem, vestibulares e deslegitimando a pertinência das novas TICs (tecnologias da informação e comunicação) no processo ensino-aprendizagem que vamos construir as soluções educacionais das quais carecemos.

Wellington Anselmo Martins (Bauru, SP)


Literatura

Não vejo a hora de comprar e receber o livro ("Tati Bernardi explora relação entre mãe e filha em seu novo romance"). Adoro a Tati, comento sobre ela com meus filhos e reproduzo seus artigos. Gosto mesmo, me faz sentir mais leve, mais autêntico, mais igual.

Orlando Gomes de Freitas (São Paulo, SP)

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