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Comentários de Marcelo Takara
Em 20/07/2009 17h37
Realmente, dá desgosto ver que a cultura média do brasileiro caminha na mesma direção da americana. Deve ser influência de Hollywood, ou não sei o que... Sobre os americanos, é fato notório que a maioria da população não possui apreço por conhecimento científico; em muitos casos, há até mesmo uma certa aversão ao aprendizado de ciência, associado ao estereótipo do sujeito "nerd", o tipo de cara sem vida social e bitolado. Muitos filmes hollywoodianos tendem a associar a imagem do cientista com a imagem do vilão louco, que quer dominar o mundo com invenções bizarras; videm filmes de ficção como batman, superman, etc. Filmes de adolescentes mostram atletas populares entre garotas enquanto nerds são assexuados. Este estereótipo é tão forte nos EUA, que atualmente, a ciência de ponta nas universidades é feita em grande parte por estrangeiros, sobretudo asiáticos. Muitos jovens americanos brilhantes e promissores deixam de estudar ciências, preferindo carreiras que lhe permitam gozar de um status de yuppie bon-vivant em Wall Street, por exemplo (até antes da crise). Paradoxalmente, os americanos são o povo que mais se beneficiam de todos os avanços tecnológicos. Já na Europa, Rússia e Ásia, cientistas são vistos com respeito e admiração pela sociedade, não existe tanto esse estereótipo do "cientista maluco". Infelizmente, no Brasil a imagem de quem faz ciência é parecida com a que tem nos EUA. Dá se mais crédito a um tablóide sensacionalista do que a opinião de um cientista.

Em Homem na Lua
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Em 20/07/2009 16h45
Quando vejo o governo investindo em obras do PAC, não me deixo de perguntar o quanto deste investimento é feito na formação de pessoas. Olhem países como Japão, Alemanha, Islandia, Coréia do Sul, e outros. Não possuem riquezas naturais como nós, mas possuem povo instruído. Destruam esses países com uma guerra e logo estarão de pé. Na implantação da TV digital, uma das vontades do Brasil era que o consórcio vencedor instalasse aqui uma fábrica de semicondutores para produção em larga escala de equipamentos de TV digital. Eis que os americanos pularam fora; os europeus relutaram, não disseram "sim" nem "não"; porém os japoneses prometeram "pensar a respeito". Quem conhece o modo japonês de negociar sabe que foi um modo polido de dizer "não". O que se comentou à época, foi que para se montar um complexo industrial de semicondutores, o Brasil necessitaria no mínimo ter disponibilidade imediata de 500 profissionais altamente qualificados na área. Estimou-se que o país possua cerca de 300 profissionais à altura, e difícil seria convencê-los a mudar de empregos, pois muitos estão bem empregados.Por mais que o BNDES ofereça bilhões, a indústria eletrônica sempre preferirá a Ásia para investir. Basta ir às universidades americanas e perceber que grande parte da "hard science" é feita por chineses e indianos. Poder soar demagogia ou idealismo pueril, mas não há como negar: a maior riqueza de uma nação não são os recursos naturais sob o extenso solo que se pisa, mas o seu povo.

Em Crise no Brasil
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Em 18/07/2009 05h07
Me lembro de uma explicação dada por um jornalista para a derrocada da indústria automobilística americana ante a japonesa. Segundo o tal jornalista, quando as vendas de carros japoneses caem, a matriz ordena: "Contratem os melhores engenheiros do mercado para melhorarem a qualidade de nossos carros". Já quando as vendas de carros americanos caem, a ordem é: "Contratem os melhores publicitários para melhorarem a imagem de nossos carros." Nada contra quem trabalha com marketing, mas convenhamos: é mil vezes preferível uma internet administrada por técnicos de informática do que por vendedores de assinaturas.

