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Comentários de Marcelo Takara
Em 23/06/2009 15h03
Na USP e em outras universidades públicas, há sim, muita gente que trabalha duro para melhorar o mundo, ao contrário dos que acusam a nova geração de reacionária, por não concordarem com suas idéias. Eu mesmo fiz pós-doc junto a um grupo da UFRJ que trabalha no desenvolvimento de remédios contra doenças negligenciadas pela grandes companhias farmacêuticas. Conheço também pessoas da área da Química que estudam novos processos de reciclagem de materiais que futuramente podem beneficiar as cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Conheço pesquisadores que buscam desenvolver tecnologias de painéis solares de custo acessíveis para obtenção de energia limpa e barata para comunidades isoladas do sertão. Tenho ainda colegas que são voluntários em cursinhos pré-vestibulares gratuitos. E outros são voluntários em programas de inclusão digital em telecentros. Muitos destes não apoiaram a paralisação. E são somente uma diminuta fração dos que posso mencionar, pois o espaço aqui é escasso. Há muito mais exemplos. É tudo gente ocupada demais em fazer valer cada centavo investido neles, e que preferem a ação concreta do que ficar apenas nos discursos. Quais os argumentos sólidos para julgá-los alienados e retrógrados ? Vivemos num estado de direito democrático; apenas uma minoria insiste em mudar o mundo pela ruptura, invadindo prédios públicos e constrangendo a decisão alheia de trabalhar. O mundo mudou, e hoje só se faz melhor com muito estudo, trabalho e seriedade.

Em Confusão na USP
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Em 21/06/2009 20h08
Enquete sobre greve feita por alunos da USP:
87,95% dos docentes CONTRA a greve
55,70% dos funcionários CONTRA a greve
80,15% dos alunos CONTRA a greve
É bem coerente com o que se ouve em diálogos na USP.

Em Confusão na USP
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Em 21/06/2009 18h47
Vejo que muitos se surpreendem em ver que a maioria dos estudantes (80%) é contra a greve. Fica a imagem de que o estudante uspiano é alienado politicamente e indiferente às causas sociais e que não possua uma consciência política. Uma imagem descabida. Há quem diga que a nova geração não faça jus ao legado dos movimentos estudantis dos anos 60, que conheceu o seu ápice com a passeata dos 100 mil no Rio e nos confrontos da rua Maria Antônia... Eram tempos de repressão e censura. Toda manifestação fazia sentido. Porém, os dias atuais são diferentes... Muitos dos perseguidos daqueles tempos são hoje os diretores e dirigentes da USP. Vivemos num sistema que não é perfeito, mas que vai seguindo o regime do estado de direito democrático. Chamar quem não concorda com a greve de reacionário-burgues-fascista-etc é uma atitude tão infantil quanto a dos extrema-direitas que elegem os Malufs e os Conte Lopes da vida. Sou sempre favorável a causas sociais justas e entendo que todos tenham direito a melhores condições de salários e de trabalho. Mas quando se percebe que uma greve é orquestrada anualmente, com data marcada (sempre no outono) fica evidente a marmelada imposta por uma minoria que busca qualquer pretexto para encadear uma greve claramente política. O direito de greve é algo que não deveria ser banalizado assim. De tão corriqueiro, se tornou banal, perdeu impacto e se tornou incômoda. Não admira a passeata ter sido alvo de ovos e outros objetos.

Em Confusão na USP
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Em 20/06/2009 15h59
Tive professores e orientadores que foram da heróica geração de 68. Sofreram perseguições políticas, um foi torturado, outro foi expulso da faculdade. Hoje porém, ocupam cargos de direção em unidades da USP, na difícil incumbência de administrar folhas de pagamentos e despesas. Eis porém, que no cumprimento de seus deveres e obrigações de fazer a USP funcionar, são taxados de "reacionários" e "fascistas". Será que também os grevistas do INSS considerariam o presidente Lula um reacionário, por este não poder aceitar todas suas exigências ?

