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Comentários de Ricardo Perrone
Em 19/11/2009 09h24
Lamentável essa afirmação: "Obama diz que "ninguém se ofenderia" com morte de responsáveis por 11 de setembro". Como pode alguém desqualificar a vida de outro dessa forma? Independente do erro que uma pessoa possa vir a cometer, nenhum de nós tem o direito de tirar a vida de ninguém, nem mesmo dos mais inescrupolosos assassinos, sejam eles militantes islâmicos ou forças ocidentais militares. É assim que se dizem defensores da Liberdade e da Justiça? Hipócritas! Agora mais do que nunca, tenho a certeza de que o Prêmio Nobel concedido ao presidente desta nação foi um erro político grave. Será que ele concordaria com a afirmação: "Ninguém se ofenderia com a morte dos responsáveis pelo lançamento da bomba atômica, ou talvez do responsáveis pelas Guerras do Vietnã, Iraque e Afeganistão!". Que tal incluirmos nessa afirmação o Massacre de civis na Faixa de Gaza?

Em Governo Obama
sem opinião
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Em 18/11/2009 19h28
Seria apropriado que as pessoas que efetuam comentários usassem os termos corretos de acordo com os fatos. A palavra "terrorismo" é uma palavra criada pelos americanos para desqualificar a ação de determinados grupos militantes. Contudo, eles mesmo acabam por se encaixar na própria definição que criaram, quando temos inúmeros casos de bombardeios americanos a civis e assassinatos seletivos na Somália, Iraque, Afeganistão e Paquistão. Portanto, trata-se de um termo relativamente recente na história mundial, e é oportunamente utilizado pelos americanos segundo seus interesses políticos e militares. Sempre que um bombardeio mata civis, eles os chamam de insurgentes, militantes ou terroristas. Como se idosos ou crianças pequenas pudessem fabricar e armar explosivos (IED). Esse cidadão italiano Cesare Battisti pode ser corretamente enquadrado como guerrilheiro ou ativista, conforme denominações de sua época de atuação. Ele não pode ser enquadrado como "Terrorista" porque nunca atuou dentro dos tempos atuais e nem com a ideologia de agora. Leigos costumam misturar informações distintas. A decisão do supremo de recomendar sua extradição somente reforça aquilo que se tem observados dentro dos últimos anos: O Supremo têm tomados decisões de caráter político, quando deveria apenas ser extritamente técnico e sem interpretações ideológicas/políticas da Lei. As justificativas que são apresentadas para se sustentar um voto, são preocupantes!

Em Extradição
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Em 15/11/2009 12h42
Não me parece correto chamar de "acordo" esse documento imposto pela IAEA ao Irã. Tal documento redigido totalmente por americanos segundo seus próprios interesses não configura um tradicional documento usualmente aceito como Acordo. Neste documento imposto somente existem imposições! Não há deveres e obrigações igualmente distribuidas entre as duas partes concordantes. Na realidade, seria melhor enquadrado como uma ordem judicial imposta ao Irã. Acredito que o Irã não deve aceitar esse tipo de coisa, que é um desafio direto a sua soberania e direito de explorar os benefícios da energia nuclear. Além disso não deveriam usar o termo "Comunidade Internacional" para pressionar o Irã. A Comunidade Internacional não tem nenhum interesse nessa confusão criada por potências ocidentais, e com forte apoio israelense. A Comunidade Internacional tem outros interesses que o CS da ONU e o G-8 nunca demonstraram o menor interesse em se quer discutir seriamente. Tal campanha somente visa influenciar mentes despreparadas nos diversos países, e estabelecer uma falsa idéia de que existe o Bem representado pelo Ocidente (Leia-se aqui USA, França, Alemanha e UK), e o Mal encarnado na figura de alguns países (Leia-se aqui Irã, Síria e Coréia do Norte). Seria melhor que países hostis ao Irã jogassem de forma limpa e direta, sem rodeios ou provas falsas: "Ou vocês aceitam serem subordinados aos nossos interesses, ou então iremos bombardeá-los!"

Em Risco Nuclear
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Em 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa.

