Para leitor, impeachment não avançará porque presidente é campeão em comprar apoio

Erro no Fundeb e vacinas trocadas também motivam comentários de leitores do jornal

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Lira e o impeachment
Lógico que não avança (“Pedidos de impeachment de Bolsonaro crescem, e Lira sinaliza que não devem avançar”, Poder, 24/4). Bolsonaro comprou o centrão. O próprio Arthur Lira disse que não ia passar nada. É só reparar no Orçamento e verificar o dinheiro que foi para os deputados —tirando da saúde, do meio ambiente. E o presidente coloca gente em pontos estratégicos, basta ver Aras, Lira, Pacheco, Nunes Marques. Infelizmente ele não sabe governar, mas é campeão em comprar apoio.
Sergio da Silva Soares (Santo André, SP)

Bolsonaro, gostem ou não, foi eleito democraticamente. E isso deve ser respeitado. Diferentemente dos antecessores, não tem envolvimento em corrupção. Tentem ganhar no voto. Quem sabe voltam Geddel Vieira Lima, Dirceu, Palloci, Vaccari, Edison Lobão, Erenice Guerra, Romero Jucá, Fernando Pimentel, Guido Mantega, Cabral e outros.
João Braga (Marília, SP)

O impeachment já passou da hora.
Aparecida Alves (São Bernardo do Campo, SP)


De novo, Exército?
Se medirmos por mentiras, o atual presidente é disparado o ganhador, tanto em promessas de campanha não cumpridas, quanto em falatório (“Bolsonaro afirma que Exército pode ir para a rua acabar com ‘covardia de toque de recolher’”, Poder, 24/4). E, se o Exército não for, como fica o presidente? Dá “cavalo de pau” e diz que sempre defendeu o Exército nos quartéis?
Vital Romaneli Penha (Jacareí, SP)

Que galhofa! Trabalhe, moço. Sue a camisa. Pare de fanfarrear. Sua fala nunca é levada a sério. O Exército é do Estado brasileiro. Não pode ser do governante de plantão.
Elison de Souza Vieira (Batatais, SP)


Enquanto isso, no Amazonas...
Inaugurar obras inacabadas que em nada acrescentam para o desenvolvimento do país é típico, histórico e cultural de políticos sem mentalidade e que não valorizam o progresso (“Inauguração por Bolsonaro de obra inacabada vira desagravo a Pazuello”, Poder, 24/4).
Paolo Valerio Caporuscio (São Paulo, SP)

Bolsonaro com o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em evento em Manaus nesta sexta-feira (23 de abril)
Bolsonaro com o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em evento em Manaus nesta sexta-feira (23 de abril) - Alan Santos/Presidência da República

R$ 40 milhões para uma obra que não vai servir para nada é quase os R$ 50 milhões que o governo deixou de esmola para o IBGE fazer o censo (que não vai sair, pois não dá para fazer nada com R$ 50 milhões). Cadê as prioridades?
Paulo Sakanaka (Paulínia, SP)


Gravata verde
Vergonhoso esse discurso pedindo dinheiro para os outros, simplesmente humilhante (“Escanteado por Biden, Bolsonaro usa até gravata verde para pedir dinheiro aos países ricos”, Mundo, 22/4)!
Ana Lima (Curitiba, PR)

Dois fatos simbólicos na reunião mundial do meio ambiente insinuam o descontentamento do mundo para com o Brasil: Bolsonaro foi um dos últimos a discursar, após muitos países (e depois da Argentina), e Biden se ausentou durante o discurso.
Guilherme Herzog Neto (Rio de Janeiro, RJ)


Programa da primeira-dama
Tenho até medo do tamanho do nada que isso vai dar (“TCU vê indícios de potencial prejuízo em desvio de R$ 7,5 mi em doações da Covid para programa de Michelle”, Poder, 24/4). Já foi o tempo em que o TCU era referência para quem queria ser bom gestor público. Hoje, diante de tantos descalabros na gestão da coisa pública, não passa de um Tribunal de Cúmplices da União.
José Bizinotto (Brasília, DF)

Sabe-se lá como estas instituições apadrinhadas estão aplicando/gastando os recursos. Cadê a prestação de contas? Ou foi a fundo perdido?
José Carneiro Dorneles (Brasília, DF)


Vacinas trocadas
Educação, escola, ajuda em tudo. O cidadão bem educado verificaria a marca da vacina (“Mais de 16 mil pessoas tomaram doses trocadas de vacina contra Covid, mostra registro”, Saúde, 23/4). Se ele falhasse, a enfermagem verificaria. Pessoas capacitadas não errariam ao subir dados para o sistema. Erros assim são ignorância de todos. Como pode a enfermagem aplicar a segunda dose sem saber qual foi a marca da primeira dose? Está no cartão. Cidadão não levou o cartão? É um erro atrás de outro.
Natalia Torres (Brasília, DF)

Pode falar o que quiser, mas a gene de mau-caratismo está no povo brasileiro. Além de políticos que nada contribuem, existe um povo igualmente corrupto. Só ver os casos de picadas sem vacinas, gente poderosa passando à frente na vacinação, idolatria para políticos canalhas. Como disse Joseph de Maistre: “Toda nação tem o governo que merece”.
Getulio Cunha (São Paulo, SP)

Vacinas a toque de caixa. Enfermeira que não aplica, outra que troca a vacina, que atende com mau humor, que não quer que você veja. Aí a mídia manda você tomar. Tomar como, se não há a menor segurança?
Paulo Henrique Zamai (Orlândia, SP)


Araraquara
Parabéns ao Marcelo Toledo pela excelente e completa reportagem “Dois meses após lockdown, Araraquara vê Covid cair” (Saúde, 23/4). Ela comprova com dados o que sanitaristas repetem há meses: lockdown planejado, testes diagnósticos e monitoramento são as receitas para controlar a Covid.
Suely Rozenfeld, pesquisadora aposentada da Fiocruz (Rio de Janeiro, RJ)


Fundeb
Parabéns à imprensa, que precisa estar sempre atenta (“Milton Ribeiro assume erro em cálculo do Fundeb e diz que haverá correção”, Cotidiano, 24/4)! É mais um “erro” a favor do governo federal. E o culpado é sempre o pessoal da tecnologia! Chega a ser ridículo como o governo Bolsonaro sempre está tentando diminuir os repasses para estados e municípios, vistos como inimigos.
Vilarino Escobar da Costa (Viamão, RS)

O desgoverno detesta a imprensa por trazer à tona suas manobras.
Jane Santos (Rio de Janeiro, RJ)


Cabify
É uma pena ver uma empresa deixar o Brasil, mas temos que entender que isso faz parte do livre mercado (“Cabify aponta crise social e sanitária como motivos para deixar o Brasil”, Mercado, 23/4). Espero que outras empresas do segmento sejam criadas, pois, quanto maior a concorrência, melhores são os serviços e os preços.
Rafael Pinter (Guarulhos, SP)


Nova chargista
Bem-vinda, Marília Marz (“Quadrinista paulistana Marília Marz é a nova chargista do jornal”, Poder, 24/4). A Folha tem o Benett, melhor chargista. Se você for do mesmo quilate, o jornal e nós só teremos a ganhar.
Estela Santos (São Paulo, SP)

Retrato em dupla exposição da quadrinista Marilia Marz com uma de suas charges
Retrato em dupla exposição da quadrinista Marilia Marz com uma de suas charges - Eduardo Knapp/Folhapress
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