Em Confusão na USP
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Em 20/06/2009 06h16
Deve ser difícil àquele sujeito de uma das firmas da av. Paulista entender que parte do seu suado dinheiro pago em impostos ainda não é suficiente para dar um salário mais digno aos tais grevistas da passeata. Eles podem parar quantos dias quiserem, sem serem demitidos. Que inveja... Mais difícil ainda é tentar entender como o mesmo imposto ainda é gasto para sustentar a educação daqueles jovens que preferiram ir às ruas, ao invés de estudarem. Imaginem que esse mesmo sujeito, ao sair do serviço e pegar um ônibus em direção à faculdade particular (paga com muito sacrifício), ainda enfrentará um congestionamento monstro provocado pela mesma passeata. Que azar o dele. Desde cedo teve de trabalhar duro; não teve acesso a um ensino básico decente que lhe permitisse ingressar na USP. Eita vida onde tudo é difícil. Somente a alguns poucos tudo é fácil. Fácil estudar sem pagar nada e fácil atrapalhar o direito alheio de ir e vir, de trabalhar e de estudar.

Em Confusão na USP
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Em 19/06/2009 14h37
Já fui graduando e pós-graduando da USP. Até concluir um doutorado, foram mais de dez anos frequentando a USP. Digo por experiência própria que a maioria dos estudantes da USP (diria que mais de 3/4) é contra as greves. Pergunta-se então porque essa maioria silenciosa não se manifesta... Resposta simples: estão estudando. A vida de estudante sério na USP nunca foi água com açúcar. Vários cursos possuem trabalhos semanais, semi-avaliações quinzenais, provas bimestrais. Na minha unidade (IF), por exemplo, as greves sempre foram parciais, de forma que acabávamos tendo aulas normalmente. A imensa maioria silenciosa está ocupada demais estudando, afinal, nada é de graça neste mundo. Alguém está pagando a conta da USP, nada mais justo do que honrar esse compromisso com a sociedade.

Em Confusão na USP
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Em 17/06/2009 19h27
Quem hoje tem mais de 40 anos deve se lembrar dos malfadados planos cruzado, cruzado novo, plano verão, plano bresser, dentre outros, elaborados para combater a inflação nos idos da segunda metade da década de 80... Era um plano a cada semestre e se um ministro da fazenda chegava a durar mais de um ano no cargo, já era um grande feito. Tá certo que o Sarney teve o mérito de ter tido um importante papel no período da transição da ditadura para democracia. Mas foi só... Ele deveria ter se retirado logo que se deu a eleição direta do primeiro presidente pós-ditadura (no caso o Collor). No período do plano cruzado, o Sarney só fez MERDA... Criou a figura caricata dos "fiscais do sarney", que queriam subverter todas as leis de mercado, impondo um tabelamento de preços irreal que obrigava comerciantes e fabricantes a arcar com prejuizos vendendo abaixo do custo. Tudo em nome de uma política demagógica que elegeu comerciantes e produtores como responsáveis pela hiperinflação... Do lado do governo, nenhum esforço era feito para disciplinar os gastos e colocar o orçamento em dia. Naquele tempo falar em superávit primário era falar grego. Não é de surpreender que o Maranhão amargue os piores índices de desenvolvimento humano no país.

Em Senado
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Em 17/06/2009 00h25
Os problemas do senado e também da câmara nada mais refletem do que a realidade do país que somos. Se há falta de ética nas altas esferas do poder, é porque a mesma talvez falte também pelo resto da sociedade. A ética duvidosa infelizmente faz parte da nossa sociedade. Quem não se lembra de um certo episódio daquele programa interatvo intitulado "Você Decide", exibido pela Globo, onde o público decidia o final da estória ? Um encarregado de uma instituição filantrópica de menores abandonados perde uma maleta cheia de dinheiro; a mesma é encontrada por um pai de família em dificuldades financeiras. A decisão: devolver ou não a maleta, sabendo-se que muitos dos beneficiados pela instituição seriam menores delinquentes. No final, o público decidiu que o dinheiro não fosse devolvido. Não surpreende que esse mesmo público seja capaz de eleger o senado e a câmara que temos hoje. Basta olharmos no espelho, para observarmos o caráter da nossa sociedade... Lembrem-se daquele personagem malandro criado por Walt Disney, o Zé Carioca... Lembrem-se também do herói sem caráter Macunaíma... E também do Jeca Tatu. Agora imaginem esses personagens dirigindo o nosso pais. Pronto, está tudo explicado. Tirem o Sarney do senado e logo surgirá outro sarney para ocupar seu lugar, afinal o "tipo sarney" faz parte da realidade do Brasil. Queiram ou não, haverá sempre quem vote nos "sarneys", "malufs", "calheiros" , "collors",etc, por se sentirem representado por tais tipos. Triste assim.

