Em Curitiba, Haddad diz que manterá conversas com outros partidos de esquerda

Ex-prefeito de SP participa de ato em defesa do ex-presidente Lula

Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo - Bruno Santos - 14.ago.2017/Folhapress
Catia Seabra
Curitiba

Apesar do desconforto causado entre seus pares, o ex-prefeito Fernando Haddad reafirmou, nesta terça-feira (1º ), a disposição de articular com partidos de esquerda a construção de um programa comum com vista às eleições.

Ao participar de ato a uma quadra da superintendência da Polícia Federal do Paraná, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso, Haddad disse que, como coordenador do programa de governo do PT, faz dois movimentos: a elaboração de um plano para Lula e a manutenção de diálogo com os partidos de esquerda.

Ao responder especificamente sobre o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), Haddad disse que manterá o canal de diálogo, o que não significa a costura de um plano B. “Não estamos discutindo alternativas ao Lula. Seria um desrespeito”, disse.

Também apontado como um possível substituto de Lula nas urnas, o ex-governador da Bahia Jaques Wagner chegou pela manhã ao acampamento dos apoiadores de Lula. Em um discurso dirigido aos militantes, Wagner disse que não “existe plano A, B, C, X ou Y”.

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