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São Paulo, quarta-feira, 09 de abril de 2003

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Fernandez Mera bate Lopes pela 2ª vez

Segunda colocada diz que sua meta agora é ser, além de a maior imobiliária da Grande São Paulo, a melhor

FREE-LANCE PARA A FOLHA

Com nota média dos compradores de 8,35, a Fernandez Mera conquista, pela segunda vez, o Grande Prêmio Folha Qualidade Imobiliária. "Foram anos de trabalho em busca desse reconhecimento", diz Elbio Fernandez, 59, que fundou a imobiliária há 20 anos, após deixar a diretoria da Lopes, hoje líder de vendas.
Seu único filho, o administrador Gonzalo Fernandez, 35, que está assumindo o comando, explica que a manutenção do título de melhor imobiliária na opinião dos clientes deu-se por conta de pesquisa minuciosa nas notas baixas recebidas nas entrevistas feitas em 2001 pelo Datafolha. "Faremos o mesmo neste ano."
Hoje a Fernandez Mera possui um quadro fixo de 200 corretores, que, em média, trabalham na empresa há cinco anos. Especializada em alto padrão, só recentemente passou a comercializar imóveis para a classe média. "Lidamos com um público acostumado a ser bem tratado, e aqui não pode ser diferente", afirma.
Campanhas motivacionais e treinamentos são algumas das estratégias para engajar as equipes, revela. Mas, para ele, as principais características do bom atendimento são o domínio por parte do corretor das informações sobre os produtos da empresa e a assessoria de advogados em todas as fases do contrato.

Em busca de qualidade
Segunda colocada no ranking qualitativo (mesma posição do Grande Prêmio 2002) e primeira, nos dois anos, no quantitativo, a Lopes não esconde que está "na busca do prêmio qualidade", de acordo com Tomás Salles, 52, diretor de novos negócios. "Queremos ser a maior e a melhor."
Atualmente, a empresa conta com 800 corretores e diz que pretende chegar a mil nos próximos 90 dias. "Dispensamos alguns profissionais, no segundo semestre de 2002, que não atendiam ao nosso padrão de qualidade e estamos sendo mais rigorosos nas novas contratações."
Pesquisa do Datafolha aponta uma nota média de 7,3 para imobiliárias. Os problemas mais comuns são atendimento (31%) e majoração de valores acordados (26%). José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (sindicato dos corretores), diz que a entidade oferece cursos aos profissionais, "mas, dos que frequentam, a maioria não é encaminhada por imobiliárias". (EFo)


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