Descrição de chapéu indios

'A verdade te libertará, Pazuello', diz leitor

Leitores comentam fala de Bolsonaro sobre isolamento

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A liberdade

"Lewandowski diz que Pazuello pode silenciar sobre si mesmo, mas tem que dizer a verdade sobre 'terceiros' na CPI" (Mônica Bergamo, 15/5). Fala, Pazuello, a verdade te libertará!
Rita Lopes (São Paulo, SP)

Os idiotas
"Tem alguns idiotas que até hoje ficam em casa, diz Bolsonaro sobre isolamento na pandemia" (Poder, 17/5). E tem outros, mais idiotas ainda, além de criminosos, que são contaminados, contaminam, matam e morrem. Genocidas e suicidas.
José Etore Turatti (Andradas, MG)


Como, pelo jeito, eu devo ser classificado como idiota pelo presidente, e como ele não deve querer nada com esse tipo de pessoa, não devo votar nele no ano que vem para não haver nenhum constrangimento.
Luiz Norberto (Divinópolis, MG)

Bolsonaro só abre a boca para falar bobagem. Todos os dias temos que ler e ouvir essa figura atacando tudo e todos. Se o Parlamento não fosse um ninho de oportunistas, essa pessoa já estaria fora do governo. É tão pouco inteligente que não entende a razão de estar caindo dia a dia nas pesquisas.
Cesar Paes (Curitiba, PR)

Trabalhar ao ar livre e sem aglomerações possibilita menos contaminações de profissionais do agro. Mesmo assim, aqui no interior do país, há muitos ricos do agronegócio que foram contaminados. Às vezes, a família toda. Houve muitas mortes também.
Ezio Oliveira (Rio Verde, GO)

Os bons juristas poderiam entrar com um processo no Tribunal Penal Internacional no quesito crimes contra a humanidade. Vejam os crimes 2 e 4 do Estatuto de Roma.
Valeria C. Pimentel (São Carlos, SP)

"Isolamento atinge níveis mais baixos desde início da pandemia, aponta Datafolha" (Saúde, 17/5). No momento, estamos precisando isolar somente uma pessoa. Tirá-la de Brasília e mandá-la para bem longe.
Carlos Simãozinho (Brasília, DF)

Um milhão de mortes é a meta, e, impulsionado pelo presidente Bolsonaro, o brasileiro médio vai chegar lá.
Leonardo Trindade (São Paulo, SP)

Essa é a situação desejada por Bolsonaro desde sempre. E também desejada pelo vírus e por suas variantes. Bolsonaro, que sente prazer com o sofrimento alheio, deve estar satisfeito com essa notícia; o vírus também estaria se tivesse consciência.
José Vanzo (Franca, SP)


Bruno Covas
Foi uma triste notícia. Era um político moderado em um ambiente tão polarizado.
Guilherme Zambrana Toledo (São Bernardodo Campo, SP)

Perde o PSDB, São Paulo e o Brasil. Perdemos todos.
Alexandre Machado Kleis (Itajaí, SC)

O Brasil perde um político que se caracterizou pela civilidade e respeito aos que dele divergiam. Independentemente de posições partidárias e ideológicas ou de maior ou menor competência na gestão, o PNBE espera que o exemplo de civilidade deixado por ele, além de sua simpatia, maturidade e austeridade sirvam para motivar o comportamento de outros políticos.
Percival Maricato (São Paulo, SP)


PGR
O advogado particular da família Bolsonaro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, mais uma vez segue o modus operandi da família: perseguição e intimidação. Desta vez é com o professor e colunista Conrado Hübner Mendes. São os Bolsonaros usando o serviço público para devaneios pessoais ("Aras pede que Conselho de Ética da USP investigue professor por coluna na Folha", Poder, 16/5).
Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)


Jacarezinho e yanomamis
Questionado sobre a ação policial na comunidade do Jacarezinho, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, respondeu: "Tudo bandido". Lembro que R$ 66 milhões por ano foram destinados aos aumentos do salário do presidente, do vice e dos superministros militares. Mas foram apenas R$ 37,8 milhões para "Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde Indígena". E agora garimpeiros, em 15 barcos, atacam os yanomamis desprotegidos. Quem são os bandidos?
Maristela Jardim Gaudio (São Paulo, SP)

Imagem de ataque de garimpeiros ilegais contra a comunidade Palimiú, às margens do rio Uraricoera, em Roraima, - Reprodução/TV Folha

Deixar 20 mil garimpeiros invadirem a terra yanomami já é um ato de quem não se preocupa minimamente com a vida dos indígenas. E não protegê-los agora que estão sob ameaça extrema é absolutamente inconcebível. Não dá para assistir a isso passivamente. Se o governo não agir, sua omissão deve ser julgada com urgência.
Rosie Mehoudar (São Paulo, SP)

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