Descrição de chapéu senado

Leitores comentam resultados de eleições

Caso Carol Solberg é tema de comentários

Eleições
"Bolsonaro vê aliados naufragarem, filho com menos votos e Wal do Açaí não eleita" (Poder, 16/11). Bem feito! Só não entendi a reeleição de Carlos Bolsonaro para a Câmara do Rio. Ele agora mora em Brasília, e aqui não tem eleição para vereador.
Bianca Moreira (Brasília, DF)

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Charge de Montanaro publicada em 16/11/2020 - Folhapress


Catarina Rochamonte (Opinião, 16/11) fez uma descrição impecável de duas figuras políticas do nosso universo, Ciro Gomes e Bolsonaro. Aí pensei de que armas dispomos para não nos submetermos aos mandos e desmandos dessa classe cheia de regalias, o que torna a luta desigual e inglória. A nós resta a urna eletrônica! Mas confesso que ando desanimado.
Márcos Fortunato de Barros (Americana, SP)

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Surpreendente Guilherme Boulos ter ido ao segundo turno. Corremos um sério risco de ele ser prefeito de uma das maiores cidades do mundo. Eis que, certamente, em sendo eleito, seus correligionários começarão a invadir prédios públicos?
Paulo Soares Sena, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Calçados de São Paulo (São Paulo, SP)

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Dá um alívio danado ver candidatos como Wilson Witzel, Celso Russomanno, Joice Hasselman e muitos outros filhotes do Bolsonaro voltando para o local de onde nunca deveriam ter saído. Que Boulos vença e se revele o estadista de que o Brasil tanto precisa. E que o PSOL seja extremamente combativo na defesa dos interesses do povo.
Marcelo Silva (São Paulo, SP)

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Então já não seria o momento propício para a Câmara receber os pedidos de impeachment? Já passou a eleição, Bolsonaro e os bolsominions estão em baixa, o senhor Rodrigo Maia e o centrão não têm nada mais a temer...
Luiz Roberto Curia König (Curitiba, PR)

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"Apoio do PT a Boulos vira arma de tucanos no segundo turno em SP" (Poder, 16/11). Se o apoio do PT ao PSOL pode ser aproveitado pelo PSDB, o oportunista apoio do oportunista João Doria, que foi posar ao lado de Covas assim que as eleições foram encerradas, também poderá ser explorado por Boulos.
Aurélio Guerreiro (São Paulo, SP)

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Um jornal pode ter uma posição política, mas não acho saudável para a democracia uma primeira página como a de domingo, mostrando larga vantagem de um candidato em detrimento dos outros, que estariam, segundo a Folha, apenas disputando o segundo lugar. Não se pode negar que esse tipo de informação influencia o eleitorado, principalmente aquela parcela que não vota em quem, em tese, vai perder.
Jefferson C. Vieira (São Paulo, SP)

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Eis a primeira página da Folha desta segunda-feira (16/11), com fotos dos dois candidatos à Prefeitura de São Paulo. A primeira mostra um candidato nervoso, fazendo uma espécie de "continência"; a segunda, enquadra um candidato sorridente, posando "vitória". Não seria mais transparente a Folha declarar seu posicionamento?
Márcio Camargo Ferreira da Silva (São Paulo, SP)

Bruno Covas no diretório do PSDB - Eduardo Knapp/Folhapress

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Guilherme Boulos em Campo Limpo - Danilo Verpa/Folhapress

A Folha já tem seu candidato para o segundo turno em São Paulo. Já no dia seguinte à eleição, deu grande espaço para Covas tornar bem clara a estratégia de colar em Boulos a definição de radical e desordeiro. Por que não dar o mesmo espaço a Boulos para que aponte os fracassos da atual administração e os fortes indícios de corrupção do vice de Covas?
Dagmar Zibas (São Paulo, SP)


Ataques ao TSE
"Investigação aponta operação coordenada em ataque ao TSE e postagens alegando fraude" (Poder, 16/11). Uma coisa é desacreditar a democracia; outra coisa é desacreditar a Justiça Eleitoral. Assim, como na eleição de 2018, quando ficou passiva com a inundação de fake news, só agiu depois e parece que não puniu ninguém, agora parece que essa instituição tomou bolas nas costas novamente. O sistema eleitoral tem que ter redundância, não basta checar só o que foi registrado na memória das urnas.
Armando Moura (São Paulo, SP)

O presidente do TSE, Luis Roberto Barroso - Pedro Ladeira/Folhapress


Os que querem desacreditar a democracia não desistem. Espalham fake news, questionam as urnas eletrônicas, invadem os computadores do TSE. Eles querem a volta da cédula de papel para facilitar a burla, o voto de cabresto. É a ignorância de mãos dadas com o atraso geral. A Justiça tem que localizar os criminosos e puni-los exemplarmente. São tempos sombrios!
Maria Fátima Veras Villanova (Fortaleza, CE)

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Não é esta eleição de agora que se quer deslegitimar, mas sim a de 2022. Bolsonaro está sendo bem claro: serei vitorioso caso não haja fraude e, mesmo se ganhar, direi que venci no primeiro turno. Até quando o Brasil irá suportar tantos crimes contra a democracia e a ordem jurídica? Não faltam tipificações penais a impedir tal desatino; o que falta é coragem cívica. Acreditem, o mito é de barro, não resiste a uma enxurrada.
Antonio Augusto Affonso Penna (Petrópolis, RJ)

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Carol Solberg
"Plenário do STJD absolve Carol Solberg por 'fora, Bolsonaro'" (Esporte, 16/11). Tentou-se impedir o mero exercício da cidadania, fundamento constitucional presente no artigo 1°. da Constituição vigente. Logo no primeiro artigo! Por que será que se pôs logo ali o termo nomeador de princípio fundamental?
Rafael Calegari (Porto Alegre, RS)

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O Banco do Brasil, que é o patrocinador da equipe, é do Brasil, não de Bolsonaro.
José Campos (São Paulo, SP)

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E ainda foi uma vitória apertada! Devia ter sido por unanimidade!
Marco Antonio Zanfra (Florianópolis, SC)

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