Em Reféns das Farc
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Em 10/11/2009 22h47
Honduras vai jogar dinheiro fora com essa eleição fabricada por golpistas! O Brasil está muito certo em não apoiar um peça teatral dessas. Contudo, é provável que os americanos resolvam aceitar essa farsa para afastarem de vez um governante apoiado por Chavez. Se o golpe tivesse sido contra Uribe, na Colombia, certamente os americanos já teriam resolvido essa questão.

Em Honduras
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Em 05/11/2009 22h34
O comércio de armamentos militares é uma prática amplamente estabelecida internacionalmente. Países como EUA, Rússia, Alemanha, França e Israel ganham bilhões de dólares com esse tipo de comércio. Qual o problema específico em Síria e Irã realizarem esse tipo de transação? Nenhum! Os americanos vendem aos israelenses bilhões de dólares em armamentos de última geração e ninguém reclama. A apreensão de um navio em águas internacionais pela marinha israelense é criminosa! E isso é particularmente perigoso em uma região como o Oriente Médio. Isso não pode ser tolerado impunemente pela ONU. Já pensaram se o Irã resolve simplemente apreender os navios petroleiros que passam pelo Estreito de Ormuz? Independentemente da carga que um navio transporte, ele não pode ter sua carga violada e muito menos ser apreendido. Não há absolutamente nada no direito internacional que justifique isso. Trata-se de pirataria destinada a roubar a carga. É assim que desejam ser reconhecidos como um Estado? Por causa dessa atitude e de muitas outras que cada vez mais o governo israelense se isola a nível internacional.

Em Violência em Gaza
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Em 05/11/2009 10h32
Mas que frase fantástica: "Karzai é corrupto, mas é 'nosso homem'...". Agora o Ocidente não tem mais como esconder a farsa das eleições "democráticas" afegã. Hipócritas! isso é o que eles são! criticaram ferozmente o processo eleitoral no Irã, e agora agem com cinismo ao tentar ocultar ou ignorar as falhas grotescas no Afeganistão. São essas atitudes que fazem da política (nacional e internacional) um ambiente podre, fétido e altamente propício ao exercício de tudo o que não presta. Essa guerra no Afeganistão se tornou um atoleiro para a OTAN, que foi arrastada para lá por seu protetor EUA. Agora não sabem como sair e apelam para qualquer coisa, até mesmo apoiando um corrupto.

Em Eleição no Afeganistão
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Em 02/11/2009 17h05
As potências ocidentais agiram de foram tão severa quando houve problemas na eleição iraniana, e agora, tentam a todo custo dar respaldo a uma caótica e fraudulenta eleição afegã. Usam até a ONU como forma de legitimar o processo. Mas o cancelamento do segundo turno das eleições afegãs demonstram o fracasso desse processo eleitoral em plena guerra. Este presidente afegão, que mais parece um enviado ocidental para administrar um governo fictício, não possui qualquer autoridade de fato sobre a população local. É uma utopía sem precedentes tentar ensinar uma cultura tribal o que significa um processo eleitoral democrático. E o mais absurdo é esperar que eles aceitem esse sistema de governo imposto. Se acham que irão conseguir "ocidentalizar" o Afeganistão, assim como fizeram com alguns países asiáticos, estão completamente enganados e endividados, pois isso vai custar bilhões de dólares. O Iraque já demonstrou um grau de resistência muito grande a este modelo "democrático", mas o Afeganistão representa um desafio de proporções muito maiores. E o cancelamento do segundo turno é apenas o primeiro sinal disso.