Em Pane na rede
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Em 16/07/2009 15h19
Quando se questiona a paternidade do Real, é preciso ressaltar que tão importante quanto saber quem contribuiu para sua elaboração, é dar créditos a quem de fato conseguiu executá-lo.Os ministros anteriores eram ótimos tecnocratas, mas politicamente fracos. Neste caso, penso eu que o FHC teve grandes méritos, por ter sido capaz de mantê-lo no seu curso, sem se deixar levar por interesses imediatistas de aliados governistas. E o Real tem se mantido firme até hoje, graças ao fato do Lula também mantê-lo sob rédeas curtas, privilegiando decisões técnicas, mesmo quando isso tem desagradado setores da sociedade e até da base governista. Quanto à era Sarney, é difícil dizer simplesmente que todos os planos fossem completos fracassos, uma vez que nenhum deles de fato eram executados à risca. Os planos da era Sarney começavam sempre com um congelamento de preços, mas estancavam na questão do controle do déficit orçamentário. Qualquer deputadozinho ou senador aliado tinha mais influência sobre decisões econômicas do que um ministro da área econômica ou o próprio BC. Com a entrada dos governos FHC, seguido por Lula, observou-se um fortalecimento destas instituições. Até então, era difícil um ministro durar um semestre. O problema do Brasil, há muito tempo era mais político do que econômico. A questão foi sempre "dar mais moral" ao pessoal das esquipes econômicas; algo que o Sarney nunca foi capaz de fazer, devido ao seu modo primitivo de fazer política, baseado no clientelismo míope.

Em Crise no Brasil
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Em 15/07/2009 21h59
Tenho grande respeito e apreço pelo Lula, mas isso não me impede de dizer que ele precisa escolher melhor suas amizades... E pensar que um dia FHC e Lula estiveram do mesmo lado do palanque, numa época em que se lutava justamente contra o atraso representado por essa oligarquia arcaica de Sarneys, Barbalhos, Calheiros e Collors da vida. Foi muito triste ver a impotência e constrangimento de alguém como o Aloísio Mercadante em ter de recuar no seu posicionamento anti-sarney, após ouvir um pito na sala presidência. Essa tal da governabilidade anda custando muito caro.

Em Crise no Brasil
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Em 15/07/2009 20h46
Gosto muito do Lula pelas coisas positivas que tem feito ao país, mas só lamento que a governabilidade tenha de vir a um custo tão alto. O Lula soube preservar as benesses do Plano Real legadas pelo PSDB (que diga-se de passagem teve grande mérito) e contrariando muitos temores exagerados, foi até mais austero e ortodoxo do que o FHC. Um grande avanço que veio do governo anterior e que tem evoluído neste é o fortalecimento das instituições (excetuando-se as casas legislativas, é claro). Videm os casos do Banco Central e da Polícia Federal. Na era Sarney, instituições como o BC e a Fazenda eram totalmente desprestigiadas; pois prevaleciam sempre vontades políticas sobre decisões técnicas. Quem se recorda dos inúmeros planos econômicos (cruzado, cruzado novo, verão, bresser...) deve se lembrar também que raramente um ministro da área econômica durava mais do que 1 ano. Por interesses eleitoreiros imediatos de aliados, os planos econômicos eram mandados às favas a cada seis meses. Isso só mudou quando FHC assumiu o ministério da Economica na era Itamar. FHC não era mero tecnocrata sem traquejo político; soube usar sua influência para manter o Real sob rédeas curtas, sob protestos da ala fisiológica, que aceitou o remédio amargo em prol de uma colheita mais farta adiante. Hoje essa mesma ala que sustentou FHC é que mantém a governabilidade de Lula. O José Dirceu já tentou derrubar um deles (Roberto Jeferson), mas o resultado todos conhecemos.

