Vacina contra Covid ainda é tema muito comentado pelos leitores

Leitores elogiam e criticam artigo de Fernanda Torres

Sem palavras

um fuzil em preto e branco; ao fundo uma nuvem
Ilustração para a coluna da ombudsman de 1°/11 - Carvall

A ilustração de Carvall para a coluna da ombudsman deste domingo (1°) é digna de um prêmio. Talento e experiência estão ali mostrados com perfeição. Quase não é preciso ler o texto para entender perfeitamente seu conteúdo.
Milton Mattiazzo Medina (Carapicuíba, SP)


Nazismo
Daniela Reinehr (“Não compactuo com o nazismo”, Tendências / Debates, 1°/11) novamente foge da problemática. Há uma grande diferença entre “não concordar com a outra geração” e o negacionismo do Holocausto. E relativizar o fato, dizendo que é “preferível não tocar em determinados assuntos (da outra geração)...”, se torna uma declaração mais infeliz do que a primeira.
Matheus Rheda (São Paulo, SP)


Ambiente
Parabéns a João Paulo Capobianco pelo artigo “Salles e a retórica como cortina de fumaça” (Mercado, 1°/11). Estava aguardando aflita por um artigo contundente de uma pessoa com as suas credenciais para desmascarar as inverdades, os falsos argumentos e os descalabros escritos por esse senhor ministro destruidor do meio ambiente! Muito obrigada.
Maria José Alves da Rocha (Ribeirão Preto, SP)

Vacina
Existe uma contradição na argumentação do médico Paulo Porto de Melo com seu corolário “primum non nocere” no artigo “Não aceitemos o risco de prejudicar pessoas ‘em nome do bem comum’” (Tendências / Debates, 31/10). O preceito médico “em primeiro lugar não prejudique”, em nome do bem comum, como ele mesmo afirma, impõe que a não obrigatoriedade da vacinação pode ser, e é, uma forma de difusão da doença, afetando a todos.
Dejalci Eduardo Fontana Martins
(São Paulo, SP)

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Se estivéssemos escutado esse colega da Unifesp, hoje não restariam mais que meia dúzia de índios no parque do Xingu. A obrigatoriedade de vacinar vem sempre junto com educação, esclarecimento, meios de implementação e vontade de prevenir, e não com abstrações sobre falsos direitos individuais, divagações científicas e politizações ignorantes. No caso dos coronavírus, o tempo não é o senhor da razão —que o digam os que já se foram. Esperar o quê?
Luiz Philippe Westin Cabral de Vasconcellos, médico (São Paulo, SP)

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“Em áudio que viralizou, médico de Bolsonaro erra ao dizer que vacina contra Covid matou brasileiro” (Saúde, 1°/11). Espero que o Conselho Regional de Medicina tome medidas punitivas contra esse médico. É o mínimo que se espera de um conselho responsável e preocupado com a saúde pública.
Newton Penna (Rio de Janeiro, RJ)

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A ignorância dos que apoiam esse desgoverno tem largo espectro: vai da medicina, passa pelo gado miúdo, pelas altas patentes militares, ministros incendiários, ignorantes e boçais na educação, na saúde, nos direitos sociais; o Brasil está nocauteado.
Vera Queiroz (Rio de Janeiro, RJ)


Marta Suplicy
Concordo com Marta Suplicy sobre a desgraça que é Bolsonaro (“Pulsão de morte”, Tendências / Debates, 1°/11). E ela bem que poderia encabeçar um processo de impeachment com a mesma euforia com que votou contra Dilma. Saiu uma pessoa digna e a porta ficou aberta para a entrada desse presidente. E, pelo visto, vai até o fim do mandato, tendo em vista a covardia de quem (alô, Poder Legislativo!) poderia iniciar o bota-fora desse que está destruindo o país.
Rita Lopes (São Paulo, SP)

A então senadora Marta Suplicy, à época no MDB, durante reunião com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), em 2 de maio de 2018.
A então senadora Marta Suplicy, à época no MDB, durante reunião com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), em 2 de maio de 2018. - MDB Divulgação - 2.mai.2018


Se Marta Suplicy estiver certa em seu artigo ao dizer que as barbaridades cometidas por Bolsonaro “não são intencionais, mas uma força psíquica inconsciente”, urge afastá-lo do cargo por questão de sanidade mental, bastando para tanto um atestado médico.
Ademar G. Feiteiro (São Paulo, SP)


Sean Connery
O personagem machista e misógino de James Bond era a representação perfeita de uma época em que o imperialismo inglês e a exaltação da masculinidade tóxica e do uso de armas, além da superioridade racial do macho branco, eram a regra. Lamento a morte do ator, mas execro o personagem opressor.
Fiona Volpe (São Paulo, SP)

Fernanda Torres
Como me enriqueço lendo Fernanda (“Inverno”, Ilustrada, 1°/11). Neste mundo imperfeito, a reflexão se faz necessária. Articular o mundo dói. Não há interação entre povo e políticos no mundo. Estes só enxergam os seus interesses. Que bom que seu filho cursa filosofia, mas irá sofrer, pois o mundo da valorização das ideias, do raciocínio lógico, da razão da existência e do espírito crítico é hoje, como ela diz, o inverno do descontentamento.
Mariza Bacci Zago (Atibaia, SP)

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Ilustração de uma vacina, com a legenda "vacina da democracia", puxando uma alavanca. Esta alavanca abre um alçapão embaixo de Donald Trump que está caindo com os braços levantados
Ilustração para a coluna de Fernanda Torres publicada dia 1º de novembro de 2020 - Marta Mello/Folhapress

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Parece que a petista Fernanda está torcendo contra Trump só por ele ser de direita. Mas em que isso irá mudar a vida dela e a de milhões de brasileiros? Trump já fez coisas neste ano e no ano passado que por tabela prejudicaram o Brasil. Mas é claro ele vê o lado dele e dos Estados Unidos, algo que nós também deveríamos fazer mais.
Marieta Barugo (São Paulo, SP)

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