Para leitor, Congresso demorou para tentar afastar Araújo

Leitores criticam vacinação fora do SUS

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Tardiamente


Tardiamente, o Congresso Nacional entra em campo para afastar o chanceler Ernesto Araújo após tantas vidas terem sido perdidas em consequência de suas atitudes irresponsáveis. Agora, se o centrão quiser ser salvador da pátria, que leve à discussão os inúmeros pedidos de impeachment que tem nas gavetas.
Rodolpho Odair Sverzutti Cava (Cafelândia, SP)


Comitê
"Depois de um ano e 300 mil mortes, Bolsonaro anuncia comitê anti-Covid" (Saúde, 25/3). Como um sujeito que sempre sabotou o combate à pandemia, levando-nos ao caos, pode mudar de uma hora para outra com a criação de uma comissão "para inglês ver"? O deputado Arthur Lira segura uma série de pedidos de abertura de impeachment, e o senador Rodrigo Pacheco tergiversa sobre abrir uma CPI para apurar os crimes de Jair Bolsonaro. Que enorme farsa.
Paulo Bittar (São Paulo, SP)

"Parabéns" ao excelentíssimo senhor presidente da República, Jair Bolsonaro, e ao seu ministro anticloroquina pelas novas atitudes científico-sanitarias e pelo discurso de união. Em breve, Bolsonaro estará trajando gravata vermelha e pedindo médicos para Cuba. O que faz o desejo de reeleição...
Arlindo Carneiro Neto (São Paulo, SP)


Vacinação
Acabo de assistir a uma entrevista entusiasmada do ministro Paulo Guedes e de dois empresários —sempre eles— sobre um falso altruísmo para "contribuir" com o "lento" SUS, anunciando a compra de vacinas para seus empregados. Ou seja, um tiro no pé do SUS e dos cidadãos comuns, que o ministro nunca recebe.
Jason César de Souza Godinho (São Paulo, SP)


Farinha pouca...
"Queremos vacinar funcionários, diz empresário" (Painel S.A., 25/3). Acho que o único remédio para a saúde desta tão amada e desastrosa república de banânia é trancafiar toda essa elite empresarial pentecostal pró-Bolsonaro e jogar a chave fora.
Vicente P. Oliveira (Maceió, AL)

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Sede da empresa Saritur, em Belo Horizonte, onde teria havia vacinação clandestina contra a Covid-19 - Fernanda Canofre/Folhapress


As autoridades devem procurar o senhor Washington Cinel para que ele informe onde obteria vacinas rapidamente. A sua fala, aliada à notícia de que empresários de Minas Gerais se vacinaram "particularmente", dá ensejo a teorias conspiratórias.
Raul Moreira Pinto (Passos, MG)

"Justiça Federal derruba obrigatoriedade de doação ao SUS de vacinas compradas por entidades privadas" (Saúde, 25/3). Isso é tão vergonhoso, imoral e antiético como o comércio de órgãos para transplante. É a pá de cal no SUS. Tragédia. Decepção com este país. Vergonha, vergonha, vergonha...
Denise Carvalho Schneider (Araçatuba, SP)


Bolsonaro e Covid
"Atraso em vacinação no Brasil não é apenas culpa de Bolsonaro" (Ilustríssima, 25/3). Em vez de tratar da saúde, Bolsonaro criou uma falsa dicotomia entre saúde e economia para agradar sua base. E qual o resultado? Mesmo os milionários que quiserem sair do país não têm para onde ir. Mais de 130 nações fecharam as portas para o Brasil. Mas ainda tem o Afeganistão e mais uns sete países que ainda recebem brasileiros. Se eles tiverem leitos de UTI disponíveis, os barões poderão ir pra lá.
Luís M. Costa (Campina Grande, PB)

Todos os erros e desacertos na gestão da pandemia no Brasil decorrem de um único fato: falta de coordenação nacional. Se tivesse sido diferente, muito provavelmente teríamos pelo menos parte das 70 milhões de doses ofertadas pela Pfizer no ano passado.
Wagner Ferreira (São Paulo, SP)


Moro
O editorial "Moro parcial" (Opinião, 25/3) é lamentável. E parcial. Faltou dizer que: a decisão se deteve em formalidades; Lula continua réu; as provas são ilegais. O texto também não mencionou a corrupção, mas é disso que estamos falando. A Lava Jato foi a maior operação contra a corrupção já vista por aqui.
Berenice Daitzchman Bertoldi (Curitiba, PR)


A economia quebra
"Renault, Toyota e VW Caminhões e Ônibus interrompem produção devido ao descontrole da pandemia" (Mercado, 25/3). Grande estrategista esse Bolsonaro: "o país não pode parar senão a economia quebra".
José Roberto Pereira (Curitiba, PR)

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