Em Senado
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Em 14/07/2009 15h04
O que me surpreende é que ainda haja opiniões parciais que insistam em resumir a crise do senado em um joguinho maniqueísta PSDB versus PT, sem se darem conta de que a crise atinge ambos os lados. Ficar atacando e espezinhando apenas um lado e fechando os olhos para os erros do outro lado não contribuem para a discussão. É hora de ambos os lados exorcizarem o que há de ruim e anacrônico no cenário político, e estes bois têm nomes, atendendo pelos nomes de Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Collor, e outros de menor expressão. São representantes máximos do fisiologismo político, pouco afeitos a ideologias ou ideais nacionais. A estes, interessa apenas estarem próximo do poder dominante, seja este do PT, PSDB, ou diabo que for. Mesmo que amanhã o PSTU suba ao poder, lá estarão novamente os camaradas Sarney, Calheiros, Barbalho, etc, fazendo alianças com o "Kremlin" tupiniquim. Aos que insistem numa conspiração anti-petista, caiam na real... A indignação não é contra o PT (embora este também não seja inocente), mas contra quem o PT se aliou. O Lula precisa escolher melhor seus amigos. Infelizmente, quando o Covas morreu, o PT perdeu um importante interlocutor e aliado dentro do PSDB. Quando em vida, o Covas sempre viu no PT o aliado ideológico mais próximo e graças a sua influência, o PSDB sempre se manteve afastado de figuras como ACM & cia. Bastou o Covas sair de cena, e o PSDB se uniu ao que havia de pior no cenário político. O mesmo erro comete hoje o PT.

Em Senado
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Em 13/07/2009 18h20
Caros colegas leitores,
no site do senado há uma espécie de "ouvidoria", onde o cidadão pode dar sua opinião, sugestão ou reclamação. Eu enviei minha opinião indignada acerca da permanência do Sarney na presidência do senado, dirigida a todos os senadores. Tive a grata surpresa de ver que ao menos um dos senadores (Paulo Paim do PT) respondeu a minha manifestação, concordando com minha opinião e se comprometendo a fazer o possível para moralizar a casa. Pode parecer pouco; afinal pode ter sido redigida pela sua assessoria ou pode ter sido uma resposta gerada automaticamente. Mas seria interessante se as pessoas que escrevem aqui opinassem também no site no senado. Só se deve evitar o uso de termos chulos ou tom agressivo. Uma só opinião pode não fazer diferença, mas um milhão de protestos é algo que nenhum político pode ignorar; afinal um milhão de votos é algo que faz um senador pensar duas vezes, antes de assumir uma decisão. Por favor, façam isso... Já que temos tempo e disposição de escrever aqui neste fórum da Folha, façamos os mesmo no site do senado. O mínimo que pode acontecer é eles se sentirem incomodados em ver a repercussão dos fatos batendo às suas portas, congestionando seus emails. E a idéia é essa mesma...

Em Senado
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Em 12/07/2009 21h14
Apesar de não comungar das mesmas crenças religiosas dos protestantes, admiro os esforços destes irmãos em Deus nos trabalhos de recuperação de drogados. Moro na periferia de São Paulo e conheço vários ex-drogados que encontraram uma luz em suas vidas ao abraçarem uma religião. Alguns se tornaram pastores e pregam em suas próprias igrejas. Talvez por já terem sido ex-drogados, eles encontrem mais facilidades em dialogar com eles, uma vez que conhecem bem suas aflições e sofrimentos. Que continuem assim, com esse ótimo trabalho.

Em Revitalização da cracolândia
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Em 12/07/2009 08h34
Este país só deixará de ter os Sarneys, Calheiros e Malufs da vida, a partir do momento em que tivermos um povo mais instruído e eliminarmos o analfabetismo. Embora tenhamos aqui nesse fórum da Folha a manifestação de 100% de leitores indignados com a corrupção, o fato é que a imensa maioria dos brasileiros ignora os fatos de Brasília. Numa pesquisa feita alguns anos atrás, mostrou-se que a percepção da corrupção é proporcional ao grau de instrução. A pergunta feita era mais ou menos algo do tipo: "Você acha justo um funcionário público receber um presente em troca de um favorecimento numa licitação?" A imensa maioria respondeu que sim, sob a justificativa de que quando se ajuda alguém, é justo receber uma retribuição. Mas não perceberam que isso é suborno. Pergunte-se às pessoas de pouca escolaridade se elas acham justo políticos transformarem as repartições públicas em cabides de emprego e dirão que sim, afinal estão sendo criados empregos. A qualidade do congresso nacional simplesmente reflete essa má formação educacional do brasileiro. Mas o problema de se investir em educação hoje é que os frutos só serão colhidos pelas próximas gerações. Em vez de se investir em qualificação de educadores, mais fácil é erguer escolas vazias, que ficam prontas até o fim do mandato.

