Leitora diz que é claro que deputado apalpou colega na Alesp

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Assédio na Alesp

Vídeo mostra deputado Fernando Cury (Cidadania) apalpando a deputada Isa Penna (PSOL) durante sessão da Alesp - Reproducao.


Acabo de rever o vídeo da apalpação do deputado Fernando Cury sobre o corpo da deputada Isa Penna. Confesso que fiquei com nojo! Como negar o que está filmado? Vê-se claramente que aquele indivíduo passa a mão no corpo da colega insistentemente. Ela o empurra duas vezes, pois ele não se afasta! O que mais é necessário para provar que houve assédio? Punição será a única maneira de mostrar que ninguém está acima da lei.
Eva Alterman Blay, professora emérita da FFLCH da USP (São Paulo, SP)

Lava Jato
Estarrecedor ver nesta terça-feira (9) um verdadeiro bombardeio contra a Lava Jato, que lavou o coração de milhões de brasileiros. Para mim, Sergio Moro continua sendo o herói que arriscou a própria pele para combater a corrupção. Os articulistas estão procurando agulha no palheiro, pelo em ovo. Moro é meu candidato para 2022, ao lado de João Doria. Bem que eles poderiam formar uma chapa.
Jaime Pereira da Silva (São Paulo, SP)

Aos que comemoram o encerramento da operação Lava Jato, lembro que ela não teria nem existido se justiça tivesse sido feita logo de início, se o Mensalão tivesse resultado na prisão dos envolvidos.
Luiz Carlos de Souza (São Paulo, SP)

Faça-me o favor, senhor Boulos... Culpar a operação Lava Jato pela ascensão de Bolsonaro é uma profunda inversão de valores ("Aqui jaz a Lava Jato", Opinião, 9/2). O verdadeiro responsável pela subida ao poder desse governante infeliz foi o PT, com suas falcatruas e corrupção sem limites.
Maria Lúcia Monteiro (São Paulo, SP)

Parabenizo a colunista Cristina Serra pela coragem demonstrada no artigo "A praga do jornalismo lava-jatista" (Opinião, 9/2). O corporativismo impede a mídia de ser independente e soberana. É preciso que tenhamos tudo sem parcialidade. Era muito nojento ver determinados jornalista metidos a apresentadores encherem a boca e falarem com total parcialidade, apesar de sabedores de o quão influentes são. Espero que a Justiça e a sociedade os punam e deem-lhes o que merecem.
Mauro Machado Gonzaga (Monte Carmelo, MG)

Essa é a opinião pessoal da jornalista Cristina Serra; e opinião errada, a meu ver. Uma face da corrupção sistêmica foi desvelada, quadrilhas foram desmanteladas, recursos do erário foram recuperados. As provas do processo estão nos autos, não fora deles. As comunicações telemáticas juvenis entre integrantes da força-tarefa, sabe-se, foram obtidas mediante crime de interceptação telefônica (o sigilo telefônico é direito fundamental). O efeito dos crimes foi devastador numa sociedade sem regras de conformidade (compliance).
Helio Lobo (São Paulo, SP)

Parabéns pela lucidez no artigo. Ainda resta a esperança de que o STF comece já a colocar parte dessa gente (juízes, procuradores e no futuro parte da imprensa...) em seus devidos lugares.
Ronaldo José S. Mangini (Campinas, SP)

Quase perfeito
"Prioridade perversa" escreveu a Folha ao nomear o seu quase perfeito editorial desta segunda-feira (8/2). Quase perfeito porque o correto seria " Prioridade criminosa".
Caio Magri (São Paulo, SP)


Por fora
"Bolsonaro exclui Mourão de reunião ministerial" (Poder, 9/2). Se o "presidente" tivesse a mesma capacidade para governar e propor e executar políticas públicas realmente de qualidade como tem para causar intriga, desconfiança etc., seríamos um país de primeiro mundo. Esse senhor adora buscar fantasmas conspiradores que só ele e a turma dele conseguem ver. Mas ok! Foi eleito pelos sábios e eufóricos brasileiros conservadores com direito a papo ao estilo anos 60/70 sobre comunismo...
Fabio Cavalcante (Santana de Parnaíba, SP)


Sem arte e sem cachê
A Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo estava, até as eleições de 2020, cumprindo sua mínima função. Mas, no final do ano, se sobrecarregou em contratações estratosféricas e midiáticas (como a de grandes artistas na Virada Cultural), deixando assim de pagar muitos artistas que se dedicaram durante o ano inteiro e estão sem receber até hoje (alguns desde setembro). Muitos desses trabalhadores nem reclamam, pois se o fizerem podem não ser contratados novamente em uma próxima oportunidade. Estão sem auxílio, sem cachê, sem governo.
Luiz Fonseca Lobo (São Paulo, SP)


Monteiro Lobato
No artigo "Complexo de 'Negrinha'" (Ilustríssima, 7/2), que é também um depoimento pessoal, Marilene Felinto diz que a leitura oral daquele texto de Monteiro Lobato em sala de aula na sua infância produziu nela intensa angústia por ser negra e por se sentir como aquela menina. O sofrimento de Felinto merece todo o respeito. Todavia, diferentemente do que ela escreveu em sua crônica, penso que a fonte de sua angústia era o horror daquela sociedade que o conto expunha, não o expositor de tanta violência. Nesse caso, "aberração racista" é a sociedade que trata Negrinha daquela maneira, não o escritor que denunciou tal horror.
Marcos Silva (São Paulo, SP)

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