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04/08/2010 - 14h37

Ministro diz que vazamento de dados de estudantes não compromete a lisura do Enem

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MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O ministro Luiz Paulo Barreto (Justiça) afirmou nesta quarta-feira que a divulgação de dados sigilosos de 12 milhões de participantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é "menos grave" do que o vazamento da prova ocorrido no ano passado.

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Segundo Barreto, o vazamento dos dados não compromete a lisura do exame. "O vazamento de dados pessoais que não deveriam estar sob domínio público é menos grave que evidentemente o vazamento de uma prova que compromete a própria lisura do certame", disse.

O ministro disse que se o Ministério da Educação solicitar, a Polícia Federal pode investigar o caso. "Estamos à disposição. Se o Ministério da Educação julgar importante e pertinente podemos investigar, no momento adequado, com a finalidade específica de apurar qualquer fato que julgue oportuno", afirmou.

As informações dos participantes estiveram disponíveis para todos os internautas em site mantido pelo Mec por ao menos três horas --entre as 14h e as 17h de ontem. De acordo com a pasta, da página constavam apenas nome, RG, CPF, nome da mãe e número de matrícula dos candidatos.

Apesar disso, a Folha apurou que dados do perfil socioeconômico e do desempenho dos inscritos para a prova também ficaram disponíveis.

"Foi uma fragilidade no sistema de segurança porque você poderia ter acesso aos links sem ter a senha", disse Soares Neto. De acordo com o presidente do instituto, seria impossível chegar a esses links sem acessar a área reservada e o problema já foi corrigido.

 

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