Assinatura da Folha enriquece debates em sala de aula, afirmam professores

Educadores de várias regiões do país elogiam promoção do jornal em parceria com o Google

São Paulo

A iniciativa da Folha e do Google de oferecer assinaturas digitais gratuitas a professores da rede pública, iniciada em março, tem trazido mais contexto a debates propostos em sala de aula, segundo docentes.

"Informações críticas sobre o cotidiano e paralelos desses acontecimentos com os fatos históricos são relatados nos artigos, que acabam sendo usados nas aulas", diz Alexandre Piero, 37, professor do ensino médio da Etec Cepam (Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal), em São Paulo. "É uma prática da nossa equipe usar referências jornalísticas como conteúdo de sala."

Alexandre Piero, 37, professor da Etec Cepam e assinante da Folha
Alexandre Piero, 37, professor da Etec Cepam e assinante da Folha - Karime Xavier - 17.abr.2019/Folhapress

Alexandre ficou sabendo da promoção de assinaturas por um grupo de WhatsApp. Ele considera positivo que uma empresa reconheça a importância de os professores terem acesso ilimitado à informação. O professor elogia a preocupação didática do jornal. "É mais fácil trabalhar em sala de aula, porque a Folha monta esquemas e infográficos", afirma.

Pelas regras da iniciativa, depois de um ano de assinatura grátis, o docente poderá renová-la automaticamente, com um desconto de 33% em cima do valor cheio, o que hoje representaria o valor de R$ 19,99 ao mês.

Marcéu Oliveira Adissi, 34, professor de ensino médio do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), é outro beneficiário da promoção da assinatura gratuita. "As aulas hoje vão além do conteúdo técnico. É preciso ter conhecimento político, principalmente num momento de alienação geral como o que vivemos no Brasil", afirma.

Na avaliação de Antonio Manuel Teixeira Mendes, superintendente do Grupo Folha, a receptividade à iniciativa da Folha está sendo muito boa. "O jornal na sala de aula contextualiza os acontecimentos, além de possibilitar maior diversidade de pontos de vista."

Para Zuleica Ramos Tani, 56, professora do ensino médio da Etec Getúlio Vargas, em São Paulo, o docente tem o poder de transformar o mundo a cada novo conhecimento que absorve, mas nem sempre tem condição de pagar uma assinatura de jornal. "O bom da Folha é que ela não é um jornal fechado que estipula que você siga aquilo que ela fala."

A professora do ensino fundamental da Escola Estadual Caetano Carbone, em Itararé (interior de São Paulo), Adriana de Melo Proença, 47, diz que, embora se acuse a imprensa e a intelectualidade do país de serem de esquerda, ninguém se lembra de reportagens como a que a Folha trouxe com oito eleitores do presidente Bolsonaro para comentar sobre os cem primeiros dias do governo.

"Um professor bem informado vale por dois", resume Jessica Barbareto, 32, professora no Rio Grande do Sul, na cidade Campo Bom. Ela trabalha no berçário da Escola Municipal de Educação Infantil Aquarela e aposta que essa promoção irá "render muitos frutos" no futuro.


Como obter assinatura gratuita

1) Ter uma conta no Google, como o Gmail. O professor que ainda não a tiver terá o caminho para fazê-la no momento da assinatura --basta seguir as próximas etapas

2) Acessar www.assine folha.com.br/professores

3) Incluir três dados para identificação: CPF, nome da escola e registro profissional do professor

4) Clicar em "Assine com o Google", no lado esquerdo inferior da tela

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