Leitor elogia 'Quadrão' de Laerte na Ilustrada

Leitores comentam a CPI da Covid para investigar o governo federal

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Sem salvação

Quadrão de Laerte publicado na Ilustrada em 12/4/2021 - Laerte


Adorei o Quadrão da Laerte. "Quem virá nos salvar?". Só faltou ali o Chapolin Colorado.
Martha Trinca Bellingieri (Jaboticabal, SP)

CPIs
Sou à favor de uma CPI da Covid. Ampla, geral e irrestrita.
André Coutinho (Campinas, SP)

Senado esvaziado por conta da pandemia da Covid-19 - Pedro Ladeira/Folhapress

Ao citar que a CPI da Covid tem que pegar também governadores e prefeitos, o mitômano Bolsonaro age de má-fé para atrapalhar as investigações e manter a cegueira mental dos seus seguidores radicais. O papel do Congresso é investigar os atos do presidente da República. Cabe às Assembleias Legislativas investigar os governadores e às Câmaras Municipais, os prefeitos.
Pedro Valentim (Bauru, SP)

"CPI do Genocídio e impeachment" (Guilherme Boulos, Opinião, 13/4). Concordo com o artigo de Boulos. Alguns citam os repasses para os estados como uma desculpa esfarrapada da inocência daquele que se assenta na cadeira de líder da nação. Então que sejam desnudados em CPIs, nas suas respectivas casas legislativas estaduais. No regimento interno do Senado há expresso impedimento. O que não pode é querer esconder os desvarios da corte federal.
Humberto Ordine Graça (Florianópolis,SC)

O povo brasileiro está pagando um preço altíssimo por não ter impedido o presidente antes. Alegava-se, tempos atrás, que iniciar um processo de impeachment no pior momento da pandemia seria comparável a apagar uma fogueira com gasolina. O erro foi catastrófico, e agora nós estamos chorando a vida de milhares de brasileiros e brasileiras. Derramaremos muitas lágrimas ainda?
Chagas Oliveira (Crato, CE)


Covid
Que bom tem sido abrir a Folha pela manhã e ler os artigos de Fernanda Wendel. Uma grata surpresa neste momento difícil. Parabéns. Nesta terça ela foi brilhante, como sempre ("Adoraria ter superpoderes de cura, mas sou apenas humana", Saúde, 13/4). E meus cumprimentos ao jornal que dá espaço a profissionais brilhantes.
Gelde Stocchero, médica (São Paulo, SP)

"Artigo de pesquisadores da UFRGS diz que lockdown não funciona e cientistas pedem revisão" (Saúde, 13/4). Daqui a pouco estaremos construindo enormes fornos crematórios por não haver mais condições concretas de enterrar os mortos. Diante do negacionismo e da âncora autoritária que lhe sustenta, restam poucas esperanças de deter o colapso funerário.
Sérgio Dias (Rio de Janeiro, RJ)

Realmente o desenho metodológico do estudo é bastante precário. Ademais, tratando-se de doença de transmissão por contato entre um indivíduo infectado e um saudável, não restam dúvidas sobre a importância do isolamento social na prevenção da transmissão.
Fillipe Silveira Loures (Sete Lagoas, MG)

Não é necessário fazer muitas pesquisas com dados estatísticos para perceber a importância do distanciamento social durante uma pandemia. Basta saber ler um gráfico e comparar a evolução dos dados onde ele ocorreu.
Assis Henrique de Sousa (Taguatinga, DF)

Estarrecedor o artigo "Negacionismo chique", de Luiz Felipe Pondé (Ilustrada, 12/4). É preocupante ver ideias assim propagadas pela mídia num momento tão complicado. O mundo inteiro está fazendo ou fez o fechamento total em algum momento da pandemia. O autor não se deu conta disso? O lockdown em São Paulo conduzido por Doria é "fetiche da esquerda"? O infeliz artigo diz que no Brasil o fechamento não é possível. O ensaísta parece não saber que no país existe uma cidade chamada Araraquara onde se obteve sucesso com tal medida drástica. Nas palavras do escritor sinto cheiro de bolsonarismo maldoso, negacionista.
Paulo Dantas (Valinhos, SP)


Henry
Retirem essa foto que mostra o menino sendo carregado já sem vida ("Laudo mostra que Henry morreu ao menos 1 hora antes de ser tirado de casa", Cotidiano, 13/4). É uma cena muito forte e sensível para ser divulgada assim.
Júlia Savietro (São Carlos, SP)

Custava cobrir o rosto da criança, Folha? Todos os detalhes estão sendo esmiuçados. A foto, como está publicada, com o rosto àmostra, não acrescenta nada. Foi desnecessário.
Virgínia Oliveira (Sorocaba, SP)

Eu acho que uma pessoa levando um cachorro desacordado ao veterinário estaria mais aflita do que a mãe de Henry aparenta estar na foto. Mostra frieza, sim.
Maria Ignez Pereira Machado (Caçapava, SP)


Em casa


Professo, medito e faço minhas orações no meu próprio altar, em minha casa, onde converso com Deus. Em algumas oportunidades participo de cultos pelo celular. Exercito minha crença religiosa sem sair de casa. Reconheço que as igrejas, importantes para quem busca a fé, têm despesas e necessitam de contribuições para seus sustentos. Sendo assim, contribuo, dentro das possibilidades, diretamente em suas contas bancárias. E assim busco minhas bênçãos e minha paz interior. Repito: sem sair de casa, devido a pandemia. Amém.
Arcângelo Sforcin Filho (São Paulo, SP)

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