Descrição de chapéu datafolha stf

Para leitor, ação do STF sobre vacina amplia polarização entre civis

Fritura do ministro Luiz Eduardo Ramos também é alvo de comentários dos leitores

Vacina
A população, ávida, espera pela chegada de uma vacina eficaz que possa trazer, na medida do possível, a normalidade adaptada a toda população (“Fux diz ser necessário que o Judiciário decida sobre vacinação contra Covid”, Saúde, 24/10). Nesse viés, esses excessos tomados entre os Poderes produzem impacto no que deveria ser de responsabilidade da saúde e ter respaldo em critérios técnicos dos órgãos farmacêuticos. Consequentemente, as polarizações no meio civil aumentam, e, além da angústia do momento vivenciado, a mesma população tem de lidar com fatos como esse.
Matheus Veloso (Santo André, SP)

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Como vem acontecendo ultimamente, quem manda no país é, na verdade, o Judiciário. O presidente virou a rainha da Inglaterra.
Antonio Pinto de Barros (São Paulo, SP)

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O Judiciário já tomou a decisão no início da pandemia, quando disse que os estados têm competência para adotar medidas para a proteção da saúde. Seria só o caso de reafirmar o entendimento.
João Vítor Matiola (Rio do Sul, SC)

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Terá vacina para quem puder pagar por ela (“Anvisa autoriza importação de 6 milhões de doses da Coronavac”, Saúde, 24/10). Bolsonaro nega vacina aos pobres.
Jose Roberto Gomes Rocha (Aracaju, SE)


Boulos
Eu sempre ouvi falar que no jornalismo a história do cachorro que mordeu o homem é irrelevante, e a do homem que mordeu o cachorro é notícia (“Confrontado, Boulos corrige patrimônio após omitir conta bancária em declaração de bens”, Poder). Seguindo o mesmo raciocínio, esquecer que tinha R$ 579 no banco é irrelevante, e esconder mais de 50 vezes esse valor entre as nádegas é notícia.
Stella Marina Rodrigues (São Paulo, SP)

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Para Boulos e boa parte da esquerda deste país, pobreza é qualidade.
Heitor Vieira de Resende (Cachoeira Paulista, SP)

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Pelo valor, creio se tratar de esquecimento, e não omissão, como quer fazer crer o jornal.
Marco Aurélio Mello (Palmas, TO)

Vivaleite
Todo programa de assistência social deveria ser provisório e vir acompanhado de alguma iniciativa
para tirar as pessoas desse estado de necessidade (“Doria recua e desiste de cortar recursos da distribuição de leite para crianças carentes em 2021", Painel, 24/10). Uma hora, a responsabilidade por criar as crianças tem de voltar aos pais. Construiu-se uma mentalidade de que o Estado é responsável por obrigações pessoais. Desconstruir essa mentalidade vai ser muito difícil. Agora, desperdiçar mais de R$ 150 milhões em “propagandas institucionais”, na era da comunicação instantânea, é um absurdo!
Pedro Cardoso da Costa (São Paulo, SP)


Liberdade de imprensa
Pessoal relativiza a liberdade de expressão. Quando ela não convém, correm para o Judiciário (“Folha obtém vitória em ação de Eduardo Bolsonaro sobre reportagem de patrimônio da família”, Poder, 24/10).
Flávio Guilherme (Curitiba, PR)

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Declarações de bens de políticos são por lei, públicas. A Folha e o UOL apenas ampliaram essa publicidade. A pergunta pertinente é: pra quê? Informar o já informado ou inocular em seus leitores a aparência de malfeitos?
Plinio Góes Filho (Maceió, AL)

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Por isso, também, sou assinante da Folha de S.Paulo.
Roque Alves (São Paulo, SP)


A fritura de Ramos
O Brasil se resume na sala de estar da família Bolsonaro (“Com apoio de filhos do presidente, núcleo ideológico pressiona Bolsonaro a trocar Ramos”, Poder, 24/10). Em 2022, precisamos resolver isso, ou...
Elio da Rocha Cavalcante (Santana de Parnaíba, SP)

O presidente Jair Bolsonaro, ao lado dos ministros Braga Neto (Casa Civil), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), participa de cerimônia de apresentação e batismo do novo caça F-39 Gripen, na Base Aérea de Brasília
O presidente Jair Bolsonaro, ao lado dos ministros Braga Neto (Casa Civil), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), participa de cerimônia de apresentação e batismo do novo caça F-39 Gripen, na Base Aérea de Brasília - Pedro Ladeira/Folhapress

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Não sei se o general Luiz Eduardo Ramos está desempenhando bem ou mal a função de servidor público, mas só o fato de os pitbulls estarem querendo a saída dele já é um bom motivo para que fique.
Ricardo Antonio Ramos Roberto (Penápolis, SP)

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No aguardo de mais um capítulo da novela. Trabalhar pelo bem do Brasil que é bom, nada. Governo desleal a seus ministros e aos brasileiros. Olavo de Carvalho manda no Brasil, através de Bolsonaro e seus filhos.
Bianca Moreira (Brasília, DF)

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Se o fato ocorresse no ambiente da caserna, a contraordem pública em tom autoritário recebida pelo general do seu comandante em chefe poderia no máximo depor contra o caráter de quem a deu. Já no ambiente da alta administração pública onde se deu, a atitude de subserviência do servidor só demonstrou sua pusilanimidade.
Luís Roberto Nunes Ferreira (Santos, SP)


Lula
Lá vem a Vaza Jato de novo, em plena eleição, querer aparecer com a mesma tática de sempre (“Acusado de lavagem de dinheiro, Lula vira réu pela quarta vez na Lava Jato”, Poder, 24/10). Será uma tentativa de reaproximação com o bolsonarismo, que diz ter acabado com eles?
Ismael de Carvalho (São Paulo, SP)

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A tática da defesa será, como tem sido, polemizar ao máximo, para obter o apoio da parcela mais ingênua da população e dos oportunistas habituais, buscando empurrar os julgamentos para a frente, adiando as condenações de modo a permitir que ele consiga concorrer em 2022 e, se eleito, cancelar todos os processos. Passara à história da nação como mais um corrupto que enriqueceu sem ser punido.
Caubi Maciel da Nóbrega (Gravataí, RS)


Perspectiva
A saída dos grandes centros é inevitável, com ou sem pandemia (“Metade dos moradores de SP e Rio deixaria as cidades se pudesse, aponta Datafolha”, Poder). Sou carioca e afirmo que a vida em determinados bairros por aqui é insuportável. O Rio é muito bom para passear e há controvérsia.
Huimberto Gonã Alves Maciel (Rio de Janeiro, RJ)

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Olhando para Rio e São Paulo, vê-se o Brasil do futuro. Então é absolutamente compreensível que se deseje uma nova possibilidade.
José Francisco (Brasília, DF)

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