Leitores comentam cenários para 2022

Vascaíno lamenta a queda do Botafogo e prevê a do seu time

2022
"Boulos reage a Haddad e Lula e diz que esquerda precisa de projeto, não de nomes" (Mônica Bergamo, 5/2). Lula forçou a barra para criar esse debate, e agora 2022 já está em andamento. Boulos tem visão estratégica e poderia convocar Ciro Gomes e o centro democrático para liderarem a retomada das conversações para tirarmos o pior presidente que já tivemos.
Paulo Roberto Emmerich Oliveira (Vitória, ES)


Precisamos de projetos, de nomes e de maturidade para fazer composições, que até podem não ser as ideais, mas serão as possíveis. E precisamos disso rapidamente, para não acontecer a mesma coisa de 2018.
Nana Hippolyte (Macaé, RJ)

"Lula indica que Haddad será candidato a presidente caso ele não possa concorrer em 2022" (Poder, 5/2). Penso que ninguém deve ser presidente três vezes. Embora eu esteja ciente de que Lula foi o melhor presidente que esta nação já teve, prefiro mil vezes o Haddad pelo motivo que citei acima.
Anna Amélia (Uberlândia, MG)

Fernando Haddad na reunião do diretório nacional do PT em 2020 - Zanone Fraissat/Folhapress


Meu voto em 2022 será no candidato que puder derrotar Bolsonaro. E acho que neste momento não é uma boa ideia o PT lançar candidato; vão repetir o erro de 2018.
Beatriz R. Alvares (Campinas, SP)


Lava Jato
"Divulgação de mensagens da Lava Jato por Lewandowski aumenta pressão sobre STF" (Poder, 5/2). E o tal juiz de garantia, aprovado pelo Parlamento e sancionado por Bolsonaro? Cadê? Foi esquecido? A existência desse juiz visa justamente evitar abusos e ilicitudes de um juiz único.
Fabrizio Wrolli (São Paulo, SP)

A pior das injustiças é ser injusto e parecer justo.
Lopes Moreira (São Paulo, SP)

Qualquer um de nós, independentemente de crenças, partidos e condição social, merece um julgamento digno e imparcial, em qualquer esfera. Que a Justiça de olhos vendados prevaleça sempre!
Ana Bernardete dos Santos Garcia (São José do Rio Preto, SP)


Polícias
"O projeto de lei que dá mais autonomia às Polícias Militares é adequado?" (Tendências / Debates, 6/2). Chega a ser bizarro ver que, passados mais de 30 anos, ainda não foi regulamentado o artigo da Constituição que manda organizar o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública de maneira a garantir a eficiência de suas atividades. Enquanto isso, a criminalidade está indo muito bem, obrigado. Só não vê quem não quer.
Jarim Lopes Roseira, presidente da Regional de São Paulo da International Police Association (São Paulo, SP)

Estrela não tão solitária

Lance do jogo Botafogo x Sport, que rebaixou o time carioca à série B - Vitor Silva/Divulgação/Botafogo

Vai indo, Fogão, que o meu Vascão já está a caminho... É pra rir ou pra chorar?
Nilton Silva (Rio de Janeiro, RJ)


Centrão
O centrão é uma dádiva do oportunismo político brasileiro. Um mal que se alastra no Congresso matando todas as esperanças de termos um sistema político coerente e transparente. Aprovam ou desaprovam leis e projetos dependendo de quem paga mais --mas não precisa ser em dinheiro, pode ser em cargos institucionais. Os que deram a vitória a Arthur Lira pouco se importam com a massa populacional, apenas com sua estabilidade econômica.
Hipérides Júnior (Brejo dos Santos, PB)

Cumprimento a colunista Cristina Serra, que, em seu artigo "O centrão e a pauta da pilhagem" (Opinião, 4/2), joga luzes preciosas sobre a força extra que a eleição de Arthur Lira dá a Bolsonaro para que aprofunde sua agenda de legalização de crimes já em curso na Amazônia —ou, como muito bem disse a colunista, o projeto etnocida em marcha.
Mariluce Moura (São Paulo, SP)


Volta às aulas
É importante insistir que, pelo bem da saúde pública, é preciso aprofundar a discussão e ouvir todos os lados sobre a questão do retorno às aulas presenciais. A Folha, aos poucos, vem iniciando um tímido debate, mas é preciso mais. Não há especialistas que defendam o ponto de vista dos professores? Por que nunca se publica o que eles defendem? Em todo o mundo, os professores estão errados?
Domingos Sávio de Campos Rosa (Ibiúna, SP)

Extremamente desrespeitoso o leitor Evandro Sada quando afirma em sua mensagem que os professores não estão nas escolas mas frequentam bares (Painel do Leitor, 5/2). Quem usa esse raciocínio argumentativo demonstra, das duas, uma coisa: ou foi para escola e não prestava atenção às aulas ou possuía imensas dificuldades de aprendizagem. Queremos escolas abertas, mas que nos deem condições sanitárias e com índices de mortes e contágios bem menores que os atuais. Aprendizagens recuperam-se, vidas não!
Geraldo dos Santos Júnior, professor da rede pública municipal (São Paulo, SP)

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