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Comentários de samuel haddad carvalho
Em 21/10/2008 08h38
Prezado J. Souza,
Concordo com você! Nenhum país invade outro para desenvolvê-lo, mas tão somente para explorar. Para mim não existem bandidos bons ou maus, existem somente bandidos! Tudo o que você escreveu sobre anexação dos países do leste europeu: assassinato, tortura, ausência de liberdade de expressão- é verdadeiro, porém, também podem ser aplicados nas invasões americanas do Iraque e Afeganistão e dos sionistas nas terras palestinas. Acrescente ao mundo muçulmano droga, álcool e prostituição. Os países em questão fazem bem em procurar se integrar à UE, mas deveriam ficar longe do belicista Bush. Você, sendo bem informado como já percebi, não acha que os mísseis russos estão muito próximos para serem ignorados? Desse jeito Hugo Chaves e Raul Castro teriam razão em instalar mísseis russos na Venezuela e em Cuba com medo dos americanos. Em qualquer um dos casos quem você acha que seria o primeiro alvo, em caso de conflito?

Em Conflitos na Geórgia
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Em 16/10/2008 15h59
Não entendo porque tanta gente acha que Obama será melhor que Mccain ou vice versa. Os fortes tentáculos da indústria bélica e petrolífera americanas já deram mostras de sua força, na atual administração belicista de Bush. A insistência de cercar a Rússia com mísseis e a invasão de países com grandes reservas de gás e petróleo somente comprovam isso. Se Mccain sair vencedor e dar prosseguimento a essa política ninguém estranhará, porém, queria ver a cara dos defensores de Obama quando perceberem que o primeiro presidente negro da história americana seria também, o primeiro negro a ordenar invasões e bombardear outros países em nome dos ditos "interesses" americanos. Já pensaram? Obama autorizando Israel a bombardear, com resultados imprevisíveis, o contestador Irã? Obama invadindo a Venezuela para depor o chato Hugo Chaves e se apoderando dos campos de petróleo daquele país? Aos otimistas - podem se preparar porque isso seria muito provável Eu não estranharia nada!

Em Eleições nos EUA
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Em 16/10/2008 10h11
Pra quê perder tempo?
Uma sugestão para a equipe do sr. Kassab: Doem o tempo que vocês tem de propaganda política no rádio e tv para a equipe de dona Marta. Cada vez que ela abre a boca mais votos vão para Kassab. Acho incrível, mas cada vez que a arrogante de nariz empinado abre a boca, mais votos vão para o "simpático" Kassab. Gastar com assessoria de mídia pra quê?

Em Eleições - SP
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Em 08/10/2008 18h19
Que as pessoas estão cada vez mais conscientes politicamente, isso já está mais que comprovado com o resultado das urnas, particularmente na cidade de São Paulo. Candidato ex-presidiário da frase "rouba, mas faz", foi colocado em seu devido lugar. Agora dizer que um partido tão fisiologista quanto o PTB não vai ganhar nada para apoiar algum candidato soa muito parecido com as promessas desses mesmos políticos. A dificuldade agora será o eleitor decidir se votará na candidata arrogante e de nariz empinado, criadora de taxas, que parou São Paulo com obras no último ano de seu mandato e que gosta do lema'"relaxe e goze" para situações tensas ou o candidato que às vezes ameaça sair no tapa com quem ouse confrontá-lo e que teve participação no governo de prefeito anterior que está sendo processado. Difícil escolha! Que vença o melhor! Ops! Que vença o menos ruim.

Em Eleições - SP
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Em 07/10/2008 17h48
Sr. Rafael Dias,
Jamais dei a entender ou concordei com a anexação dos países do leste europeu para formar a então União Soviética. Sou inimigo de qualquer tipo de agressão territorial. Da mesma forma que sempre escrevo que não existe assassino de esquerda ou de direita, existe somente o assassino, qualquer invasor de terras alheias deve ter o tratamento que merece. Seja com os invasores nazista à Rússia ou da União Soviética no Afeganistão, no passado, ou os invasores americanos no Afeganistão e no Iraque ou dos sionistas nas terras palestinas, todos devem receber a lição que merecem, pois invasor é invasor não importa o momento da História. Eu quis somente chamar a atenção para os países que insistem em se sujeitar a questões estratégico-militares da atual administração belicista dos Estados Unidos, a troco de alguns dólares. Já percebi que o senhor gosta de leitura e, acredito, já deve ter lido o livro "A Arte da Guerra" de Sun Tzu. Já naquela época, ainda nem se pensava em Ocidente, ele escreveu que cercar o inimigo e não deixar a ele uma única saída, o fará lutar desesperadamente com resultados desastrosos para quem fez o cerco. O senhor acredita que os países do antigo Pacto de Varsóvia e da União Soviética fazem bem em aceitar cercar o gigante russo sem levar em consideração seu letal arsenal nuclear? Por que não se voltar para a Europa em busca de financiamento e desenvolvimento e dar uma vida melhor à sua população?