Em Senado
sem opinião
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Em 14/06/2009 14h52
Já havia comentado em outro post, mas tornarei a repetir aqui. O Senado gastará esse ano a quantia de R$ 2,7 bilhões, para custear as atividades de 81 senadores. É dinheiro demais e acredito que esse seja um dos senados mais caros do mundo, senão o único. Para que se tenham idéia do que essa quantia significa, os 81 senadores gastam quase TRÊS vezes mais do que o orçamento do Ministério da Cultura (!!!). Outra comparação: o orçamento da USP, com campi espalhados por 7 cidades, 15 mil funcionários, 5 mil professores e 84 mil alunos foi de R$ 2,6 bilhões (2008). Por si só, o escandaloso valor do orçamento do senado já seria motivo de CPI...

Em Senado
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Em 04/06/2009 15h22
Causa um desconforto muito grande perceber o grau de alienação a que o povo chinês está sendo submetido pelo seu governo. Numa pesquisa feita entre jovens chineses, foi apresentada a célebre imagem daquele rapaz que se postou contra os tanques; mas a imensa maioria dos pesquisados não soube dizer do que se tratava. Mesmo aqueles que têm conhecimento do massacre, acreditam na versão oficial de que as únicas vítimas foram os soldados mortos por manifestantes manipulados por "terroristas contra-revolucionários". Basta ir a fóruns de discussões, ou mesmo uma visita ao youtube, para ver o fanatismo com que muitos internautas chineses defendem seu regime. Sobre a questão do Tibet, por exemplo, há inúmeras manifestações chinesas contra o Dalai Lama. O governo, através de sua máquina de propaganda e censura, está criando uma nova geração de chineses extremamente nacionalistas, que não escondem o comportamento xenófobo ante qualquer crítica ao regime de seu país. Há várias notícias de ataques de hackers chineses contra sites que eles considerem ofensivos ao seu regime. Para a juventude chinesa atual, as questões do Massacre da Praça da Paz Celestial, assim como a do Tibet, não passam de manipulações feitas pela mídia estrangeira. Muito preocupante mesmo...

Em 20 anos do massacre na praça da Paz Celestial
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Em 14/05/2009 02h15
O que mais me incomoda no comportamento deste senhor é a empáfia com que insiste em proferir a tal frase odiosa. Quando ele diz : "Estou me lixando" , parece estar querendo dizer: "Dane-se".

Em Castelo
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Em 13/05/2009 21h26
A USP, considerada a melhor universidade do país, teve em 2008 um orçamento de 2,6 bilhões, para dar conta de todos os campi espalhados por 7 cidades no estado. Só na capital, temos a Cidade Universitária no Butantan, a Faculdade de Direito no Largo do S.Francisco, a Faculdade de Medicina junto ao HC e o Campus da Zona leste. Depois, são mais outros campi, em Lorena, Bauru, S.CArlos, Ribeirão Preto, Pirassununga e Piracicaba. No total, são aproximadamente 15 mil funcionários, 5 mil docentes e 85 mil estudadantes, dentre graduação e pós-graduação. Agora, tentem imaginar que o nosso país gasta quase a mesma quantia (2,7 bi) para manter as atividades de 81 senadores.

Em Senado
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Em 13/05/2009 02h52
Será que o pessoal da FGV anda tão ruim de conta, para não perceber a desproporção destes gastos? É estarrecedor sabermos que a quantia gasta para manter a atividade de 81senadores seria suficiente para pagar um ano de bolsa família para aproximadamente 2 milhões de pessoas. Cada um dos senadores custa cerca de R$ 33 milhões ao ano (!!!) É praticamente uma super-megasena acumulada por senador.

Em Senado
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Em 17/02/2009 04h11
"Temer diz que denúncias de Jarbas sobre corrupção no PMDB são genéricas demais"
A que ponto chegamos... Não bastassem produtos genéricos, medicamentos genéricos, agora temos ...denúncias genéricas ???
Acho que os nossos políticos é que são genéricos. Muito produto de má qualidade no congresso. Precisamos tascar um selo de qualidade na testa desses senhores... Só assim saberemos "o que" escolher nas próximas eleições.

