Leitores comentam ameaça física de Bolsonaro a senador em telefonema vazado

Em conversa com Kajuru, presidente diz que sairia 'na porrada' com Randolfe Rodrigues

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Na porrada
“Vou ter que sair na porrada com um bosta desses, diz Bolsonaro sobre senador que pediu CPI da Covid” (Poder, 12/4). Antes de mais nada, é de uma educação inacreditável. Em países civilizados isso já seria suficiente para o político ser descartado. Pobre de nós.
Marisa Castilho (Curitiba, PR)

Alto nível e bom uso do vernáculo culto por parte de nosso presidente. Eu penso assim: quem tem medo de CPI? Se o administrador tem consciência de que tem feito um bom trabalho, pode investigar à vontade. Bolsonaro possui uma equipe enorme de assessores, ministros, servidores públicos, técnicos e aliados políticos. Use a CPI como uma oportunidade para mostrar que, a despeito das críticas, o trabalho está sendo feito.
Klaus Serra (Brasília, DF)

As palavras usadas pelo presidente Bolsonaro contra o senador que liderou a instalação de uma CPI são demonstrações de preocupação com as investigações. E confirmam que o presidente efetivamente é um despreparado para o cargo que ocupa.
Uriel Villas Boas (Santos, SP)

Qual a novidade? Bolsonaro é isso aí. Nem mais nem menos. Nunca foi diferente nem nunca será. Desconfio que foi eleito exatamente por isso. Não votei nele, como nunca votei no Lula, na Dilma ou no Collor. Porém todos foram eleitos democraticamente. Alguns foram tirados do poder antes do término do mandato, também democraticamente. É do jogo, mas não vale chute no saco nem dedo no olho.
José Renato Monteiro (São Paulo, SP)

Temos um presidente-poeta-filósofo. É um orador nato. Cada frase revela equilíbrio e moderação. São inspiradoras e carregadas de profunda sabedoria. No futuro serão balizadoras de milhões de pessoas em todo o planeta.
Ney Hamilton Michaud (Curitiba, PR)

Entrevista da 2ª
Em entrevista para Natália Cancian, o ministro Marcelo Queiroga nega atritos com Bolsonaro e diz que cabe a ele persuadir o presidente a ter melhores práticas contra a Covid. “Se não conseguir, a falha é minha, não do presidente”. O capachismo é desolador. Como pode um ministro da Saúde se culpar por não conseguir convencer o articulador de tanta irresponsabilidade com a pasta que ele representa?
Gésner Batista (Rio Claro, SP)

O saudoso Velho Guerreiro tinha um bordão: “Eu não vim para explicar, eu vim pra confundir”. Exatamente o que faz o ministro. Enquanto isso o povo vai se encaixotando nos vagões do trem da morte.
Pedro Cunha Jr. (São Paulo, SP)

Que chefe da nação é esse? Com quase 400 mil mortes e ainda precisa ser convencido. Ridículo esse ministro da Saúde.
Antônio Carlos de Paula (Mogi Mirim, SP)

Violência infantil
“Palmadas comprometem o desenvolvimento cerebral de crianças” (Saúde, 12/4). O fato de existir uma legislação reprovando a prática de punição corporal contra crianças demonstra a necessidade de sua reprovação pela sociedade. Se atualmente a população tem acesso a dados como os da reportagem, é preciso finalmente entender que as crianças merecem respeito e cuidado, e que é nosso dever protegê-las da violência que pode acontecer até mesmo dentro de casa.
Giulia Baggio Torres (Curitiba, PR)

Essa prática deve ser reprovada. Apesar de ter um pretexto educativo, é um costume desumano, que exalta a violência como algo fundamental e colabora para objetificação da criança como posse dos pais.
Fernanda Scholz Gois (Curitiba, PR)

Estava cético ao começar a ler o texto (apanhava todo dia da minha mãe na infância e hoje tenho mestrado em matemática). Mas conforme fui lendo os sintomas apresentados pelas crianças espancadas, depois de adultas, identifiquei os mesmos em meus comportamentos. Na época do nascimento de minha filha, mesmo acreditando que uma palmada pudesse educar, prometi nunca bater nela. Hoje está quase formada, me orgulho dela saudável.
José Galhardo (Bragança Paulista, SP)

“Laudo diz que Henry morreu ao menos 1 hora antes de ser tirado de apartamento; imagem mostra mãe carregando corpo” (Cotidiano, 12/4). Inacreditável até que ponto pode chegar a paixão dessa mulher pelo companheiro, capaz até de superar o amor e o instinto maternal pelo próprio filho.
Tersio Gorrasi (São Paulo, SP)

A espetacularização de processos penais não tem fim. A reprodução da imagem do menino Henry [morto] é um exemplo. Um vilipêndio.
Leonardo da Silva Ribeiro (Pelotas, RS)

Lockdown
Interessante o ponto de vista de Luiz Felipe Pondé em “Lockdown é o fetiche da esquerda, assim como a cloroquina é o da direita” (Ilustrada, 12/4). Apenas não compartilho dele. Pelo jeito não vamos sair tão cedo desta situação, já que boa parte da população parece pensar como o colunista.
Daniel Gomes (Jaguariúna, SP)

Respeito o Pondé, mas ele está cada vez mais criando personas e atribuindo a elas decisões genéricas do que propondo pensarmos melhor a respeito com seu olhar filosófico brilhante. O fato de ele incomodar o torna diferente e embasa seu sucesso, mas está “desaprofundando” cada vez mais seus artigos.
Bruno Chirelli (Piracicaba, SP)

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