Leitores comentam prisão domiciliar de Queiroz

Artigo de Hélio Schwartsman é tema de comentários

Queiroz
"Presidente do STJ decide transferir Queiroz para prisão domiciliar" (Poder, 9/7). Márcia Aguiar, mulher de Queiroz, é foragida e ganha a "punição" de prisão domiciliar?
Rogério de Rezende Gonzalez (Gurupi, TO)


Avisamos em 2018 que a milícia tomaria conta do Brasil. Começou pela PM e pela Polícia Civil e rapidamente espalhou seus tentáculos pelo Congresso, entre os militares, pela Polícia Federal e agora no Judiciário. Agora só faltam dois ou três ministros terrivelmente evangélicos e milicianos no Supremo.
José Roberto Pereira (Curitiba, PR)

Vai começar o prende e solta. Ou será que foi tirado da prisão para morrer?
Marcelo Rod (Guarujá, SP)

Como assim? Queiroz e Márcia livres, leves e soltinhos em casa? Márcia, foragida, já sabe que poderá ficar em casa? Meu Deus, que presidente do STJ é esse? Alguém já falou, e com razão, que no Brasil todos são iguais perante a lei, mas uns são mais iguais que outros. Quantos presos de grupos de risco, com crimes bem mais leves que os de Queiroz, não foram para prisão domiciliar? Vergonha! Esse senhor está querendo uma vaga STF.
Bianca Moreira (Brasília, DF)

Não dá para entender por que uma pessoa foragida da Justiça, com mandado de prisão em aberto, recebe o benefício da prisão domiciliar.
José William (Fortaleza, CE)


Folha-Público
"Folha lança parceria de assinaturas com jornal português Público" (Poder, 8/7). Como brasileiro, ex-colunista da Folha, agora residente em Portugal e assinante do Público, parabenizo-os pela ponte erguida entre os dois lados do Atlântico. Espero que essa parceria prospere e nos conceda bons frutos.
Lira Neto, jornalista (Porto, Portugal)

Grande parceria! Dois excelentes jornais!
Jaime Magalhães Machado (São Paulo, SP)


Democracia em risco
"Relatório do Congresso dos EUA vê risco à democracia e ao ambiente sob Bolsonaro" (Mundo, 9/7). Um documento que deve ser lido por, digamos, uns 5% dos congressistas ! Nas relações internacionais, o que conta são principalmente os interesses econômicos. O resto é conversa fiada.
Ostílio dos Santos (São Paulo, SP)


#Use Amarelo pela Democracia

Cher, sempre alerta, na cozinha esperando o rango - Alberto Villas


Com o cenário amarelo da cozinha, Cher, a vira-lata mais elegante do pedaço, espera atenta a hora do seu almoço.
Alberto Villas (São Paulo, SP)


Vidas pregressas
Basta Jair Bolsonaro indicar alguém para ser ministro que a imprensa investiga a vida pregressa inteirinha dessa pessoa. Sugiro ao presidente que indique então Adélio Bispo de Oliveira para qualquer ministério e que aguarde o resultado. A investigação é gratuita, não trará nenhum custo para o governo.
Arcangelo Sforcin Filho (São Paulo, SP)


Covid
Crimes. Mortes. Genocídio. A subnotificação da Covid-19 é intencional e criminosa ("Brasil registra 1.199 mortes pela Covid-19 e passa os 69 mil óbitos, aponta consórcio de imprensa", Saúde, 9/7). Enquanto isso, a corrupção correndo solta em Brasília. Bolsonaro é a crise. Sua atuação está retardando a retomada da economia. Quando os empresários perceberem isso, Bolsonaro cai. Precisamos retomar as cores da democracia e de nossos símbolos, que foram sequestrados pelos fascistas. Frente ampla já. Impeachment já.
Nilson Alves dos Santos (Brasília, DF)


"Após morte de presidente negacionista no Burundi, sucessor declara Covid-19 como 'pior inimigo'" (Mundo, 9/7). Para muitos, Covid19 + Cloroquina = parada cardíaca.
Maria da Graça Pimentel (São Carlos, SP)


Bolsonaro infectado
Empresários manifestaram seu desapontamento com Hélio Schwartsman por causa do artigo sobre a saúde do presidente ("Painel do Leitor", 9/7). Fariam bem se agora também manifestassem suas preocupações com as consequências sobre as vidas dos povos indígenas e quilombolas em razão do veto presidencial à lei que trata de medidas de proteção social para prevenção e disseminação da Covid-19 naquele meio. Melhor ainda se tentassem demover Bolsonaro de continuar com a necropolítica que vem praticando desde o início de seu governo.
Dorivaldo Salles de Oliveira (São Paulo, SP)

Desde quando o mero ato de torcer pela morte de alguém se transformou em crime contra a segurança nacional ("Ministro da Justiça requisita inquérito da PF para investigar artigo de colunista da Folha", Poder, 7/7)?
Jefferson C. Vieira (São Paulo, SP)
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Compreendo a fúria do colunista da Folha Hélio Schwartsman quando abraça a ética consequencialista --segundo a qual as ações são valoradas pelos resultados que produzem. Até mesmo a ética cristã poderia admitir uma atitude semelhante se fosse seguir em espírito seu mestre, que disse que "melhor seria a um homem amarrar uma corda no pescoço e se afogar no mar do que vir a abusar de uma criança ". No caso em questão, o abuso é flagrante e atinge uma população inteira.
Pedro Ricardo Portugal Fraga (Belo Horizonte, MG)

Desejar a morte de alguém, mas não tomar nenhuma atitude concreta para que isso ocorra, como fez o colunista da Folha Hélio Schwartsman, pode não ser virtuoso, mas não é crime. Mas menos virtuosa ainda é a cessão de espaço por este jornal para a hipocrisia do senhor secretário Fábio Wajngarten ("O ódio e a liberdade de expressão", Tendências / Debates, 8/7). De modo estapafúrdio, equiparou o artigo do colunista ao ato de Adélio Bispo e, em conveniente lampejo de sensibilidade, evocou a "razoabilidade e respeito às instituições" e os "limites definidos pela ética e moral" para defender o presidente Jair Bolsonaro, aquele que tem como marca registrada justamente o desprezo a tais princípios.
Alceu de Andrade Martins (Carlópolis, PR)

Não é "hilariante" o publicitário bolsonarista falar em seu artigo em "limite à liberdade de expressão" justamente em defesa do ser que exalta assassinos e torturadores? E tenho uma dúvida: quando Jair Bolsonaro pregou "fuzilar a petralhada", o que disse o tal secretário de Comunicações Fábio Wajngarten?
Eduardo Guimarães (São Paulo, SP)

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