Mário Frias com Sérgio Camargo é a junção do muito ruim com o pior ainda, diz leitor

Leitores comentam novas clunistas da Folha

Incompatível
"Número 2 de Mário Frias diz que presidente da Fundação Palmares faz 'trabalho brilhante'" (Mônica Bergamo, 22/6). Alguém, no futuro, poderá ser responsabilizado por manter um servidor público, pago com dinheiro de impostos, em uma função para a qual é incompatível. Se não reconhece e não respeita a cultura preta, como poder permanecer lotado numa instituição que foi criada para a valorização da cultura preta?
Luiz Gonçalves dos Santos (Guaratinguetá, SP)

O secretário Especial da Cultura, Mário Frias, e o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo
O secretário Especial da Cultura, Mário Frias, e o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo - Reprodução Twitter Sério Camargo

Encontro histórico: o muito ruim com o pior ainda. Só faltou o pior de todos, que criou o ministério dos ineptos.
Renato Botelho (Niterói, RJ)

Trabalho brilhante? Desde quando se precisa de competência para destruir a história? Qualquer um com uma marreta faz isso facinho.
João de Sousa Brito (Recife, PE)


Moro
"Advogados se unem para dificultar carreira de Moro fora do governo Bolsonaro" (Poder, 22/6). Deixem o Moro pegar a carteirinha da OAB, galera. Ele quer abrir um escritório de advocacia com especialidade em direito financeiro e lavagem de dinheiro, que é o ambiente em que ele se especializou. Ninguém vai vê-lo defendendo réu em audiência, relaxem.
Alef Alves Ferreira (São Paulo, SP)

Sergio Moro deve pagar por tudo o que fez com o Brasil e os brasileiros, pois buscou benefícios para si e para seu grupo, e não se importou com ninguém —famílias, empresas, direito de defesa. Acredito que esse senhor ainda irá pagar por tudo o que fez com o Brasil.
Itaúna Celani (Manaus, AM)

Se fizerem uma pesquisa entre esse grupo de cem advogados de um lado e o Moro do outro, ganha o Moro, disparado. Foi o juiz que investiu pesado na luta contra a corrupção, que é a razão de ser desses escritórios cheios de famosos, sempre prontos a cobrar os tubos (com dinheiro roubado dos brasileiros) para defender criminosos. Lamentavelmente, a Lava Jato acabou, enterrada pelo sistema. Como, aliás, aconteceu na Itália, com a Operação Mãos Limpas. O negócio dessa turma é "mãos sujas".
Carlos Manoel Caiafa (Belo Horizonte, MG)


Monaliza e o jegue

Monaliza Oliveira em seu jegue para entregar kits de proteção contra a Covid-19 - Monaliza Oliveira/arquivo pessoal

Parabéns à enfermeira ("Na Bahia, enfermeira usa jegue para entregar kits na pandemia", Cotidiano, 22/6). E não só para ela. Eu, como agente de saúde, sei da dificuldade que todos os profissionais de saúde estamos enfrentando. Técnicos de enfermagem, agentes de saúde, agentes da dengue, atendentes de farmácia, secretários de Saúde, motoristas... Todos os que trabalhamos na linha de frente do SUS estamos lutando contra algo que ainda gera mais perguntas do que respostas. Mas medo não temos e levaremos sempre a saúde e o bem-estar às pessoas a que assistimos. A todos os profissionais, os que trabalham aqui comigo e aos que estão nos recantos mais escondidos e esquecidos deste Brasil, o meu abraço.
William da Silva Martins (Santos Dumont, MG)


Wassef
Com cinismo próprio de psicopatas, o advogado —eu disse advogado— do presidente da República fez deste refém. Depois de Bebiannos e Marinhos, Bolsonaro talvez tenha finalmente encontrado o seu PC Farias. Espero que tudo isso termine de modo menos trágico.
Marcelo Silva Souza (São Vicente, SP)


Gagueira
Elio Gaspari, na última nota da sua coluna deste domingo (21/6), faz um infeliz e preconceituoso comentário sobre George 6º e sua gagueira. Deveria retratar-se. Gagos podem, sim, mobilizar nações em épocas de guerra, como fez o monarca britânico.
Frederico Dimas Paiva (Uberaba, MG)

Primeira página da Folha da Manhã, publicada no dia 7 de fevereiro de 1952, sobre a morte do rei britânico George  6º
Primeira página da Folha da Manhã de 7 de fevereiro de 1952 noticia a morte do rei britânico George 6º - Reprodução

Novas colunistas
"Catarina Rochamonte e Gabriela Prioli estreiam como colunistas da Folha" (Poder, 22/6). Ótimas escolhas. Vejo a Folha dar mais espaço para colunistas mulheres, o que é muito bom. Tivemos recentemente espaços dados a Cláudia Tajes, Flávia Boggio, Djamila Ribeiro e Tabata Amaral. Agora dois novos excelentes reforços. Que tenhamos o debate mais enriquecido e plural.
Gabriel Floriano Costa (Campinas, SP)

Folha de S.Paulo, grande jornal. Inovando com personalidades intelectuais em suas respectivas áreas de atuação. Novas ideias e conteúdo que, se não do agrado de alguns, é para outros de grande importância para enriquecer o conhecimento. Que venham as duas!
José Ferreira da Silva (Mogi das Cruzes, SP)

Excelente a análise da nova colunista ("Pandemia solta, Queiroz preso e corda esticada", Opinião 22/6). Triste estarmos vivendo isso. Mas a ratoeira já está armada para Bolsonaro, seus filhotes e similares. Seja bem-vinda, Catarina!
Carlos Becker (Curitiba, PR)


Saneamento
Em relação ao editorial "Hora do saneamento" (Opinião, 22/6), penso que o projeto de lei em tramitação no Senado não será o "remédio" que trará a universalização dos serviços de água e esgoto, pois vai desestruturar o setor, eliminar subsídios cruzados, ampliar a exclusão social da população nas periferias das grandes cidades e nos pequenos municípios, reduzir a autonomia municipal e provocar profunda insegurança jurídica, que jogará o saneamento para a estagnação. Será um verdadeiro desastre. Um remédio que vai matar o doente.
Amauri Pollachi, conselheiro de orientação do Ondas - Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (São Paulo, SP)


Desrespeito
Estranhei no Quadrão desta segunda (Ilustrada, 22/6), assinado por Ricardo Coimbra, o palavrão no último quadrinho. Senti-me ofendido. Jamais esperava uma publicação dessas em um jornal pelo qual tenho um grande respeito e conceito.
Padre Armenio Rodrigues Nogueira (São Paulo, SP)

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