Em AFE-PAQUI
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Em 30/10/2009 19h00
Não me parece que Sarney, diante dos inúmeros escândalos em que esta envolvido, tenha condições de criticar o governo da Venezuela. O Estado Venezuelano possui um sistema democrático igual ao do Brasil, ou seja, os presidentes são eleitos pelo voto direto. A sociedade de um modo geral confunde democracia com liberdade de expressão. E muitas autoridades brasileiras e a propria imprensa favorecem isso, ao emitirem declarações equivocadas em relação a esse assunto. Um Estado pode conceder plena liberdade de expressão a seus cidadãos e ao mesmo tempo não possuir um sistema democrático. Por outro lado, pode ocorrer de um Estado ser democrático e restringir severamente a liberdade de expressão. Liberdade de expressão está muito mais associada a um estilo de gestão governamental do que a infra-estrutura de um sistema político de Estado. Logo, a depender do governante eleito pode haver ou não subtração de liberdades. Mas o povo sempre terá a possíbilidade de mudar isso nas eleições futuras, escolhendo um governante com outro estilo de atuação. Nota: A imprensa é um veículo de comunicação que muitas vezes pertencem a grupos políticos. É uma falácia afimar que ela é o bastião da liberdade de expressão. A imprensa nada mais é do que uma empresa capitalista que precisa dar lucro aos seus acionistas ou sócios para poder continuar em operação.

Em MERCOSUL
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Em 29/10/2009 12h51
Incrível essa matéria: "General alemão diz que ataque aéreo que matou civis afegãos foi apropriado". E a população ocidental ainda acha que terroristas são apenas os militantes islâmicos! Matam civis inocentes e mentem para ocultar a verdade, e nada será feito para levar a julgamentos os culpados por esta tragédia. Não há nenhum princípio de Justiça e equilíbrio em tratar militantes islâmicos como criminosos, e ao mesmo tempo deixar impunes criminosos que integram as forças da OTAN. Se querem caçar os terroristas começem por eliminar os terroristas que existem dentro da própria corporação, aplicando um julgamento amplo e irrestrito.

Em AFE-PAQUI
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Em 28/10/2009 22h00
Senhor Ebenezer R. A. respeito sua opnião e aproveitando a sua própria linha de raciocínio onde faz a seguinte passagem:"...você se manifestaria de forma diferente se fosse uma das milhares de vítimas ...". Ressalto que essa mesma forma de pensar, pode ser usada pelas vítimas dos ataques americanos declarados como de "alta precisão", e que por muitas vezes já mataram mulheres, crianças e adolescentes na Somália, Iraque, Afeganistão e Paquistão. Todos estes também inocentes! Mas a versão oficial esconde esses fatos da população mundial, que prefere assistir a sua própria versão da guerra (Eles, bandidos, e o ocidente os "mocinhos" em defesa da liberdade). Não defendo aqui a atitude desesperada de militantes que se explodem matando inocentes. Apenas defendo fortemente, que um Estado não importa ele qual seja, não pode estar acima da Lei, usando artifícios criminosos para atuar em defesa da sua população. A época dos bárbaros já passou a séculos! Quase a totalidade das informações de inteligência obtidas são feitas via procedimentos de torturas temerosas e medievais. Isso não pode ser tolerado por nenhuma sociedade, seja ela ocidental ou oriental. Respeito aqueles que foram vítimas de ataques (de ambos os lados) e que desenvolveram um sentimento natural de vingança, mas ressalto que um governante deve guiar sua nação pelos princípios de ética, justíça, disciplina e por tudo aquilo que é irrepreensível! Não vai ser pagando na mesma moeda que o Ocidente vai ganhar essa guerra.

Em AFE-PAQUI
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Em 25/10/2009 19h15
Espero que o Iraque consiga, em um futuro próximo, se livrar da presença militar estrangeira em seu solo. Sua plena autonomia e independência somente será atingida quando isso acontecer, e de quebra também jogarem foram esse modelo de governança democrático que foi imposto. O Iraque deve buscar um modelo em acordo com sua cultura tribal, quer o ocidente goste ou não. Derrubaram Saddam e quem pagou o preço foi o povo iraquiano! O caos se instalou por lá e a morte se espalhou como uma praga. É isso que chamam de novo Iraque?

Em Governo Obama
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Em 24/10/2009 10h34
Penso que o título da matéria: "Ataque de mísseis dos EUA mata ao menos 14 no Paquistão", ficaria melhor se fosse modificado para: "Ataque de mísseis dos EUA assassina ao menos 14 no Paquistão". Isso representa melhor este modelo de execução sumária, que agride grotestacamente o direito internacional e o tão alardeado direitos humanos. É medieval e insana essa idéia de que eles podem agir dessa forma impunemente. Um Estado existe para garantir a Lei e não para estar acima da Lei. Considerando-se a maneira como agem, não são muito diferentes de suas vítimas executadas friamente.