Em Conflitos na Geórgia
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Em 03/10/2008 08h50
Que a Rússia controlou com mãos de ferro os chamados países da antiga União Soviética e do Pacto de Varsóvia ninguém tem dúvidas. Porém, se for verdade que os ucranianos apoiaram os georgianos com assessores e armamentos, seria um precedente muito grave. Os países da antiga União Soviética precisam tomar cuidado ao querer se aliar incondicionalmente ao Ocidente, sobretudo aplicando a política belicista da atual administração americana. Qualquer ação deste tipo poderia parecer, tanto para os russos quanto para qualquer outro, um ato de vingança contra os antigos opressores. Ucranianos, poloneses e qualquer outro que queira se aventurar, embora com considerável poderio bélico convencional, não podem se esquecer que quem herdou o atrasado sistema de mísseis nucleares, porém, de altíssimo poder letal, foram os russos. Não pensam esses países que, em caso de conflito, eles não teriam que ter suas forças obrigatoriamente anuladas logo de início? Talvez seja essa a intenção dos atuais mandatários guerreiros dos Estados Unidos: Em caso de conflito os russos teriam que ter duas frentes de combate e, enquanto eles anulassem as forças européias, os americanos teriam tempo suficiente para contra-atacar, sofrendo menos prejuízo. Em vez de correr atrás dos dólares da quase falida economia americana e se sujeitarem a imposições estratégico-militar, esses países fariam muito melhor se se aliassem à União Européia para se desenvolver e dar um padrão de vida melhor à sua população.

Em Conflitos na Geórgia
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Em 29/09/2008 13h54
Não seria muito mais útil se o ministro Gilmar Mendes procurasse dar ao STF uma imagem de eficiência tão boa quanto a Polícia Federal possui, pelo menos para boa parte da sociedade? Ficar criticando os outros é muito mais fácil que olhar a si próprio no espelho. Suas ações tem dado à sociedade, de maneira geral, a idéia de que a lei é para o rico e a justiça para o pobre, ou seja, bandidos de colarinho branco sempre escapam das garras da justiça pois conseguem advogados pagos a peso de ouro, embora esse ouro seja de origem duvidosa, para procurar brechas nas leis e escapar da justiça. O pobre, como não possui recursos e sempre está longe do apoio que o estado deveria lhe oferecer, é simplesmente preso e ponto final. Para isso é só roubar um pote de margarina em qualquer mercado. O ministro goste ou não a PF tem investigado e prendido pessoas antes intocáveis. As ações da PF tem mostrado que pelo menos eles estão trabalhando, cumprindo suas funções, embora mexendo com gente graúda. Será que o ministro achou que julgar habeas corpus com tanta eficiência e tanta rapidez para proteger bandidos da alta classe iria passar despercebido para o resto da sociedade? Senhor ministro lute para que nós tenhamos no STF a tão necessária fonte de garantias constitucionais e não um lugar onde a pessoas é tratada conforme sua conta bancária, embora, repito, essa conta nem sempre seja resultante de trabalho justo.

Em Operação Satiagraha
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Em 12/09/2008 11h07
Nada de outra guerra fria, George Bush com seus falcões beligerantes legou em seu governo, para toda a humanidade, o perigo real da terceira e última guerra mundial. Sua popularidade despencou a cada ano e ele não demonstrou preocupação com isso. Nunca antes, na História moderna da humanidade, um presidente de uma super-potência governou tão abertamente para os sinistros interesses de fabricantes de armamentos e indústria petrolífera. Eles conseguiram amarrar seus interesses de uma maneira tão eficientemente cínica que, quem quer que seja o novo presidente não poderá escapar de seus fortes tentáculos e as declarações da candidata confirmam isso.Eles foram humilhados na questão da Geórgia e o serão, pelo menos inicialmente, novamente na questão do Caribe. Hugo Chaves com seu temperamento estourado e mesmo irresponsável está por sua vez mexendo no poderoso bico da águia, oferecendo o espaço físico venezuelano para dar suporte aos russos. Era tudo o que queriam os sanguinários mandantes do planeta. Vão conseguir vários objetivos ao mesmo tempo, invadir o país, tirar o presidente trapalhão e barulhento, ter acesso aos vastos campos de petróleo, vender muitas armas e colocar um governo fantoche aliado aos seus interesses, algo em que eles se tornaram especialistas. E quanto aos russos? Bom podemos prever que o comportamento deles será o mesmo que o dos americanos na Geórgia - não terão interesse ou coragem de enfrentar as forças americanas em sua própria área de influência.