Em Senado
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Em 12/07/2009 08h02
Neste país, as pessoas precisam mais de educação que lhes permita uma qualificação profissional. De nada servirá um pedaço de terra e dinheiro para plantar, se não houver vocação para tal. Grande parte dos imigrantes japoneses que progrediram na agricultura eram arrendatários, tal qual foi meu pai, antes de mudar de ramo e vir à capital. Porém, antes de imigrar do Japão nos idos dos anos 50, meu pai já tinha instrução, que naquela época corresponderia ao nosso nível médio atual. Num Japão pós-guerra e destroçado, faltava comida e empregos, mas nunca faltou escola. Meu pai passou fome, mas ainda assim assistiu aulas em cabanas com sapê improvisadas para substituir escolas destruídas. Nossa sociedade brasileira é muito materialista, no sentido de valorizar muito as posses materiais, mas dar pouca importância à formação intelectual e moral. Nos gabamos das nossas reservas naturais de petróleo e metais preciosos; das nossas extensões de terras cultiváveis; da água doce abundante. Mas e daí ??? Países como Alemanha, Japão, Coréia, Irlanda e povos escandinavos nada disso possuem e são nações ricas. Posses materiais, se não usadas com inteligência, não geram riquezas. Temos uma visão equivocada de que investir em educação seja apenas construir mais salas de aulas, e no entanto deixamos de qualificar professores. Construímos hospitais, mas não qualificamos médicos. Investe-se em construções de prédios e instalações, mas não se investe na formação do ser humano.

Em Reforma agrária
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Em 11/07/2009 05h43
Alguém precisaria lembrar ao sr. Heráclito (vulgo Sapo Tanoeiro), que na Inglaterra, os políticos ao menos tiveram a decência de renunciar aos seus respectivos cargos, apenas porque desviaram quantias que giram em torno das dezenas de milhares de libras. Aqui, desviam-se milhões. Para se ter uma idéia dos escândalos do orçamento do senado, basta observar que tal casa possui um total de 10 mil funcionários. Equivale a quase 120 funcionários para cada um dos 81 senadores. Agora, o pior é saber que esses funcionários consomem uma folha de pagamento anual que gira em torno de R$ 2,2 bilhões. Se esse número não surpreeende, façam as contas, e vocês observarão que isso dá uma média salarial de R$ 18 mil mensais. (!!!). Essa conta foi mostrada por uma das jornalistas no programa do Jô Soares no último debate da quarta-feira. NÃO existe empresa alguma no Brasil que possua essa média salarial. Uma empresa como a UNILEVER, por exemplo, possui 15 mil funcionários. Alguém conseguiria imaginar a UNILEVER pagando salários de executivos para DOIS TERÇOS de seus funcionários ? Oxalá isso fosse possível, e eu mesmo me candidataria a trabalhar lá. Mas no caso do senado, a conta é paga por todos nós, brasileiros. Cada salário pago a um destes barnabés de luxo no senado, representa uma viatura a menos na segurança de nossas cidades; ou três médicos a menos em nossos hospitais; ou aproximadamente menos 15 professores de nível médio ou três professores universitários com doutorado...

