Descrição de chapéu stf

Para leitor, frases de Bolsonaro contra a imprensa não são palavras ao vento

Presidente disse na segunda (15) que 'o certo é tirar de circulação' veículos como a Folha, O Globo, O Estado de S. Paulo e o site O Antagonista

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Liberdade de imprensa
Um dos ataques à democracia é investir contra a imprensa (“Bolsonaro diz que ‘o certo’ é tirar jornais de circulação”, Poder, 16/2). Tomemos muito cuidado e não achemos que são bobagens ou palavras ao vento o que Bolsonaro diz. Ele já demonstrou que quer, aos poucos, minar a nossa democracia e as instituições.
Bianca Moreira (Brasília, DF)

Se é verdade que Bolsonaro tem 30% dos votos do país, o povo brasileiro é muito pior do que ele.
Geraldo Carvalhares (Ipatinga, MG)

George Orwell, com a obra “1984”, descreveu o futuro do Brasil sob o governo deste aí.
Vanessa Lima (São Paulo, SP)

Bolsonaro é tão mentiroso que deixa até Pinóquio com vergonha. Ainda bem que vivemos em um país democrático, onde a imprensa e as redes sociais podem mostrar diariamente as mentiras do presidente.
Edson Carlos Morotti (Curitiba, PR)

Índio dando sinais de fumaça para aplicar o golpe de estado. E STF, Congresso e imprensa pensando que os índios estão fazendo a dança da chuva. Acorda, pessoal! Tem que parar esse trem desgovernado.
Rubens Gonçalves (Curitiba, PR)

Cloroquina
A verdade tem de vir à tona. Bolsonaro e Panzuelo só fazem esconder o que acontece realmente no trato da pandemia (“STF pede dados sobre gastos do governo com cloroquina”, Cotidiano, 16/2). Uma CPI viria bem a calhar. Os responsáveis têm de ser responsabilizados.
Ana Maria Marques (Jundiaí, SP)

Poderia aproveitar e questionar porque mais de 6 milhões de testes para Covid não foram usados. Será que foi para não aparecer mais casos?
José Valter Cipolla Aristides (Colombo, PR)


Os planos de Guedes
Guedes planeja, planeja, planeja para, no fim, falar que a solução é a CPMF (“Guedes planeja medidas anticrise em 2021 menos dependentes do Tesouro”, Mercado, 16/2).
Carlos Simaozinho (Brasília, DF)

A mesma lenga-lenga de sempre, ministro desorientado, que não passa confiança no que diz. É só mais um integrante de um desgoverno emperrado na própria incapacidade.
Ednaldo Miranda de Freitas (Coronel Fabriciano, MG)


Embaixador chinês
Estarrecedor (“China ignora pedidos de Bolsonaro por troca de embaixador no Brasil”, Mundo, 15/2). Fez bem o embaixador ao reagir às agressões sofridas por seu país nas redes sociais frequentadas por Eduardo Bolsonaro. A China deveria cortar o comércio com o Brasil, como retaliação, em especial o agronegócio. Não é preciso fazer cálculos para saber quem resistiria mais.
Eduardo Passos (São Paulo, SP)


Política externa?
Este Ernesto é uma lástima (“Com desgaste de Ernesto, almirante vai a missões diplomáticas e é chamado ‘02 do Itamaraty'", Mundo, 16/2). Perder o diálogo com o maior parceiro comercial da América do Sul (Argentina) e com o maior parceiro do mundo (China) demonstra absoluta falta de conhecimento do cargo.
Mateus Sá (Goiânia, GO)

Chanceler sem diálogo com 2 das 3 nações mais importantes para o comércio do Brasil é piada e retrato da incompetência do governo.
Igor Cornelsen (São Paulo, SP)

Comitê Olímpico e a Justiça
Bloquear dinheiro do COB mostra o quanto de gente sem noção tem no Judiciário (“Justiça bloqueia R$ 24,6 mi do Comitê Olímpico do Brasil”, Esporte, 17/2). Bloqueia só dos dirigentes. Inviabilizar o COB pra quê?
Jose Campos (São Paulo, SP)


Vacina de mentira
Se fosse um país sério, apodreceriam na cadeia, tendo que estudar e fazer hortinha para comer (“Falsas aplicações de vacina no Rio amedrontam idosos e profissionais da saúde”, Saúde, 16/2). Ou alguém acredita que esses erros não são intencionais? É crime, sim.
Nana Hippolyte (Macaé, RJ)

Isso é tão triste que desanima qualquer pessoa. Triste ver a falta de caráter desses profissionais. E triste prever que a maioria que trabalha corretamente pode ser vítima de agressões desnecessárias. O Brasil é um país tão bonito, mas o povo é complicado. Não todos, claro. Mas, da Presidência ao posto de saúde, temos multiplicadores de mortes.
Joema Felipe Lima (Natal, RN)

É um crime grave. É preciso descobrir e divulgar todos os casos, os motivos e as punições, para que a campanha de vacinação não seja desacreditada.

Marco De Lucca (Guarulhos, SP)

O presidente Jair Bolsonaro não está comprometido com a vacinação nem preocupado com os 240 mil mortos, pois está passando o Carnaval em praias de Santa Catarina. E não visitou nenhum hospital em ato de solidariedade aos atingidos pelo coronavírus.
Maria Helena Beauchamp (São Paulo, SP)


F1
Bruno Covas, então uma empresa que tem um capital social de R$ 120 vai gerir um negócio de R$ 100 milhões, é isso mesmo (“Justiça exige fiança de R$ 20 milhões para São Paulo retomar contrato do GP de F1”, Esporte, 16/2)? Aí você e o governador falam de Bolsonaro? Que tal um pouco de óleo de peroba?
Antonio Ivair Arrais (Brasília, DF)

A lesma lerda: corrupção das capitanias hereditárias políticas. Mudar, para que as famílias de sempre continuem mamando.
Mauro Tadeu Almeida Moraes (São Paulo, SP)


Fachin e o tuíte de Villas Bôas
Edson Fachin disse que é “intolerável e inaceitável qualquer forma ou modo de pressão antijurídica sobre o Poder Judiciário” (“Pressionar Judiciário é intolerável, diz Fachin sobre revelações de Villas Bôas”, Poder, 16/2). Mas ele não vê problemas na atuação do Judiciário sobre os demais Poderes, como a do STF sobre o Legislativo, na escolha da presidência da CCJ da Câmara, quando ministros do STF enviaram recados ao Congresso, informando que a indicação de Bia Kicis (PSL-DF) à presidência da CCJ da Câmara seria declaração de guerra à corte. Essa pressão do STF sobre a Câmara é crime de responsabilidade.
Milton Córdova Junior (Vicente Pires, DF)


Colunista
A coluna do professor Tiago Amparo (“O golpe de 2022 será com armas”, 15/2) tem enorme chance de se concretizar. Não sei se sou por demais pessimista, mas as pessoas não se sensibilizam com os sinais emitidos, pelo nosso capitão-presidente e seus seguidores, que não aceitarão outro resultado que não a vitória, em 2022. Os dois anos de governo dele primam por pobreza de ações e uma quantidade industrial de sandices. O cenário descrito na coluna tem enormes chances de se concretizar: Bolsonaro ganhando, ou não, em 2022, deverá continuar nos (des)governando.
Antonio Carlos da Fonseca Neto (Salvador, Bahia)

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