Leitores comentam invasão ao Capitólio

Guilherme Boulos, novo colunista da Folha, recebe comentários

O exemplo democrático
A retirada de Donald Trump do governo seria uma maneira de os Estados Unidos mostrarem ao mundo que não aceitam atos que ferem a democracia. Será um desrespeito para o presidente eleito e sua vice receberem o governo de um presidente marginalizado, que nada fez além de manchar a história americana. Mantê-lo até 20 de janeiro será premiar o malfeitor. A história cobrará ou premiará o que for decidido.
João Israel Neiva (São Paulo, SP)


Donald Trump na coleira só não morde porque lhe colocaram a focinheira do processo criminal. O arremedo imitador daqui continua a ladrar, desprezando e ameaçando todas as instituições democráticas; e nosso acovardado Parlamento nada faz. Nos EUA, ao menos houve tentativas de processos de impeachment —além da possibilidade de outro agora. A meia centena de pedidos contra Bolsonaro no colo de Rodrigo Maia dá a dimensão dos interesses pessoais acima dos do país.
Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP)


Golpes
A expressão latina "ab origene", citada por Hélio Schwartsman em sua coluna desta sexta-feira ("O golpe de Trump", Opinião), sintetiza a lição que devemos aprender para enfrentar o que aqui pode nos acontecer.
Aluísio Dobes (Florianópolis, SC)

Aos que perdemos

Montagem com sapatos de pessoas mortas pela Covid no Brasil em 2020 - Arquivo Pessoal


Merece ganhar todos os prêmios de jornalismo e ficar para a história a capa da Folha desta sexta-feira (8/1). A enorme foto, no tamanho e na qualidade, vem no dia da triste marca de 200 mil mortos pelo coronavírus. Use máscara! Fique em casa! Tome a vacina! Não dê ouvidos aos negacionistas.
Camões Filho (Taubaté, SP)

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Ao atingirmos 200 mil mortes, Bolsonaro, cinicamente, vem a público dizer que as lamenta, mas que a vida continua. Ora, enquanto diz isso, o que se vê de sua parte são na verdade os maus exemplos e o descaso com os programas de vacinação. Em algumas falas chega até a desincentivar o uso de vacinas. A depender dele, as mortes devem continuar.
Paulo R. Oliveira (São Paulo, SP)

Djamila
Djamila Ribeiro tem se mostrado uma grande intelectual; sensível e combativa ("Homens consomem mulheres", Ilustrada, 8/1). Não tem a arrogância de muitos, o que a torna legível, audível e indutora de reflexão, como deveria ser o trabalho de todo formador de opinião.
Márcia Adriana Targa Gonçalves (São Paulo, SP)


Guilherme Boulos
"Guilherme Boulos passa a escrever coluna na Folha", Poder, 8/1). Fiquei muito feliz em saber que Guilherme Boulos será colunista da Folha. Contribuirá com sua vasta experiência e sua sensibilidade social para pensarmos um mundo mais humano. E isso é fundamental nesse momento de caos e desesperança.
Beatriz Telles (São Paulo, SP)


Para quem já teve Alceu Amoroso Lima, Ferreira Gullar, Paulo Francis, Carlos Heitor Cony..., entre tantos outros, ter Guilherme Boulos mostra a decadência da imprensa brasileira!
Claudir José Mandelli (Tupã, SP)

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Mais um esquerdista, mais do mesmo... Cadê a diversidade tão propagandeada pela Folha?
Paulo Roberto Hasse (São Paulo, SP)

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Agora tenho um supermotivo para ler a Folha. Parabéns ao jornal, e minhas boas-vindas ao Boulos.
Clovis Maturana (São Paulo, SP)

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Parabéns pela iniciativa! Vai ser animado ver os comentários dos leitores com a velha ladainha de que ele vai sair por aí invadindo casas.
Adriana Maccacchero (Rio de Janeiro, RJ)

Urnas
A Folha poderia convidar o TRE para fazer uma palestra aos militares para mostra como funcionam as urnas eleitorais. E os militares poderiam levar técnicos para tentar invadir as urnas. É necessário acabar com esse discurso de terraplanistas, mostrando as besteiras que falam sobre as urnas e incutindo isso na cabeça de pessoas não especialistas no assunto.
Carlos Wagner da Silva Dias (Belo Horizonte, MG)


Bruno Covas
A respeito das escolhas do prefeito Bruno Covas, desde o vice até o secretário da Educação, só tenho a lamentar. Covas está se lixando para os currículos dessas escolhas. O que esperar de um prefeito que aumenta o próprio salário? Temos que pensar em aperfeiçoar a Lei da Ficha Limpa. Não é possível que a lerdeza do sistema judiciário brasileiro para julgar políticos suspeitos de corrupção e de violência doméstica não impliquem em afastamento destes da vida pública. E a população mal informada continua votando em quem não merece seu voto.
Regina Cutin (São Paulo, SP)

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