Obituários contam o que uma pessoa fez durante a sua trajetória. Se deixou livros, filmes, se ganhou prêmios. No caso de um anônimo, o texto geralmente relembra como que essa pessoa marcou o mundo ao seu redor.
O Expresso Ilustrada dessa semana conta o bastidor da escrita de obituários no jornal --em alguns casos, os textos são escritos com as pessoas ainda vivas e precisam ser atualizados ao longo do tempo.
Em meio a pandemia do coronavírus, esses textos se multiplicaram pelos jornais de todo o mundo. O New York Times, por exemplo, criou uma seção só para os obituários de pessoas famosas mortas pela Covid-19. Aqui no Brasil, a doença levou artistas como Sérgio Sant’Anna e Aldir Blanc, entre outros.
O podcast é apresentado pelos jornalistas Isabella Menon e Maurício Meireles, que assina também o roteiro.
Participam do episódio o jornalista Humberto Werneck e autor de livros como “O Pai dos Burros: Dicionário de Lugares-comuns e Frases Feitas” (2009); Mariana Filgueiras, professora do curso de jornalismo da UFRJ e roteirista do Greg News; Willian Vieira, o primeiro responsável pela coluna Mortes, em Cotidiano na Folha, em 2007, e Patrícia Pasquini, repórter e atual responsável pela coluna. A edição é de Natália Silva.
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