Leitor critica corte de verba do Bolsa Família

Leitores comentam atos pró-democracia

Bolsa Família
"Governo tira dinheiro do Bolsa Família no Nordeste para bancar publicidade oficial" (Poder, 4/6). Foi exatamente para isso que Jair Bolsonaro foi eleito. Basta perguntar aos ricos empresários. Ou alguém acha que tem algum beneficiário do Bolsa Família comendo no Madero? Como já disse o ministro Paulo Guedes, estava na hora de acabar com essa farra de pobre ficar viajando.
Dirceu Alves da Mota (Natal, RN)

Grupos antifascistas
O Brasil, a partir da chegada do bolsonarismo, entrou numa espiral de desilusão, ódio e caos. Com exceção de uma minoria de adoradores cegos, a ampla maioria do povo brasileiro já percebeu como está sendo rápida a decadência deste país, em todos os sentidos. O mundo já nos enxerga com total desprezo ("Bolsonaro chama de marginais e terroristas integrantes dos chamados grupos antifascistas", Poder, 3/6).
Isabele Haruna Ono Zamaro (Joinville, SC)

Bolsonaro já encheu. Já atormentou o país mais do que seria suportável. Perdeu todas as condições de permanecer no governo. Que vá embora e deixe no lugar o seu vice, que ao menos deve ter o mínimo de juízo de que o país necessita agora. Bolsonaro só serve para provocar tensão e piorar o que já não estava bom.
Marisa Coan (São Caetano do Sul, SP)

O presidente Bolsonaro foi eleito pelo voto popular. A economia neste país é de mercado, as instituições são livres, imprensa e mídias operam sem censura, direitos individuais são respeitados, e o Estado não é policialesco. Fascistas, nazistas e comunistas são os métodos utilizados pelos criminosos transvestidos de manifestantes.
Gabriela Alaniz Ferreira (Curitiba, PR)

Os grupos que apoiam Bolsonaro é que são marginais, pois são minoria e agem como terroristas. Ligados a movimentos nazistas, usam práticas violentas e não suportam a democracia. Espero que o presidente Jair Bolsonaro seja responsabilizado pelos milhares de brasileiros que morrerão durante esta pandemia. Genocida é pouco para qualificá-lo.
Beatriz R. Alvares (Campinas, SP)

É interessante a "sutileza" desta Folha. Ela nomina essas manifestações ditas antifascistas como se fossem uma realidade incontestável. Destruição de bens e propriedades alheias, muitas vezes comprometendo a única fonte de renda de uma família, como as bancas de jornais, não tem nada de antifascista. Está mais para a noite dos cristais da Alemanha nazista.
André Sendacz (São Paulo, SP)

Agora, para intimidar adversários, Jair Bolsonaro pretende distribuir armas para os seus seguidores, como já o fizeram Mussolini, Hitler e Hugo Chávez. Já se permite um acampamento armado perto da Praça dos Três Poderes, mas se consideram terrorismo protestos pela democracia. Na explosão verborrágica, o presidente se refere à indústria de fake news organizada por sua família como "minha mídia social, ela me trouxe à Presidência, e sem ela não estaria aqui". Confessa, assim, que sua eleição foi ilegal. O caso não é de impeachment, mas de impugnação de chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral devido a irregularidades.
Victor Medeiros (Rio de Janeiro, RJ)


Procon
Perfeito! O povo brasileiro está começando a ter consciência política! Maravilha ("Procon notifica rede Smart Fit por dificultar cancelamento de matrículas", Mercado, 4/6)!
Vera Lúcia Daloia Vieira (São Paulo/SP)

Suspendeu as mensalidades, mas continua cobrando anuidade. E não permite o cancelamento, mesmo que se pague a anuidade contratual proporcional.
João Francisco dos Santos (Sorocaba, SP)


Flávia Boggio
Sim, Flávia Boggio. Seu texto não teve a menor graça. Por isso mesmo é tão necessário ("O que Tim Maia diria", Ilustrada, 4/6).
Sérgio Sambi Colotto (São Paulo, SP)

Excelente o artigo de Flávia Boggio. Somos um povo incoerente, indisciplinado e outros "ins". Reclamamos de tudo, mas pouco fazemos para modificar os nossos contraditórios comportamentos. Elegemos mal e depois reclamamos dos eleitos em vez de fazermos autocrítica. Vivemos uma sequência desastrosa, com Lula, Dilma e, agora, Bolsonaro. Tornamo-nos ridículos para outros povos. A articulista mantém atual o dito do romano Petronius Arbiter: "ridendo castigat mores". É rindo que se castigam os costumes. Parabéns, Flávia, inclusive por manter o bom humor em uma época nada alegre.
Rubens Miranda de Carvalho (Santos, SP)

5 de junho

O Dia do Meio Ambiente nos faz refletir sobre que planeta que estamos deixando para as próximas gerações. Ou ainda não nos demos conta do tamanho da crise ecológica que as novas gerações herdarão pela irresponsabilidade com que tratamos o ambiente? E é justamente o lucro dos ricos que cria um modelo de consumo que todos perseguimos, agredindo e sugando o sangue da Terra.

José Ribamar Pinheiro Filho (Brasília, DF)


Racismo
No Brasil, sempre, sem exceção, quando foram feitos protestos contra uma injustiça, o argumento para nada fazer, tanto da Justiça como dos políticos, com a imprensa endossando, é que nada se deve ser feito num momento de comoção social. Então o assunto sai da mídia, todo mundo volta para o seu lugar e tudo cai assim no esquecimento.
Franz Josef Hildinger (Praia Grande, SP)

Maria Alice Vergueiro
Maria Alice foi professora de arte teatral do Colégio de Aplicação. Os que lá estavam convivemos com ela em 1966/67 de forma intensa e apaixonante, quando o Brasil começava a longa jornada dos generais. Por sua insistência, criou-se ali o grupo Meta (Movimento Estudantil Teatro Aplicação), e por meio dela conhecemos Chico de Assis, primeiro diretor do grupo. Grande mestre, amiga e inspiradora.
Maurice Politi (São Paulo, SP)

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