Leitores comentam crise elétrica e ato em que Pazuello apareceu ao lado de Bolsonaro

Vandalismo contra outdoor que criticava o governo também é alvo de comentários

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Crise elétrica
“Governo acionará termelétricas sem contratos para evitar racionamento” (Mercado, 29/5). É lamentável e um absurdo termos chegado a essa situação de possível problema de racionamento de energia elétrica, as usinas termelétricas são altamente poluentes. O governo federal não investiu em usinas eólicas e de biogás, mais sustentáveis.
Marcos Fernandes de Carvalho (São Paulo, SP)

O problema da geração de energia no Brasil decorre de vários fatores: climáticos, ecológico/desmatamento, desinvestimento em renováveis, péssimos contratos com as térmicas e incompetência do governo até para gerir um boteco. E vamos vivendo sob ameaça de privatizar a Eletrobras, uma burrice estratégica. Parece que este pesadelo não tem fim.
Wilson Luiz Moreira Barbosa (Belo Horizonte, MG)

Outdoor
“Com ameaças, bolsonaristas impedem campanha contra o presidente em MT” (Poder, 29/5). Quando se fala que esses bolsonaristas agem como milicianos, eles se ofendem. Que nome pode ser dado a esses alucinados, que vestem verde e amarelo, defendem “a liberdade de ir e vir”, pedem a volta da ditadura e proíbem cartazes que falem mal do “ídolo”? A assustadora semelhanças com a SS não é mera coincidência.
Alcione Malheiros dos Santos (Lajeado, RS)
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Gente atrasada que não tem a menor noção do que seja democracia. Isto é uma amostra do que será a eleição de 2022. Teremos problemas sérios de violência e de atos que podem comprometer a democracia e a estabilidade política. Se Bolsonaro perder, não aceitará o resultado das eleições e a violência vai explodir com consequências imprevisíveis.
Carlos de Ávila Goulart (Arraial do Cabo, RJ)
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“Três Anúncios para um Crime”. A vida imita a arte.
Maurício Aparecido Cresostomo (São Paulo, SP)

Outdoor contra o governo do presidente Jair Bolsonaro; pessoas ainda não identificadas destruíram o anúncio
Outdoor contra o governo do presidente Jair Bolsonaro; pessoas ainda não identificadas destruíram o anúncio - Divulgação

Vingança
“A vingança de Bolsonaro” (Opinião, 29/5). Hélio Schwartsman, o sujeito tem método. Os militares estão com o elemento há muito tempo. Sem votos, viram nele a chance de chegar ao poder. Aguentar a anarquia bolsonarista para levar adiante o projeto autoritário está incluído no pacote. De resto, estão com os soldos nas alturas, muita picanha, bacalhau e leite condensado.
Ana Ferraz (Vitória, ES)
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Espero que, após esse governo desastroso, seja revisto os grandes benefícios do Exército brasileiro, além do impedimento de integrarem a politica, pois mostraram que não merecem 10% do que o contribuinte paga para suas contas bancárias.
Eduardo Oliveira Souza (Santa Bárbara d’Oeste, SP)

Saindo do PDT
“Quando a boa política vence”, Opinião, 29/5). A deputada Tabata Amaral está certa. O PDT é que errou em filiá-la. Ela tem convicções e formação política de direita, não tem nada a ver com o trabalhismo (a aposentadoria deveria ser um final digno de vida ao trabalhador). Brizola e Darcy jamais permitiriam que essa moça entrasse na política por uma sigla de esquerda como o PDT. O lugar dela mesmo é em um partido liberal de direita.
Paulo Cezar Souza (Porto Velho, RO)
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Tabata Amaral é um exemplo da boa política. E é uma inspiração para aqueles que batalham para uma melhor qualidade de vida para as próximas gerações.
David Enje Salomão (Pitangueiras, SP)

Pazuello e Bolsonaro
“Ato com Pazuello vai de retrato de ‘força política’ a evento sem ‘viés político’” (Poder, 29/5). O ato, fora tudo de ruim que representa, nada teve de democrático. Foi a manifestação de uma minoria tentando fazer crer que são maioria. Só para quem vive na bolha.
Ana Bernardete dos Santos Garcia (São José do Rio Preto, SP)
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A impressão é de que não estamos no Brasil. Não existe pandemia com mais de 2.000 mortes por dia. É inacreditável. Presidente, tenha certeza de que qualquer outro ocupando seu lugar estaria visitando hospitais, fazendo pronunciamento a nação com palavras de conforto e solidariedade. Logo, Haddad é muito diferente do senhor.
Josenice Nascimento (Salvador, BA)
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“Era campanha” (Opinião, 29/5). As Forças Armadas entraram numa cilada ao permitir que seus homens apoiassem Bolsonaro por dinheiro. A descrença na corporação é irreversível. A cada dia a situação fica mais constrangedora. Os militares demonstraram um grau de ingenuidade que jogou por terra a ilusão de que são técnicos inteligentes.
Luiz Lima (Recife, PE)
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Será que o comandante do Exército vai se mostrar como um subserviente lambe-botas, como Pazuello, ou irá se portar à altura do cargo e exigir disciplina na conduta do general-populista?
José Rada Neto (Florianópolis, SC)

Nuremberg
Reinaldo Azevedo escreve e fala por nós (“Lembrar Nuremberg banaliza o mal”, Poder, 28/5), que somos democratas e reconhecemos as injustiças sofridas pelos nossos irmãos, que por serem índios, quilombolas e pobres não recebem um tratamento justo e digno. Quanto a pandemia, o relator da CPI, seu presidente e vice têm demonstrado compromisso em expor a irresponsabilidade de quem merece.
Angélica Carneiro Faustini (Rio de Janeiro, RJ)
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A indiferença, a omissão e a sabotagem que caracterizam a atuação do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) no enfrentamento da pandemia evocam, sim, o Holocausto, idealizado e perpetrado pelos nazistas na Segunda Guerra, conforme declarou apropriadamente o senador Renan Calheiros, relator da CPI.
Sérgio Guedes da Fonseca Neto (Araraquara, SP)

Doutor
“Após fugir de guerra civil, marfinense se torna primeiro doutor em relações internacionais da Uerj” (Mundo, 29/5). Parabéns Lucien, grande conquista. O mundo sai ganhando quando pessoas como você vencem etapas tão importantes. A educação é a chave para se abrir as portas de um mundo menos desigual.
Halim Girade (Goiânia, GO)

Lucien Ahouangan,  pesquisador e doutor em relações internacionais pela Uerj
Lucien Ahouangan, pesquisador e doutor em relações internacionais pela Uerj - Uerj notícias/diretoria de comunicação
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