A evolução da sigla LGBTQIA+ para designar diversas minorias sexuais e de gênero é uma resposta ao tamanho das demandas da comunidade
O "Q", que vem do "queer" e se pronuncia "cuír" — com o "r" bem marcado—, é uma das letras que compõe a sigla
A palavra faz mais sentido em inglês. Sua tradução literal quer dizer "estranho", "esquisito", "errado"
O termo era usado de modo pejorativo para quem não estava dentro do padrão da sociedade
Ou seja, fora da estrutura heterossexual, que impõe como "normal" se atrair por pessoas do sexo oposto; e cis, quando a identidade de gênero corresponde ao sexo designado ao nascer
A comunidade, então, ressignificou a palavra ao atribuir uma conotação positiva a ela
Queer é um termo "guarda-chuva". Isso quer dizer que engloba outras definições
Seriam aquelas pessoas fora dos padrões binários de gênero, não se limitando ao ser homem ou mulher
Queer, então, não é um gênero e nem uma orientação sexual, mas sim um manifesto daqueles que não se encaixam
O termo também é usado por aqueles que não estão contemplados nas letras do "LGBTQIA+"
Seriam as pessoas não binárias ou de gênero fluido, por exemplo
As atitudes continuam a mudar, e a linguagem para orientação sexual e identidade de gênero também
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