Para leitor, proteção jurídica a família Bolsonaro se assemelha a ação nazista

Militares, impeachment, IBGE e nova condição da classe C também são alvos de comentários de leitores do jornal

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Tudo em família
Alvo de investigações, família Bolsonaro tenta costurar rede de proteção jurídica” (Poder, 25/4). Proteção para a família Bolsonaro tem odor de máfia ou mesmo de apadrinhamento ou compadrio em território que deveria ser inviolável da nossa Constituição. A continuar assim chegaremos a instituir uma Schutzstaffel (a famosa SS), milícia pessoal do chanceler da Alemanha nazista, Adofo Hitler, criada em 1933.
Pedro Portugal (Belo Horizonte, MG)


Militares e Bolsonaro
Os militares estão reclamando (“Militares reclamam de fala de Bolsonaro sobre usar Exército contra restrições”, Poder, 25/4)? Cadê os nomes deles? Vão fazer alguma coisa? Pressionar o Lira para aceitar a centena de pedidos de impeachment? Os militares são covardes, estão desmoralizados, não servem para nada, só para destruir o Brasil!
Andréia Chaieb (Porto Alegre, RS)

O vice-presidente é militar e uma quantidade enorme de militares ocupa cargos importantes no governo. Logo, militares falando de Bolsonaro estão falando de si mesmos.
Alipio Dias dos Santos Correia (Vitória da Conquista, BA)

Militares impuseram toque de recolher durante o AI-5. Ninguém podia estar na rua de noite. É muito cinismo colocar o Exército como o grande defensor das liberdades individuais. Nunca foi assim. Hipocrisia.
Ramurti Barbosa (Belo Horizonte, MG)


Huck
Desculpem! Não sei quem é esse Luciano Huck (“Atuante para 2022, Huck se recusa a dar entrevista”, Poder, 25/4)! É mais um aventureiro que aparece para ser presidente do nosso país? Mais um? Faz favor, né? Bota outro disco!
João Antonio Telles (Londrina, PR)


Lira e o impeachment
É certo que, consoante regimento interno, é da competência e prerrogativa do presidente da casa o exercício do juízo de admissibilidade dos pedidos de impedimento ali protocolados (“Pedidos de impeachment de Bolsonaro crescem, e Lira sinaliza que não devem avançar”, Poder, 24/4). O que não é certo é a sua inação, que o iguala a um mero despachante que trabalha em causa própria e de interesses menores. Impõe-se, nos termos da legislação vigente, o processamento válido dos pleitos apresentados.
Hilario Guimarães (Rio de Janeiro, RJ)

Romulo Paiva (Nova Lima, MG)

Arthur Lira (PP-AL): guardem bem o nome. É um dos principais responsáveis por todo o sofrimento que o povo brasileiro está passando. Não votem mais em políticos como ele. Eles merecem o esquecimento.
Marli Moras Garcia (Vitória, ES)


IBGE
Estou indignada com essa medida, que é estratégica para não mostrar, em 2022, o caos em que estamos (“Governo confirma que não haverá Censo do IBGE em 2021”, Mercado, 24/4). Sugiro que as empresas e instituições que utilizam esses dados —e são muitas— façam uma “ vaquinha” para dar suporte ao projeto. Será que o (des) governo rejeitará os recursos como fez com o Fundo Amazônia?
Olga Maria Biaggioni Diniz (São Paulo, SP)


Dias Melhores
Parabéns, dona Marlene! Grande conquista e exemplo de força de vontade para nós (“Avó aprende a ler com o neto na pandemia por meio de aula virtual”, Cotidiano, 24/4).
Marcos Riera (São Paulo, SP)

Marlene Hinckel, 63 anos, estuda com o neto, de 7 anos, em São José (SC)
Marlene Hinckel, 63 anos, estuda com o neto, de 7 anos, em São José (SC) - Arquivo Pessoal

Que reportagem joia! Obrigada, pelos “Dias Melhores”.
Jeanne D Arc de Faria (São Paulo, SP)

É uma vitória. Parabéns à dona Marlene. Impressiona que isso aconteça em São José, que faz parte da grande Florianópolis —não estamos tratando de aldeia perdida nos confins.
Marcos Fernando Dauner (Joinville, SC)


Vacina da Fiocruz
Não é possível agir assim e achar que funcionará (“Vacina própria da Fiocruz contra Covid não tem cronograma, contrato nem plano B para atraso”, Saúde, 25/4). Era para ter despejado recursos, usado de peso político para assinar contrato e transformado isso em bom negócio para a AstraZeneca e em vacinas para nós. Que fiasco. E não tem IFA adicional nem disponível no mundo.
Wagner Santos (Ribeirão Preto, SP)


EBC e 'Os Dez Mandamentos'
Estou perplexa (“Deputado quer que ministro explique critérios para compra de direitos de novela da Record”, Painel, 24/4). O ministro que venda para o sogro, Silvio Santos, se quiser grana extra. Vergonha!
Maria Camila Machado Almeida (Porto Alegre, RS)

E precisa? Basta ver a bajulação nos telejornais. E, como se não bastasse, teve também o perdão das dívidas dos templos bilionários.
Elias Alves (São Paulo, SP)


Tendências / Debates
Extraordinário o texto de Maria Homem (“As máscaras do luto”, 25/4). Concordo com sua percepção e seus sentimentos. E, solidária, compreendo sua profunda tristeza. Gostaria que ela tivesse coluna na Ilustrada.
Tereza Rodrigues (São Paulo, SP)

Contardo Calligaris e  Maria Homem
Contardo Calligaris e Maria Homem - Arquivo Pessoal Maria Homem

Classe C
A demonstração de que os dados sociais regrediram a números pré-governos Lula levou Bolsonaro a cancelar o censo 2021 (“Fenômeno dos anos Lula, classe C afunda aos milhões e cai na miséria”, Mercado, 25/4). Fome, desemprego, miséria e morte são a face deste desgoverno, isso não conseguem ocultar.
Salvador Dias Filho (Bauru, SP)

As classes menos favorecidas que já vinham mal desde o desgoverno Dilma, foram agora atingidas pela pandemia e pelo fraco governo Bolsonaro. O resultado está aí.
Max Morel (São Paulo, SP)


Morte de menina
Além de se perguntar como podem acontecer coisas assim e o que deu errado com essas pessoas que se permitiram fazer isso, será que pode haver injustiça maior do que crianças seviciadas por quem deveria protegê-las? Que pesar ao pensar em crianças que, no lugar de temer o monstro sob a cama, são filhas do monstro, e por algum motivo a sociedade mal sabe o que fazer (“Morre menina de 6 anos que havia sofrido agressões no RJ”, Cotidiano, 25/4).
Diego Rodrigues (São Bernardo do Campo, SP)

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