Folha lança newsletter com checagem de fake news nas eleições; envie sua dúvida para verificação

Leitor receberá a Confirma, às terças e sextas, com conteúdo verificado e reportagens sobre tecnologia e segurança nas eleições

São Paulo

O uso de redes sociais para compartilhamento de fake news marcou as últimas eleições. A desinformação foi utilizada como arma política para atacar adversários e enganar eleitores. Com a proximidade do pleito municipal de 2020, o risco de ondas de conteúdo falso é iminente.

Para ajudar o leitor a diferenciar informação de fake news e ter acesso a notícias confiáveis, a Folha lança a newsletter Confirma, que terá em duas edições semanais (terças e sextas) checagem de conteúdo e reportagens sobre tecnologia, segurança nas eleições de 2020 e campanha online.

Para ativar o recebimento da newsletter no site do jornal, basta acessar https://login.folha.com.br/newsletter. Para recebê-la é preciso ativar o botão em Eleições 2020 para ativar o recebimento pelo email cadastrado.

A equipe da editoria de Poder e o Folha Informações, serviço de checagem de fake news realizado pela Folha, irão verificar a veracidade de conteúdo enviado por leitores sobre a eleição na cidade de São Paulo.

Para compartilhar sua dúvida com a Folha, basta escrever para enviesuanoticia@grupofolha.com.br ou mandar no WhatsApp para o número (11) 96482-8822.

Comece a mensagem com “Folha Informações: verdadeiro ou falso?” para sabermos do que se trata logo no início. Para saber se o material mandado foi checado, acesse a página do Folha Informações.

É possível, no entanto, driblar algumas fake news antes mesmo da resposta. Algumas dicas são básicas. Não compartilhe links que não sejam de sites de jornalismo profissional ou da campanha oficial de um candidato. Desconfie de notícias com títulos absurdos ou exagerados.

Mesmo que alguém de confiança, como um amigo ou familiar, mande um conteúdo, isso não significa que é verdadeiro. Essas pessoas também podem ter caído numa fake news.

Em 2018, a Folha revelou um um esquema de disparos em massa de mensagens por WhatsApp bancado por empresários contra o oponente de Jair Bolsonaro no segundo turno, Fernando Haddad, o que fere a lei.

A prática de disparos em massa foi proibida pelo TSE, mas se repete antes do pleito de 2020, como mostrou reportagem da Folha do início de outubro.

Em 2020, o WhatsApp criou um canal de denúncias e um chatbot (uma conta com respostas automatizadas) para que as pessoas tirem dúvidas sobre a votação.

O diretor-geral da Polícia Federal, delegado Rolando Alexandre de Souza, anunciou também que a instituição buscará identificar a origem de fake news. Assim como o TSE está em campanha contra a desinformação nas eleições.

A Folha integra ainda o Projeto Comprova, que reúne jornalistas de 28 diferentes veículos de comunicação brasileiros para descobrir e investigar informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas sobre políticas públicas e a pandemia de coronavírus compartilhadas nas redes sociais ou por aplicativos de mensagens. O Comprova é uma iniciativa sem fins lucrativos.

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