O país morrendo e o presidente pensando em 2022, diz leitor

Leitor diz que Bolsonaro, Moro e asseclas de ambos são farinha do mesmo saco

2022
O Brasil morrendo em todos os aspectos e esse senhor pensando em 2022 —e tem quem o apoie ("Bolsonaro vê Moro 'candidatíssimo' e teme enfrentar seu ex-ministro em 2022", Poder, 6/5). Deus tenha misericórdia de nós.
Missias dos Reis da Silva (São Paulo, SP)

O atual inepto, o desempregado e os asseclas dos dois lados são todos farinha do mesmo saco: uma grande infestação corroendo o nosso país.
Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

Dois homens em conflito. O Brasil só ficará em paz quando eleger um candidato que navegue tanto na direita quanto na esquerda. A doença bolsonariana precisa acabar.
Marcos Vinicius Silva (Barra Mansa, RJ)

É lamentável que Jair Bolsonaro, que faz um mandato tão ruim, já esteja pensando em um segundo governo, engessando suas ações atuais. Todos para ele são potenciais adversários, tamanha a sua própria insegurança. E sabemos o porquê disso: Bolsonaro sabe que sua gestão é uma das piores e mais instáveis exatamente pela sua inaptidão para o cargo.
Lilian da Rocha Cavalcanti (São Paulo, SP)


Incomodado
Bolsonaro segurando a Folha e vociferando —sem máscara— contra a imprensa ("Calem a boca, diz Bolsonaro a repórteres", 5/5). Cena extremamente emblemática. Conhecereis a verdade e a verdade vos incomodará. Continue incomodando, Folha!
José Roberto Machado (São Paulo, SP)


Folha, não cale a boca, porque quem cala consente! E a imprensa brasileira nunca foi covarde —coisa que os tiranos gostariam que fosse.
Humberto Mendes (São Paulo, SP)

Quando alguém manda o outro se calar é porque tem medo da pergunta que pode ser feita. Onde há fumaça há fogo! Folha, por favor, não se cale. Você é a minha voz no meio dessa tragédia atual.
Nathalia Molon Moraes Dias (São Bernardo do Campo, SP)

Bolsonaro com manchete da Folha - Ueslei Marcelino/Reuters


Se o senhor presidente da República quer uma imprensa dócil, basta mudar para Cuba. Lá a imprensa não ousa questionar o poder.
Vanderlei Vazelesk, professor de história da América Latina da Unirio (Rio de Janeiro, RJ)


Depoimento
A divulgação do depoimento do ex-ministro Sergio Moro em Curitiba (PR) leva o presidente Jair Bolsonaro a se manifestar de forma agressiva. Mas ele insiste no ataque à imprensa, mostrando mais uma vez o seu estilo autoritário e antidemocrático. O cargo mais importante da República está sendo ocupado por uma pessoa que ainda não entendeu como deve se posicionar e que tem de governar levando em consideração o interesse coletivo, não o familiar.
Uriel Villas Boas (Santos, SP)

Nessa briga entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro, eu, sinceramente, fico do lado da briga.
Murilo Nahas Batista (Penápolis, SP)


Impeachment
Por um Fiat Elba e por supostas pedaladas não confirmadas, Fernando Collor e Dilma Rousseff foram depostos. O que falta ao Congresso e ao senhor Rodrigo Maia para pautarem e abrirem um processo de impeachment? O desrespeito, as irresponsabilidades e os crimes do presidente já foram todos expostos nos blogs independentes, nas TVs e nos jornais.
José Alexandre Coelho Silva (Mogi Mirim, SP)

Venho expressar minha total concordância com o artigo "Impeachment já para o genocida" ("Tendências / Debates", 5/5). Não aguento mais este desgoverno, cujo presidente já extrapolou todo o ordenamento jurídico, tanto na esfera constitucional como na penal. Portanto, impeachment já! E parabéns ao professor Herch Moysés Nussenzveig pelo texto.
João Dias de Araújo Filho (São Paulo, SP)


Reacionária nunca
Artistas estão ligados, com raríssimos exemplos negativos, à consciência, à reflexão. A Arte não precisa ser engajada, pode mesmo ser lúdica, mas, com A maiúsculo, nunca deve ser reacionária. Posicionamentos como os de Regina Duarte, ao aderir a um dos maiores exemplos obscurantistas que o país produziu em todos os tempos, não coadunam com a posição do artista. A namoradinha do Brasil está flertando com o fascismo.
Rodolpho Motta Lima (Rio de Janeiro, RJ)


Gregorio Duvivier
Muito criativo, engraçado e espirituoso o artigo "Força, guerreiro" (Ilustrada, 6/5). E, sobretudo, preocupante. Por ser 100% verdadeiro. Estamos fritos!
Oswaldo Schmitt (Curitiba, PR)

Sim, um oligofrênico que nunca aprendeu a conviver em sociedade.
Ana Durce Oliveira da Paixão (Brasília, DF)


Nem acredito que estou concordando com o Gregorio Duvivier. A que ponto chegamos.
Alexandre Saudate (São José dos Campos, SP)


Isolamento
Suécia, 23.910 mortes; Dinamarca, 506; Noruega, 216. Projeção de queda do PIB: 6,8% para todos esses três países. Terão "valido a pena" as mortes na Suécia para manter a economia funcionando? Parece que não.
Felicio Almiro Lima Rodrigues (Porto Alegre, RS)

Em respeito aos que morreram e aos trabalham em atividades essenciais e não podem fazer quarentena: 1) fila única para as UTIs; 2) quem violar o isolamento tem o CPF registrado; 3) quem tiver o CPF registrado por violação ao isolamento vai para o fim da fila de UTIs.
Maria da Graça Pimentel (São Carlos, SP)


Música no SUS
Nunca pensei que agora, aos 68 anos de idade, leria o ex-ministro Delfim Neto escrever algo que é contra os seus credos liberais. Em "Miopia orçamentária" (Opinião, 6/5), o articulista defende o SUS e critica as políticas que foram conduzidas pelos sucessivos governos deste país e que deixaram que o sistema fosse sucateado. Para quem sempre militou nas trincheiras do SUS, tal manifestação soa como música. Que o SUS seja valorizado sempre, não apenas em tempos de pandemia.
José Elias Aiex Neto, médico, ex-presidente da Associação Médica do Paraná (Foz do Iguaçu, PR)

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