Em Jarbas
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Em 17/02/2009 03h11
Há dois mil anos atrás, o povo preferiu libertar Barrabás e crucificar Jesus.
E no entanto, dizem que a voz do povo é a voz de Deus. Agora, o povo quer o Chavez. Que assim seja. E que os Céus nos protejam.

Em Hugo Chávez
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Em 16/02/2009 01h26
Cada povo escolhe o líder que merece. Se toda unanimidade fosse sábia, todos os políticos seriam bons, afinal são eleitos pelas maiorias. E se a voz do povo fosse a voz de Deus, Jesus jamais seria crucificado no lugar de Barrabás. A democracia é excelente; pena que o caráter de muitas pessoas também não seja.

Em Hugo Chávez
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Em 09/02/2009 13h33
"Metrô de SP fez compra de trens com pesquisa na internet"
putz... compraram metrô pelo "mercado livre" ? Ou será que usaram o "buscapé" ?
kkkkk

Em Alstom
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Em 12/03/2008 12h53
Fiquei indignado com o tratamento dado aos estudantes brasileiros. Mesmo porque embora não os conheça pessoalmente, já fiz parte do mesmo programa de pós-graduação da estudante de física, e tal qual ela, já viajei ao exterior para participar de um congresso nos EUA, isso na época do pós 11-09. Só discordo desta política de reciprocidade; apenas porque fomos injustiçados, não nos cabe cometer outras injustiças, apenas para "dar o troco". Agora vamos combater a estupidez sendo mais estúpidos? Devem haver formas mais inteligentes de se lidar com essa situação e o mero revanchismo apenas serve para exaltar alguns ânimos exaltados e xenófobos. Apenas vou parafrasear um post que li em outro fórum e que achei bem sensato: ...a se continuar essa política do olho por olho e dente por dente, terminaremos todos cegos e banguelas...

Em Espanha deporta brasileiros
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Em 12/03/2008 12h40
Ultimamente, os brasileiros têm encontrado dificuldades de entrar não apenas na Espanha, mas também em vários outros países "ditos" desenvolvidos. E o que me deixa consternado é ver que poucos brasileiros (e mesmo o governo) se esforçam em tentar compreender as causas da rejeição. Por outro lado, quando saio às ruas, não me é difícil entender o porque. Cometemos infrações de trânsito a todo momento, precisamos de fiscalização nas catracas do metrô, jogamos lixo nas ruas, fazemos barulho após às 22hs, enfim, somos muito coniventes com transgressões às normas básicas que regem o bom convívio. Se são esses mesmos comportamentos que levamos quando vamos ao exterior, não me admira o preconceito deles com relação a nós. Somos alegres e espontâneos; mas somos como aquele amigo que adoramos ver nas festas, mas com o qual não suportaríamos conviver sob o mesmo teto no dia a dia.

Em Espanha deporta brasileiros
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Em 19/01/2008 20h02
Essas nossas elites paulistanas... Nunca exerceram o mecenato espontaneamente. Já que adoram a civilidade do primeiro mundo, que tal se esforçassem mais para incentivar a cultura no nosso próprio país? Que tal manter os museus, conceder bolsas de incentivo às artes e educação, tal qual fazem as elites americanas? Que assumam o seu papel de mecenas. Talvez não lhes saia caro... Apenas deixariam de almoçar um dia do mês no fasano, uma sacola de compras a menos na daslu ou encurtariam uma diária das férias em Aspen. Seria muito sacrifício? Afinal, a elite de um país deveria representar o que de melhor há na sua sociedade, em termos de comportamentos, valores éticos e liderança. Por outro lado, reclamam da corrupção, mas aceitam no seu convívio social um ou outro empresário corrupto sabidamente envolvido em sonegação fiscal e favorecimentos ilícitos. Ora, que usem sua influência para melhorar o país, ao invés de se refugiarem em seus bunkers e carros blindados. Onde estarão os requícios daquela classe orgulhosa e altiva que empreendeu a revolução de 32 e fundou a USP? Um dos males do nosso país não é termos uma elite economicamente poderosa, mas uma elite medíocre e omissa. A falência do MASP é um exemplo disso. E deve parecer bizarro a qualquer forasteiro o fato de que hoje um dos maiores incentivadores de cultura no país é uma companhia petrolífera (!).

Em Furto no Masp
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Termos e condições

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