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CNN, Folha e Metrópoles estão entre os premiados pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha

Premiação reconheceu reportagens que deram voz às vítimas da pandemia

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São Paulo

A quarta edição do prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e da Agência da ONU para Refugiados (Acnur) realizou a cerimônia virtual de entrega nesta terça-feira (8).

A premiação busca incentivar a produção jornalística com foco em temas humanitários e, neste ano, reconheceu reportagens que fizeram a cobertura da pandemia de Covid-19 e destacaram as vozes das vítimas. ​Em comemoração aos 70 anos da Acnur, o prêmio criou uma categoria especial para produções jornalísticas sobre refúgio.

Nesta edição, a premiação recebeu 105 inscrições, com trabalhos jornalísticos que foram veiculados no impresso, televisão, rádio ou multimídia.

Na categoria de reportagens humanitárias com foco na pandemia, o vencedor foi o documentário Povos Isolados, da CNN Brasil. Em segundo lugar, ficou o vídeo em homenagem aos 100 mil mortos, feito pela Folha. E, em terceiro, a reportagem Invisíveis no banco da frente, do Metrópoles.

A reportagem “Saí para salvar minha vida”, do G1, ficou em primeiro lugar na categoria especial Acnur 70 anos. Em segundo, o especial Imigrantes de sp, da Folha, e, em terceiro, o episódio “A população refugiada na pandemia” do podcast Elas com Elas, da Rádio BandNews.

O júri da categoria de reportagens foi composto pelo jornalista e professor João Batista Natali, o coordenador de relações com a imprensa do Médicos Sem Fronteiras, Paulo Braga, e a coordenadora de Comunicação do CICV, Sandra Lefcovich.

Já na categoria especial, participaram o jornalista Carlos Escalona, o oficial de Informação Pública da Acnur, Luiz Fernando Godinho e a professora emérita da Universidade de Brasília (UnB), Zelia Leal Adghirni.

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