Dentro e fora dos resorts de luxo, Punta Cana é um mar de mordomia

Região onde ficam hotéis tem praias exclusivas para hóspedes e garçons zanzando pela areia

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Márcio Sampaio
Punta Cana (República Dominicana)

Localizada no extremo leste da República Dominicana, Punta Cana é a terra dos resorts gigantescos.

A maioria deles fica na chamada zona hoteleira, na porção norte da localidade. O que pode surpreender os turistas é que as praias em frente a esses hotéis, muita delas reservadas somente para hóspedes, são banhadas pelo Atlântico, e não pelo mar do Caribe, que cerca apenas a porção sul de Punta Cana.

Tecnicalidades à parte, as águas na região dos hotéis são calmas, com temperatura agradável e de um tom de azul similar ao das praias caribenhas.

Os resorts atendem àqueles que buscam ao máximo fugir de perrengues nas férias. Basta se esticar na areia e contar com o serviço dos garçons que zanzam pela praia. 

Come-se e bebe-se sem se preocupar com dinheiro ou cartões, já que os estabelecimentos funcionam no esquema all-inclusive. Além disso, as instalações contam com academia, teatro, balada, cassino e spa.

As diárias partem de US$ 83 (R$ 307), na baixa temporada, e de US$ 116 (R$ 429), na alta.

Nas atividades realizadas fora dos hotéis, a principal atração é o cenário. O parasailing, na praia da região Bávaro, é um exemplo. Conectados a uma espécie de paraquedas, rebocado por uma lancha, os passageiros flutuam a cerca de 80 metros do chão, tendo uma vista geral da região. Dura 15 minutos e custa US$ 100 (R$ 370) para duas pessoas.

Já o passeio para a Isla Saona —esta, sim, no mar do Caribe— combina mergulho com balada em alto-mar.

O embarque acontece em Bayahibe, a cerca de duas horas de carro da região dos hotéis de Punta Cana. 

Depois de aproximadamente uma hora navegando em um catamarã, chega-se ao local de mergulho. 

Nesse ponto, os turistas são divididos em dois grupos: aqueles que usarão cilindros de oxigênio, para explorar áreas mais profundas, e a turma da máscara de borracha e pé-de-pato. Orientado por um instrutor, o segundo time sai à procura de peixes e estrelas-do-mar.

De volta ao barco após 40 minutos, os visitantes são recebidos com lanches e bebidas. Mais uma hora de navegação e chega-se a Isla Saona, onde é servido um almoço simples. O principal, afinal, é aproveitar o mar e a ilha, de acesso restrito.

No retorno, o clima no barco é de festa, com música alta e mais drinques. Mas, antes de atracar novamente em Bayahibe, há uma parada em uma piscina natural. O local é ponto de encontro de outros barcos, reforçando a atmosfera de balada. O passeio custa US$ 100 (R$ 370).

O jornalista viajou a convite do Iberostar Grand Bávaro

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