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Dilma e Lula devem ceder à pressão e encerrar campanha com ato em Minas
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RANIER BRAGON
FÁBIO AMATO
DE BRASÍLIA
Sob pressão dos aliados de Minas Gerais, o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff (PT) realizaram comício ontem à noite na região metropolitana de Belo Horizonte para tentar socorrer a chapa ao governo Hélio Costa (PMDB)-Patrus Ananias (PT).
Em 40 dias, Costa viu a distância em relação ao tucano Antonio Anastasia encolher de 26 para 5 pontos percentuais, de acordo com o Datafolha.
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Lula e Dilma sofrem pressão para encerrar a campanha nacional no Estado e não em São Paulo, como estava previsto anteriormente e como é tradição nas campanhas presidenciais do PT.
A agenda prévia de Dilma que circula entre assessores já prevê a troca. De acordo com esse cronograma, o comício na praça da Sé, em São Paulo, ocorreria na sexta-feira, dia 24. O de Belo Horizonte, que seria o último, ocorreria na segunda-feira, dia 27. Os dias seguintes seriam reservados à preparação para o debate na TV Globo, marcado para o dia 30, última data permitida para realizações de comícios.
Apesar de a agenda já prever a mudança, a coordenação da campanha de Dilma ainda não a confirmava oficialmente. "Talvez o encerramento seja em Belo Horizonte, estamos conversando. Mas ainda não houve a decisão", disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra.
O ato em Minas foi o 14º evento público entre Dilma e Lula na atual campanha. Hoje ela iria para Ribeirão Preto com o presidente, mas com o nascimento de seu neto a agenda foi desmarcada. Na próxima semana, há previsão de mais quatro comícios com Lula e Dilma, em Joinville (segunda), Fortaleza (quarta), Porto Alegre (sexta) e Campinas (sábado).
CONSELHÃO
Sob a justificativa de discutir uma agenda com desafios que o Brasil deve vencer para dar continuidade ao atual ciclo de desenvolvimento, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, viaja pelo país, em período de campanha eleitoral, para realizar "reuniões ampliadas" do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) com a participação de políticos, empresários e representantes da sociedade civil.
Ontem, a reunião foi em Minas. Os encontros começaram em julho e seguem até este mês. A reunião de Porto Alegre, em 29 de julho, também coincidiu com agenda conjunta de campanha de Dilma com Lula. A de Salvador, no dia 27 de agosto, ocorreu um dia depois do comício na cidade do presidente com sua candidata. Em nota divulgada no último dia 4, Padilha diz que essas reuniões não descumprem a legislação nem as recomendações da Advocacia-Geral da União.
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