Leitor critica fala do senador Ciro Nogueira sobre CPI

Leitores criticam almoço de empresárias com Bolsonaro

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CPI da Covid
"CPI não vai dar em nada para Bolsonaro, diz senador Ciro Nogueira a empresários e banqueiros" (Mônica Bergamo, 30/4). Esse senador diz que a CPI não vai dar em nada como se isso fosse uma vitória. Deveria lamentar, não comemorar. Espero que os seus eleitores pensem duas vezes na próxima eleição.
Silvio Lima (Camaragibe, PE)

Ciro Nogueira (PP-PI) - Edilson Rodrigues/Agência Senad


É uma vergonha que empresas e bancos como o Itaú ainda participem de articulações de apoio a esse governo responsável pela morte de 400 mil pessoas.
Beatriz Dias (Niterói, RJ)

É justamente por esse tipo de coisa que não voto em deputado e senador. É uma perda de tempo e conivência com a corrupção. Quando um senador faz uma declaração dessa, é porque o Congresso Nacional funciona como um leilão, onde leva quem der mais.
Moezio Martins dos Santos (Penedo, AL)

Quer dizer que essa CPI é uma farsa graças a figuras como Arthur Lira? Ciro e sua gangue devem ser retirados da CPI após essas declarações.
Jenny Gonzales (São Paulo, SP)


Araraquara
Muito bonito Bolsonaro levar alimentos para Araraquara, "para aqueles vitimados pela política do fique em casa" ("Bolsonaro usa Chagas para criticar lockdown feito em Araraquara", Saúde, 30/4). Infelizmente, o que não dá é para levar comida para os mortos vítimas da sua política genocida.
Luiz Fernando Schmidt (Goiânia, GO)

Almoço
Fotos do almoço de Bolsonaro com empresárias, ministras e ministros mostram todos satisfeitos, sorridentes e sem máscaras (reservadas aos empregados). Temos 400 mil mortos e a empresária anfitriã elogia a gestão da pandemia pelo governo. Como cidadã deste infeliz país, me sinto envergonhada por elas. A eleição deste presidente abriu uma caixa de Pandora, da qual saem figuras que assombram pela falta de empatia, de sensibilidade, de dignidade e de moral.
Maristela Jardim Gaudio (São Paulo, SP)

Bolsonaro e empresárias durante almoço em SP - Alan Santos/PR

No momento em que o Brasil atinge a tristíssima marca de 400 mil mortos, empresárias organizam um almoço para o presidente e ministras no Palácio Tangará, um dos espaços mais luxuosos da cidade. Impressionante a insensibilidade de todos, em especial a dessas mulheres, que, pela sua própria condição, deveriam estar solidárias com as famílias que perderam entes queridos. Atingimos, de fato, a barbárie.
Maria Arminda do Nascimento Arruda (São Paulo, SP)

Um dia após atingirmos 400 mil mortes, empresárias celebram o governo genocida. Bolsonaro, Guedes e Zambelli, em mesas decoradas, comem, bebem e sorriem para mulheres empetecadas. Todos sem máscara, exceto os serviçais. Comemoram os muito mais de 30 mil que Bolsonaro queria eliminar?
Marcy Junqueira (São Paulo, SP)

Dilma
No texto "Cinco anos depois, não há motivo para se arrepender de impeachment de Dilma" (Ilustríssima, 30/4), a frase "em 2016 o sofrimento do Brasil era intenso", mostra o quão alienado está o articulista Joel Pinheiro da Fonseca com o que está acontecendo hoje. A pandemia foi o caldo final de um desastre econômico, político e social causado pelo golpe. Reformas trabalhistas, previdenciária, teto de gastos, vendidas como a redenção, resultaram na maior crise da nossa história.
Alcione Malheiros dos Santos (Lajeado, RS)

É surpreendente que um jornalista seja capaz de escrever um texto com tantas contradições. Adoraria comentar cada uma delas aqui, mas tenho pouquíssimo espaço. Fico com apenas um elemento de análise: a necessidade do jornalista de dizer que não se arrepende apenas demonstra o sentimento de culpa que carrega, do contrário não precisaria fazê-lo.
André Barreto (Campinas, SP)

Bom demais ler na Folha um texto autoafirmativo, livre das usuais e monótonas classificações bloqueadoras e com um olhar anticonvergente. Não ter arrependimentos é campo livre para ações transformadoras. Essa plasticidade política permite acompanhar e aproximar os pontos que se tocam e, assim, tentar criar uma nova frente de união para 2022.
José Eduardo Ferolla (Belo Horizonte, MG)


Educação pública
O investimento público no ensino é, de novo, apontado como essencial para diminuir as desigualdade sociais ("Investimento público em educação reduz desigualdade de renda", Mercado, 30/4). Sem menor desigualdade não há desenvolvimento econômico sustentável. Cada tostão dedicado à educação retorna multiplicado na melhoria social para todos. Quando autoridades e empresários vão entender isso?
Pedro Paulo Abreu Funari, professor titular do Departamento de História da Unicamp (Campinas, SP)

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