Em Senado
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Em 09/07/2009 20h55
Um pouco mais de estatística: em 2005 o orçamento anual do complexo hospitalar do HC de São Paulo consumiu quase R$ 1 bilhão. São quase 2600 médicos que atenderam cerca de 2,2 milhões de consultas, 67 mil internações e 34 mil cirurgias, segundo dados do CREMESP. Para custear as atividades de 81 senadores, serão gastos R$ 2,7 bilhões, o que permitiria manter mais de DUAS VEZES E MEIA os gastos com o Hospital das Clínicas. Se cortássemos o orçamento do senado em um terço, seria possível manter um outro complexo hospitalar do mesmo nível do HC de São Paulo na região Norte do país, por exemplo. Assim, quando tivesse problemas de saúde, o Sr Sarney e seus familiares não precisariam vir a São Paulo usar dos serviços do INCOR.

Em Senado
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Em 05/07/2009 20h02
Button melhor piloto ??? Só pode estar delirando... A champanhe dos pódiuns deve ter afetado seu cérebro. Mesmo sobre o Schumaker ainda pairam dúvidas acerca da sua supremacia, uma vez que é fato notório que ele nunca teve adversários a sua altura. O Ayrton Senna correu numa época em que haviam Prost, Piquet, Mansell e Lauda. Os sites estrangeiros são repletos de depoimentos de ex-pilotos, jornalistas especializados, mecânicos de F1 e dirigentes de equipes que são unânimes em afirmar jamais terem visto alguém pilotar como o Senna. O Senna revolucionou o mundo da F1 com seu profissionalismo, numa época em que pilotos eram "bon-vivants", que mais participavam de badalações do que de reuniões com engenheiros. Senna ficava horas e horas com os engenheiros até extrair o máximo dos motores Honda, analisando gráficos de telemetria. Os japoneses da Honda reconheciam isso e não era a toa que fosse seu piloto preferido. Antes do Senna, a Honda havia tido péssimas experiências com a má vontade de Mansell e Rosberg. Também naquela época, a questão do preparo físico era pouco levado a sério por outros pilotos, e o Senna foi um dos pioneiros nesse quesito, através do Nuno Cobra. Hoje é regra; todo piloto possui um preparador físico. O Senna não foi apenas mais um tri-campeão... A era Mclaren-Honda-Senna impôs à fórmula 1 um salto em eficiência e profissionalismo raramente visto em outras épocas, que obrigou equipes como Ferrari e Williams a buscarem a mesma eficiência (e até superarem).

Em Fórmula 1
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Em 04/07/2009 02h30
Há de se verificar antes se todo postulante a um pedaço de terra é realmente alguém com vocação para agricultura. A agricultura familiar atual evoluiu muito, quando comparada àquela que se fazia cinquenta anos atrás. Hoje até mesmo o pequeno agricultor precisa dominar técnicas de correção de solo, irrigação, rotação de culturas e outras formas de manejos sustentáveis. Muitas pequenas propriedades produtivas somente resistem hoje graças ao fato da atual geração possuir formação técnico-agrícola. Sou descendente de japoneses; meu pai imigrou para este país quase sem nada, nunca foi proprietário de terras de plantio; trabalhou vários anos como peão numa fazenda e depois de muita experiência (e muita poupança), arrendou terras para plantar. Após bem sucedidos anos de boa colheita, juntou o suficiente para vir a São Paulo nos anos 60 e montar uma mercearia. Só então se tornou proprietário de algo. Dos conhecidos de meu pai que ficaram na agricultura, somente os que se modernizaram é que permaneceram; e ainda assim, ainda sofrem as intempéries de um mercado que já não remunera como antes a produção de hortifrutis. Enquanto foi pequeno agricultor, meu pai não contou com apoio governamental para plantar e não creio que hoje seja muito diferente. Quando vejo toda essa massa de gente lutando por um pedacinho de terra para plantar, só posso desejar "Boa Sorte", pois irão precisar e muito. Depois, não se esqueçam da educação dos filhos. A terra, um dia o banco toma; a educação fica.

