'Homem doce, de caráter reto', diz leitor sobre Alfredo Bosi

Leitores comentam texto de Maria Homem, viúva de Contardo Calligaris

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Alfredo Bosi

Alfredo Bosi, no Central Park, em Nova York, em 2008 - Pedro Meira Monteiro


Homem doce, de caráter reto, cristão fervoroso... Ele, com sua amada Ecleia, andando de mãos dadas, sem pressa, pelas ruas da Granja Viana, admirando cada flor no caminho. Memória inesquecível.
Thomas Hahn (Cotia, SP)


Contardo Calligaris
"Maria Homem, viúva de Contardo Calligaris, lembra a relação com ele" (Ilustrada, 8/4). Um dos mais belos e significativos textos sobre o amor e a psicanálise. Por favor, Maria, queremos continuar ouvindo tua voz a nos dizer "siga tua vida".
Eline Barros Murad (São Luís, MA)

Contardo Calligaris e Maria Homem - Arquivo pessoal Maria Homem


Muito acertada a cessão de espaço à viúva de Contardo Calligaris, que escreveu um texto tocante em homenagem ao companheiro. A sua pergunta também é nossa: o que será de nós sem você, Contardo?
Eliana Izabel Scurciatto (Santa Fé do Sul, SP)


Igreja e Covid
Para praticar o cristianismo, ninguém precisa de uma igreja. Cristo subia numa pedra ou ficava embaixo de uma árvore para falar ao povo. Quando a gente é criança, nossa mãe nos ensina a cultivar a fé e a fazer nossas preces dentro de casa. É simples assim. A única justificativa para o que estão fazendo esses terrivelmente evangélicos é sua ânsia pelo dízimo dos incautos que tiram da boca dos filhos para dar a essas igrejas.
Humberto Mendes (São Paulo, SP)

Pensava que André Mendonça fosse advogado-geral da União, não advogado das igrejas evangélicas, como evidencia a reportagem "STF suspende voto sobre cultos após críticas de Gilmar a Mendonça e Aras" (Saúde, 8/4). Admirável também a fé de Augusto Aras.
Luiz Fernando Schmidt (Goiânia, GO)

Se Jair Bolsonaro nomear mais ministros para o Supremo Tribunal Federal, seremos como o Irã. Augusto Aras e André Mendonça usam a Bíblia para se credenciarem junto ao chefe na perspetiva de uma vaga no STF.
João Vianey Nogueira Martins (Fortaleza, CE)


By-pass

Vacinação ilegal em garagem de ônibus em Belo Horizonte - Reprodução

Quando políticos e empresários sem escrúpulos se unem para aprovar legislação para que empresas possam comprar vacinas e dar um by-pass nos grupos de risco, espera-se que o Ministério da Saúde, a Anvisa e os laboratórios façam valer o previamente acertado: que haja respeito aos pobres, desempregados, não sócios de clubes milionários, doentes, idosos, profissionais de saúde etc. Que a vergonha na cara prevaleça ao menos neste assunto.
Ademir Valezi (São Paulo, SP)


Minha vida
Belíssimo o texto de Miriam Goldenberg desta quinta (8/4) "Como posso encontrar o propósito da minha vida?" (Corrida). Certamente depois de inúmeras vivências podemos e devemos dar valor às pequenas coisas. O bem-estar diário, curtir a natureza, as amizades, as parcerias e os afetos. Crer no amor e no que nos resta de humanidade tem, sim, valor.
Hanna Korich (Mairiporã, SP)


Livros e armas
Gostaria de entender o que move um país a cogitar aumento na tributação de livros e redução na tributação de armas de fogo e munições.
Carlos Carmelo Balaró (São Paulo, SP)


Caráter, humanidade, vergonha
Os empresários que ovacionaram o genocida no tal jantar não têm vergonha na cara ("Bolsonaro é ovacionado em jantar de reaproximação com empresários", Mercado, 8/4). Ovacionaram o quê? A destruição que esse irresponsável está promovendo na saúde, na cultura, no meio ambiente, na educação? A perseguição a opositores? A fome que voltou com força? Os participantes mostraram toda a falta de caráter, de humanidade e de vergonha na cara que parte da elite tem.
Beatriz Telles (São Paulo, SP)

Bolsonaro diz que está fazendo o máximo para garantir a imunização da população. Como cidadão brasileiro, queria que ele apontasse uma única medida política de combate à pandemia. O que me consta, desde o início desta tragédia, é que ele somente ironizou as medidas sanitárias, fato que só tinha comparação com o que fazia Trump, felizmente já derrotado.
Moacyr da Silva (São Paulo, SP)

Bolsonaro ovacionado me lembra "Setenta e Seis Anos de Minha Vida", de Hjalmar Schacht, em que conta que fez manobras mil para agradar Hitler nos anos 30, quando dirigiu a economia alemã. No jantar, os empresários nem sequer discutiram o documento que cobra medidas de combate à pandemia. Bolsonaro mudou um pouco a opinião sobre a imunização, justamente agora que faltam vacinas. Será que os empresários também mudaram de ideia sobre o presidente?
Ricardo Patah, presidente nacional da UGT (São Paulo, SP)


Militares e Covid
Sobre "Hospitais militares reservam leitos e ficam até 85% ociosos" (Saúde, 8/4), o Ministério da Defesa informa que os hospitais militares estão em situação crítica, com leitos de UTI ocupados e pacientes removidos para evitar colapso. A notícia de que estão vazios não é verdadeira. Os hospitais atendem 1,8 milhão de pessoas (militares, inativos, dependentes, pensionistas). Os militares atuam na linha de frente da Covid-19, com contaminação de 14%, muito superior à média. As Forças Armadas estão junto à população, preservando e salvando vidas.
Carlos Chagas V. Braga, Centro de Comunicação Social da Defesa (Brasília, DF)

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