São Paulo, quarta, 28 de outubro de 1998

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Cultura cobre dívida da 24 Bienal

da Sucursal de Brasília

O Ministério da Cultura vai cobrir metade do buraco de R$ 1 milhão deixado pela Telebrás no orçamento da 24 Bienal de São Paulo. Os R$ 500 mil sairão do orçamento do ministério. Os outros R$ 500 mil dependem da boa vontade de um grupo de empresários, a quem o presidente Fernando Henrique Cardoso, em visita à Bienal sábado passado, pediu que se cotizassem para zerar o déficit.
A Telebrás tinha prometido, antes da privatização, no final de julho, entrar com R$ 1 milhão para a organização da Bienal -as teles foram vendidas para vários grupos nacionais e estrangeiros, mas ninguém assumiu o compromisso da holding. "Não é uma dívida expressiva dentro do orçamento global da Bienal, algo em torno de R$ 13 milhões. E o sucesso de público justifica o investimento", disse ontem Weffort.
Convite
O ministro não espera cortes no ministério, por causa de crise e do ajuste fiscal, e disse que aceita ficar mais quatro anos à frente da Cultura. "Quem decide é o presidente, mas se for convidado eu fico."



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