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Nossos políticos estão muito longe ainda da autocrítica, da ética e da responsabilidade de gerir conscientemente os recursos públicos arrecadados do suor e do sangue dos brasileiros.
Salvam-se alguns dedos, mas no fim perdem-se as mãos e o festival da alegria permanece.
As lambanças continuam nos intrincados caminhos governamentais desse País, cujos mentores, se pudessem, amordaçariam a imprensa de um modo geral, a Polícia Federal e o Ministério Público.
Esse trio compõem o "alfinete" moral que vêm incomodando a casta privilegiada e abençoada pela
impunidade escorregadia.
A senhora cega permanece frustrada com o prato da balança pendendo apenas para um dos lados: o lado dos pobres, comprovadamente lotados nos presídios brasileiros, embora não sejam os maiores bandidos.
Quem se corrompe e rouba recursos públicos, também é o pior dos assassinos, porque o dinheiro poderia ser utilizado para aparelhar os hospitais do SUS e conveniados, salvando milhares de vidas que ora se esvaem pelos corredores dos nosocômios.
Vejam as filas de espera para exames clínicos ou mesmo para agendar uma consulta.
Os fichas sujas estarão sempre blindados, porque podem comprometer outros "vizinhos".
Em Eleições 2008
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Ninguém pode afirmar que não há outros políticos envolvidos na patranha, aliás, no Brasil é normal a carniça ter sempre mais de um abutre a devorá-la.
A impunidade é o tônico e o corporativismo o remédio que sempre foram utilizados nos casos de corrupção envolvendo parlamentares, tanto em Brasília como em outros estados da Federação.
Sempre existe o perigo de um corrupto entregar a irmandade e o País entrar em colapso por falta de integridade moral e ética.
Esse tal de foro privilegiado e outras miçangas foi criado justamente para isso, blindar comprometedoras entrevistas e declarações de sujeitos que possam comprometer esquemas fraudulentos montados à sombra da justiça.
O Brasil é mesmo uma gracinha, pode ser um grande País somente depois que o câncer da corrupção, e buracos existentes na lei forem extirpados.
Em Operação Segurança Pública
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