Leitor diz que é ofensa comparar Bolsonaro a Odorico Paraguaçu

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Sucupira

Enterro de Odorico Paraguaçu, em O Bem-Amado
Enterro de Odorico Paraguaçu na novela 'O Bem-Amado' - Reprodução/Memória Globo

Odorico Paraguaçu deve estar se virando no túmulo em Sucupira ao ser comparado com nosso infame presidente. Ainda que haja traços em comum (como o arcaico autoritarismo), Odorico era muito inteligente, uma raposa política. Comparar a genial criação de Dias Gomes/Paulo Gracindo com este presidente serve mais para refletirmos sobre o quanto empobrecemos, intelectual e culturalmente, desde então.
Alexandre Effori de Mello (Rio de Janeiro, RJ)


Com sigilo


"STJ anula quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro no caso das 'rachadinhas'" (Poder, 23/2). Aos futuros advogados, uma aula que não será dada: "rachadinha" não é crime.
Luiz Carlos de Souza (São Paulo, SP)


Sem saúde e sem educação
O relator da PEC que recria o auxílio emergencial, senador Marcio Bittar (MDB/AC), propõe o fim do percentual mínimo de gastos em saúde e educação para União, estados e municípios, cláusulas pétreas de nossa Constituição, conquistadas a duras penas. Que o Senado saiba impedir tamanho retrocesso e oportunismo!
Geraldo Santos Almeida (Itapeva, SP)


Funcionalismo
Há algum tempo a Folha defende jogar para o funcionalismo a conta do aumento das despesas orçamentárias ("De certo, só o auxílio", Opinião, 24/2). Está na hora de esmiuçar, a fim de esclarecer esse seu posicionamento, que tipo de servidor ela imagina que pode ter sua jornada cortada sem prejuízo à sociedade e quais níveis salariais merecem ser atingidos.
Francisco Pedro Reis Júnior (Santos, SP)


Cloroquina
O coletivo 342Artes repudia o "informe publicitário" da Associação Médicos pela Vida, de conteúdo negacionista, publicado em vários jornais. A indicação de medicamentos como a cloroquina para tratar Covid-19 contraria a orientação da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), que está alinhada às recomendações de sociedades médicas científicas. É um descalabro que veículos de imprensa, em um período tão grave como o atual, vejam o lucro acima de tudo. Como disse Maria Bethânia, precisamos de vacina, respeito, verdade e misericórdia.
Mari Stockler, Paula Lavigne, Bel Coelho e mais 36 assinaturas (São Paulo, SP)

A matéria é paga. A Folha sempre defendeu a liberdade de expressão (contraditório).
Galdino Formiga (São Caetano do Sul, SP)

Parabéns, Folha! Muito bom ver o texto educativo "Grupo de médicos defende 'tratamento precoce' sem eficácia contra Covid-19 em jornais" (Saúde, 24/2). A Folha não esperou os demais jornais, mostrou-nos que são de fato e de direito a locomotiva da mídia brasileira. Obrigado pelo trabalho na pandemia.
Ronan Wielewski Botelho (Londrina, PR)


Boechat
A surpresa da Libbs Farmacêutica (Painel do Leitor, 23/2) parece mais tentativa de se furtar à responsabilidade pelo acidente. Os advogados da companhia trataram da indenização com os advogados dos filhos de Ricardo Boechat, por quatro meses, na tentativa de evitar o ajuizamento de ação. Não é crível que a empresa não soubesse da negociação. A demora na negociação e a recusa ao custeio das despesas prejudicam a vida da filha de Ricardo Boechat, que necessita de cuidados especiais.
Antonio Pitombo, advogado dos filhos de Ricardo Boechat (São Paulo, SP)


Folha, 100
A leitura da Folha é um ritual diário para mim desde a época pré-vestibular, quase dez anos atrás, e teve valor inestimável para minha formação cívica e intelectual. Parabenizo o jornal por atingir a especial marca de 100 anos, sendo parte fundamental no entendimento do Brasil e do mundo por parte dos leitores. Os ataques semanais proferidos pelo pior governo que este país já vivenciou são a mais atual prova da importância da Folha. Que venham mais cem anos!
Victor van Halst (Curitiba, PR)

Tive a honra de ler algumas das minhas manifestações neste importante espaço quando a palavra missivista ainda era usual. No final da década de 80, ao observar meu gosto de leitor assíduo da Folha, o proprietário da empresa em que trabalhava, E. Rahmani, presenteou-me com vários anos de assinatura. Chegou a causar estranheza, pois a leitura obrigatória naquela ocasião e ambiente era a Gazeta Mercantil.
Carlos Augusto de Lima (São Paulo, SP)


Covid em São Paulo
A confusão alegada pela Folha no texto "Em anúncio confuso, Doria aumenta fiscalização de aglomerações em SP" (Saúde, 24/2) é uma adjetivação da Redação, não um relato factual. O governador foi bastante claro ao declarar que "não vamos punir as pessoas que estejam retornando para casa. É um toque de restrição, não um lockdown". A confusão, se existiu, foi criada pela própria Folha ao publicar um título errado sobre um lockdown inexistente e que motivou errata do próprio jornal.
Hélia Araujo, coordenadora de imprensa do governo do estado (São Paulo, SP)

Nota da Redação A reportagem relata factualmente as declarações contraditórias sobre circulação, fiscalização e autuação na entrevista coletiva. É a elas que o título se refere, não à expressão lockdown, usada na primeira versão do texto online e devidamente corrigida com publicação de Erramos no site.

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