Leitores comentam reportagem sobre participação das senadoras na CPI da Covid

'As mulheres fazem um grande trabalho na CPI. É delas as melhores inquisições aos depoentes', diz leitor

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Herança maldita
O problema brasileiro é estrutural: sistema tributário regressivo, educação ruim, baixíssimo investimento em ciência e tecnologia, infraestrutura ruim e cara. E agora decididamente o país se concentra em depender cada vez mais de exportação de produtos primários. Assim, não dá para esperar nada além de mais informalidade, pobreza e concentração de renda. (“Mais miserável e informal, Brasil sob Bolsonaro prepara ‘herança maldita’”, Mercado, 23/5).
Eduardo de Azevedo Silva (São João de Meriti, RJ)

Super-relevante o tema apresentado na matéria. Contudo, gostaria de chamar a atenção a um ponto específico: o jornalista entrevistou seis especialistas para essa matéria, todos homens. Não existem profissionais mulheres professoras, economistas?
Cecília Gomes (São Paulo, SP)

Na CPI da Covid, Ciro Nogueira debate com Simone Tebet (de pé), Soraya Thronicke (ao lado) e Eliziane Gama (na ponta)
Na CPI da Covid, Ciro Nogueira debate com Simone Tebet (de pé), Soraya Thronicke (ao lado) e Eliziane Gama (na ponta) - Jefferson Rudy/Agência Senado

Mulheres na CPI da Covid
As meninas têm dado de mil a zero nos meninos. Argumentativas e bem preparadas, têm feito um bolão. Parabéns (“Senadoras ‘nervosas’ escancaram machismo no Congresso”, Poder, 23/5).
Maria Lúcia Bergami (Lins, SP)

As mulheres fazem um grande trabalho na CPI. É delas as melhores inquisições aos depoentes. Quanto à atuação dos senadores, a resposta é simples: na eleição, eles não.
José Manoel Martins (Bebedouro, SP)

Penso que, para ficar mais coerente com a descrição dos fatos, o título deveria dar nome e gênero aos meliantes: “Senadores nervosos na CPI da Covid escancaram machismo no Congresso”. Parabéns pelo ótimo texto.
Maria da Glória de Oliveira (Rio de Janeiro, RJ)


Mário Frias
Qual a razão de dar destaque a um inexpressivo sem talento galã de “Malhação”, se em breve ele retornará à sua desimportância e ser esquecido para sempre? A cultura sobreviverá (“Mario Frias foi de galã teen a grande aliado armado de Bolsonaro na anticultura”, Ilustrada Ilustríssima, 23/5).
José Carlos Pinheiro Prioste (Rio de Janeiro, RJ)

Um secretário de Cultura que não entende nada de cultura. Sua ida a Veneza serviu pelo menos para uma coisa: talvez agora ele saiba algo sobre Lina Bo Bardi. Não deixa de ser um começo.
Maria Izabel Lima (Fortaleza, CE)


Show mítico de Gal Costa
Matéria de fôlego. Bem escrita. Certamente demandou muito trabalho de pesquisa. Parabéns ao jornalista! (“Há 50 anos, mítico show ‘Fa-Tal’ fez de Gal a musa do desbunde”, Ilustrada Ilustríssima, 23/5).
Luiz Augusto Miranda de Oliveira (São Paulo, SP)

Juninho da Love foi DJ e MC da Love Story por 22 anos - Eduardo Knapp/Folhapress
Juninho da Love foi DJ e MC da Love Story por 22 anos - Eduardo Knapp/Folhapress - Eduardo Knapp/Folhapress

Love Story
Histórias que dariam um livro ou uma série. Eu assistiria (“Trabalhar na Love Story foi loucura e adrenalina, dizem ex-funcionários”, Mercado, 23/5).
Gabriela Loureiro de Bonis Simões (Rio de Janeiro, RJ)

A Love Story era um lugar onde as prostitutas iam se divertir e não só trabalhar. Era o lugar delas. Formou uma comunidade mesmo.
Joana Souto (Belo Horizonte, MG)


Bebê yanomami
Inacreditável a situação atual do Brasil e mais inacreditável ainda a existência de quem ainda apoia essa total falta de humanidade (“Bebê yanomami morre com quadro de desnutrição em Roraima”, Cotidiano, 23/5).
Pedro Luiz Batista (Belo Horizonte, MG)


Alerta de terceira onda
Nesse desastre que é e tem sido esse governo fardado, só uma única verdade sobrevive: a certeza de que amanhã estará pior do que hoje, qualquer que seja o tema abordado (“Governo Bolsonaro recebe alertas sobre possível nova onda de Covid”, Saúde, 23/5).
Jayme Kopelman (São Paulo, SP)

Os governantes deveriam fechar tudo, não é hora de relaxar. Com metrô e ônibus lotados e vacinação a passo de tartaruga, não dá para prever dias melhores. (“Prepare-se para 3ª onda de Covid e 500 mil mortos até julho”, Marcelo Leite, Saúde, 23/5).
Amarildo Caetano (Cotia, SP)


Abaixo-assinado
Felicito meu colega Conrado Hübner Mendes, por cumprir preceitos fundamentais de nosso Código de Ética. É dever nosso, conforme o Artigo 1º, “promover os princípios de liberdade, justiça, dignidade humana, solidariedade”. O sr. Augusto Aras merece o crédito por ampliar a divulgação das críticas, com suas desastradas ações contra o professor colunista desta Folha (“Abaixo-assinado reúne mais de 3 mil assinaturas em defesa de Conrado Hübner Mendes”, Mônica Bergamo, 22/5).
Paulo A. Nussenzveig, professor do Instituto de Física da USP (São Paulo, SP)


Colunistas
As músicas e os filmes referidos na coluna “Deliciosos Abacaxis”, de Ruy Castro (Opinião, 23/5), me lembraram dos melhores dias da minha infância. Diferentemente do poeta, eu era feliz e sabia. Melhor, tinha certeza disso.
Raul Moreira Pinto (Passos, MG)

Marcos Lisboa conta apenas parte da história em “De onde vêm as vacinas?” (Opinião, 23/5). O envolvimento da iniciativa privada na ciência básica é verdade lá fora, pois aqui o industrial brasileiro nisso nada investe, conformando-se em licenciar a tecnologia estrangeira. É o Estado brasileiro que entra na maior parte dos investimentos em inovação; ou entrava, porque agora a estagnação é total.
Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP)

O senhor Marcos Lisboa só se esqueceu de trazer os dados de quanto o governo dia Estados Unidos investiu no desenvolvimento das vacinas da Pfizer e Moderna.
Viviane Maimoni Gonçalves (São Paulo, SP)


Bares e Campeonato Paulista
A reportagem do Guia da Folha convidando os torcedores a assistir jogos de futebol em bares é um escárnio. Assim como outros tantos cidadãos que não saem na rua nem para visitar os pais, me sinto ridicularizado ao perceber que não aprendemos mesmo a responsabilidade de viver numa pandemia. A terceira onda agradece (“Veja cinco bares onde assistir à final do Campeonato Paulista neste domingo”, Guia Folha, 23/5).
Douglas Romano (São Paulo, SP)


Mas vocês são contra a aglomeração e ao mesmo tempo a estimulam? É um contrassenso.
Lamentável.
Reiner Carlos (Araçatuba, SP)

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