Em AFE-PAQUI
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Em 21/10/2009 09h36
Que piada essa reportagem/frase: "... o Paquistão precisa libertar-se urgentemente do extremismo". É impressionante como o mundo está repleto de pessoas que somente fazem consumir informação, sem qualquer tipo de filtragem ou mesmo compreensão do processo de manipulação que a mídia mundial realiza. Qual o problema com o extremismo? Devemos eliminá-lo apenas por que alguns governantes e políticos pregam isso? Por que criaram esse rótulo "extremismo" e porque somente usam conforme a conveniência de interesses políticos e militares? É necessário explicar aos milhões de leigos espalhados pelo mundo, que não há problema algum com o extremismo! Por exemplo, está errado uma pessoa ser EXTREMAMENTE honesta ou educada? A raiz da questão reside nos valores que cultivamos ao extremo e não na atitude em si de ser extremo! Novamente, levanto a questão: Todos concordam que é errado ser extremamente egoísta ou indiferente ou intransigente? Digo a vocês que não há nada de errado com o extremismo ou o radicalismos como muitos gostam de propagar por ai. O problema é puramente de valores cultivados e de conduta adotada. E isso afeta toda a sociedade mundial, inclusive o mundo ocidental. Enquanto valores como ódio, ganância, vingança e corrupção reinarem no mundo sendo cultivados de forma extrema, tanto por governos americanos, franceses e britânicos quanto por grupos militantes islâmicos, não haverá a menor possibilidade de entendimento duradouro...

Em AFE-PAQUI
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Em 14/10/2009 13h33
Enquanto existir esse ultrapassado modelo de gestão baseado em um CS com 5 países na ONU, nada de concreto poderá ser feito para resolver problemas mundiais. Atualmente o CS somente server para tratar de assuntos de interesse dos americanos e israelenses. Qualquer medida contrária é vetada pelos hipócritas. Israel permanece impuni até hoje por causa da total cumplicidade americana. Não existe uma só bala disparada por israelenses que não seja do conhecimento prévio americano! A décadas esse conflite persiste, e embora alguns tenham esperança, a verdade é que não há a menor possibilidade de existir um Estado Palestino enquanto os americanos derem cobertura aos crimes da administração israelense. Tentam de diversas formas justificarem seus crimes escondendo-se atrás da falácia: "guerra ao terrorismo". Terrorismo é um termo ocidental usado para desqualificar a resistência de grupos armados. Estes grupos seriam melhor enquadrados com os termos do século passado: "grupos guerrilheiros". Isto porque do ponto de vista da definição de Terrorismo, não há diferença entre muitas ações americanas/israelenses que matam civis, e as ações de determinados grupos militantes que também matam civis. Portanto, tal definição ocidental visa apenas desqualificar um lado mediante a opnião pública mundial. Contudo, ambos são culpados...

Em Violência em Gaza
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Em 12/10/2009 13h15
O governo do Sri Lanka cometeu diversas atrocidades ao impor um combate final a guerrilha Tamis. Aqueles no CS da ONU que gostam de classificar os outros como Terroristas, mas não suas próprias ações, não fizeram abasolutamente nada em relação a isso! Logo se percebe, que terroristmo é um termo ocidental para desqualificar as ações indiscriminadas de grupos de resistência. Contudo, as ações ocidentais que assassinam civis não recebem tal denominação. Por que? A imprensa ociental não dá ênfase alguma a tais crimes, apenas àqueles que são classificados como "terroristas". Ao meu ver, isso é uma forma de mascarar a realidade dos fatos. Um Estado existe para defender a Lei, e não para estar acima da Lei. Os séculos avançam contudo, os erros humanos se repentem...