Em Reforma agrária
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Em 03/07/2009 16h37
Caro Alexandre de Lima,
a opção que sugeri é apenas um paliativo. Porém, não é para toda situação que se aplica e tampouco resolve o problema de velocidade e instabilidade. Concordo totalmente com você de que a obrigação é toda da telefônica em fornecer todo o serviço. Não sei como funciona exatamente todo o sitema da telefonica, mas tenho me perguntado porque é que a Telefonica simplesmente não fornece outras opções alternativas de servidor DNS na sua autenticação. O problema deles está longe de ser a falta de recursos (pelo que eles cobram, jamais será problema); reside na falta de competência. Fiquei surpreso quando soube que a grande pane geral passada ocorrera devido a problemas numa ÚNICA central de servidores do Speedy em Sorocaba. A internet foi inicialmente desenvolvida com fins militares e seu maior trunfo reside justamente na sua capacidade de se manter funcionando graças a sua descentralização e redes redundantes, e mesmo que um ou outro servidor venha a ser destruído por uma catástrofe nuclear, o sistema continuaria de pé. Mas a fabulosa Telefônica conseguiu a façanha de por abaixo o que nem uma guerra conseguiria.

Em Pane na rede
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Em 02/07/2009 20h50
Percebi que parte do problema se deve a incapacidade do servidor DNS da telefônica em traduzir os endereços "www..." em IP. Resolvi esse problema mudando manualmente o DNS na minha configuração de internet, pelo de outro servidor DNS que não speedy. Estou usando o do uol: 200.221.11.101.

Em Pane na rede
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Em 28/06/2009 19h40
É preciso estabelecer diminuir o orçamento do Senado. R$ 2,7 bilhões é dinheiro demais !!! Com esse dinheiro se pode comprar 100 mil carros de R$ 27 mil... Ou senão, daria para se construir 50 mil casas populares ao custo de R$ 54 mil cada. Ou um ano de bolsa família para quase 2 milhões de pessoas. Por que será que ninguém se escandaliza com esses valores absurdos ? Será que os auditores do TCU desaprenderam a fazer as contas ? Nunca na história deste país, tivemos um estado tão rico quanto este.

Em Eleições no congresso
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Em 24/06/2009 03h54
Pessoal, essa tal FLACUSP é uma piada. Se é de mau gosto ou não, dependerá da coloração ideológica de quem a ouvir... Surgiu de uma piada feita no orkut. Alguém pescou a idéia e criou a comunidade com perfil fake, apenas para tripudiar os radicais de esquerda. Um TROTE, isso o que é. O próprio nome, (frente de libertação anticomunista da usp) é uma caricatura dos movimentos armados de esquerda, porém ideologicamente contrário. Num fórum virtual da comunidade USP, o rapaz entrevistado disse que sua opinião ficou distorcida na reportagem. Porém, o que mais chama a atenção é o fato da Folha ter noticiado a existência de um movimento real, tendo se baseado no depoimento de alguém que não quis se identificar totalmente... Fica a impressão equivocada de que essa comunidade fake seria uma das porta-vozes oficiais dos anti-grevistas. Mas agora o estrago já está feito. Confesso que num primeiro instante acreditei na existência real de tal grupo e até fiquei indignado. Agora, só posso rir de mim mesmo por ter sido ingênuo a ponto de acreditar que a Folha jamais publicaria algo assim. Agora não sei qual é a piada mais cômica: a da FLACUSP que por si só é uma piada sarcástica, ou o fato da Folha ter levado a sério a existência real de tal movimento.

Em Confusão na USP
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Em 23/06/2009 16h48
Flacusp (Forças de Libertação Anticomunistas da USP) ???
Me admira que com tanta gente para entrevistar dentro da USP, a Folha tenha optado por dar atenção justamente a um infeliz que quer reeditar a odiosa CCC (comando de caça a comunistas) em pleno século XXI.
A comunidade USP no orkut possui mais de 47 mil membros e a Folha dá voz a uma comunidade ridícula de apenas 107 infelizes ... Deu a eles justamente o que eles querem. Os seus 15 minutos de fama. Que amanhã sejam esquecidos assim como os defensores de Stalin e Mao.

Em Confusão na USP
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Termos e condições

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