Em Conflito no Sri Lanka
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Em 09/10/2009 12h06
O prêmio Nobel da Paz sempre foi um prêmio político! E dentro do contexto político existem várias personalidades que poderiam ter recebido esse prêmio. É particularmente um paradoxo a premiação do presidente de uma nação responsável por iniciar 3 guerras sangrentas e irresponsáveis(Vietnã, Iraque e Afeganistão) desde a II Guerra Mundial. Ao mesmo tempo essa mesma nação desenvolve uma política oculta de assassinatos seletivos, conjuntamente com o Mossad, para a eliminação de cientistas nucleares e outros militantes do mundo islâmico. Isso é patrocinar os esforços pela Paz? Nada contra o sr. Obama, pois pode até ser que ele mereça realmente este prêmio, mas no momento ocupando o cargo que ele ocupa, é algo incompreensível para qualquer um entender essa premiação que lhe foi concedida. Lamentável, porém esperado... Talvez seja por isso que a paz nunca será alcançada nestas condições.

Em Governo Obama
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Em 06/10/2009 12h10
Com essa nova usina o Irã parece dominar o processo de construção e desenvolvimento de novas centrífugas. De certo modo isso já era esperado, já que os componentes fornecidos no mercado negro eram de certo modo sabotados por serviços de inteligência de países hostis ao Irã. Acredito que novas sanções serão ineficazes para barrar o desenvolvimento tecnológico do país islâmico. Israel mantêm um alto temor em relação a isso, pois o surgimento do Irã como pontência regional, de certo modo impulsionaria outro países árabes a buscarem o mesmo caminho. E isso iria balancear o jogo de forças no Oriente Médio, dominado a décadas pela supremacia de Israel desde os acontecimentos de 1967. O fato é que o futuro indica que Israel não conseguirá manter a supremacia tecnológica sobre seus inimigos. Eles terão que entrar em um processo de dialogo realmente aberto e abrir mão de manterem sua própria existência pelo uso da força militar. Hoje Israel sofre pouco com os foguetes do Hamas e do Hezbolah, mas futuramente essas entidades estarão de posse de mísseis iranianos de avançada tecnologia militar. Neste cenário, o poderio militar de ataque de Israel fará pouca diferença, já que os meios de defesa para esse tipo de ofensiva são ainda pouco desenvolvidos no mundo. Apenas os americanos, com o AEGIS, e os russos, com o Iskander, são capazes de oferecer considerável resistência militar.

Em Risco Nuclear
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Em 05/10/2009 14h50
Essa tentativa absurda de estabelecer Leis para controlar a Web é coisa de políticos e empresas que não compreende os princípios e a verdadeira dimensão da Web. Acusam a Web de ser palco para a realização de crimes, contudo não percebem que a característica global da rede transcendem o conceito de fronteiras físicas que determinam a aplicabilidade de uma Lei. Não se pode obrigar indivíduos do outro lado do planeta a seguir uma legislação feita aqui no Brasil. Além disso, ninguém é obrigado a integrar a rede mundial. Portanto se uma empresa teme os riscos e não sabe como se defender, então nunca entre na rede!!! Certos tipos de crimes já estão previstos na Lei atual (ex: calúnia e difamação) e a Web é apenas uma midia de divulgação. Logo, quem tem que ser punido é o "individuo e não o meio". O meio de divulgação não pode ser restringido ou mesmo penalizado por práticas criminosas individuais. Obrigar provedores a violar dados pessoais não pode jamais ter uma base legal. Alguns juízes deturpam a interpretação da Lei para a conveniência da investigação. Crimes tem que ser investigados com base em provas e fatos, e não com base em violação de privacidade das pessoas.

Em Lei Azeredo
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Em 03/10/2009 11h57
Agora que já ganharam as Olimpíadas de 2016 não adianta reclamar! O Brasil vai sim pagar uma conta bilionária desse evento. E pior, vai pagar muito mais... Já é tradição em mega eventos dessa natureza, o estouro exagerado do orçamento inicial do projeto. E para facilitar mais ainda essa tradição o Brasil é mundialmente conhecido por tocar obras atrasadas enterrando dinheiro aos montes sem a devida fiscalização. TCU fique de olho, porque vai haver muita irregularidade nessa obra! Enquanto isso a população continua tendo péssimos serviços públicos em educação, transporte e segurança.

Em Olimpíada-2016
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Termos e condições

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