Em Eleições nos EUA
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Em 10/09/2008 11h48
Vou repetir: E ainda existe uma elite tupiniquim querendo colocar o país no conselho de segurança da Onu. Para se pleitar algo dessa envergadura, ao menos a lição de casa deveria estar feita: reforma agrária, instituições fortes, distribuição de renda, educação, habitação e saúde, apenas para citar alguns, que acredito, muito importantes. Somos uma das economias mais fortes do mundo! E daí? De que adianta isso se direitos básicos sequer são conseguidos por uma parcela grande da população? Quando vejo notícias desse tipo, além, é lógico, de ficar indignado, fico pensando o que será que estão pensando de nós lá fora. Cadê a punição exemplar para os Senhores do Engenho? Pois, se existem escravos, existem seus proprietários. E mais espertalhões continuarão a não resistir e fazer seus custos menores possível para assim, aumentar mais ainda seus lucros. Pois se a fiscalização vier, é só pagar aquilo que já deveria ter sido pago e tudo continua igual. Houve um comentário aqui de que os escravocratas deveriam perder suas propriedades e se fazer com elas reforma agrária, achei a sugestão muito boa. Acredito que a pressão continuará vindo de fora - os países desenvolvidos não deveriam comprar produtos provenientes de áreas onde se adotam práticas deste tipo, embora, infelizmente os bons empresários também corram o risco de serem punidos. Vamos acrescentar mais uma sugestão: Os bons empresários deveriam pressionar ou expulsar de suas associações os que utilizarem desse artifício.

Em Trabalho escravo
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Em 28/08/2008 19h55
Esse mundo está mesmo enlouquecendo! Alguns poderosos países podem invadir outros menores, derrubar governos, colocar líderes fantoches e usar à sua maneira os recursos naturais desses países invadidos. Outros, embora menos, mas também poderosos, não podem invadir, devem ficar restritos aos seus territórios e assistir passivamente o que acontece à sua volta. Podem os Estados Unidos com o Afeganistão e o Iraque nas costas - cuja invasão será mencionada nos lvros de História somente em um futuro muito distante - falar alguma coisa contra a Rússia? Pode a China com seu Tibete nas costas falar, também, alguma coisa? Uma coisa temos certeza, alguém começou essa confusão no Cáucaso e esse alguém é o presidente da Geórgia e, acredito, a continuação deste barulho é para esconder a grande besteria que esse sujeito fez. Ele cutucou a onça, ou melhor o urso, com a vara curta. E cedo ou tarde sua própria população vai cobrar dele a conta pela idiotice feita. Ou será se os americanos estão com medo, de, repentinamente, os mexicanos cobrarem de volta a Califórnia tomada de seu território?

Em Conflitos na Geórgia
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Em 18/08/2008 18h16
Incrível! Fantástico! Bastou que alguns supostos famosos criminosos da primeira classe fossem algemados em público para que se criasse uma "comoção nacional". As mais altas instâncias da justiça se reuniu e decretou "ninguém mais poderá ser algemado em público, exceto em caso de perigo". A imensa classe desprotegida agradece, pois entende-se que o pobre, também, não estará sujeito a tal constrangimento. Será se a gente não conseguiria uma maneira de fazer a Polícia Federal dar umas "borrachadas" em algum famoso criminoso do colarinho branco para que a corte se reunisse novamente e ditasse mais regras para melhorar a segurança da população em geral? Pois, conforme alguns já disseram em alguns comentários, se a alta classe continuar indo para a cadeia, quem sabe até tratamento Vip todos os presos passarão a ter direito?

Em Restrição ao uso de algemas
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Em 11/08/2008 22h13
Os russos confiam tanto nos americanos quanto Jerry confia no Tom e vice-versa. Não canso de dizer que o interesse ocidental e principalmente americano pelas ex-repúblicas soviéticas é tão somente em suas posições estratégicas e em seus prováveis recursos naturais. O apoio é e continuará sendo simplesmente no campo da retórica. Qual a verdadeira intenção em querer as ex-repúblicas soviéticas na Otan e instalar nelas dispositivos anti-mísseis? Esse sistema defensivo poderia muito facilmente ser transformado em ataque e anular as forças russas em seu próprio território. Daí querer que os russos fiquem quietos e assistir passivamente ao cerco de seu território seria muita pretensão. Assim como fazem os americanos em sua área de influência, os russos vão sempre invadir sim, sem consultar ninguém, quando se sentirem ameaçados. O que aconteceria se os russos aceitassem a oferta de Hugo Chaves e aceitassem instalar uma base militar no quintal americano, com direito a mísseis e tudo mais? Não tenham dúvida os americanos invadiriam a Venezuela, sim! Nas próximas eleições a população civil das ex-repúblicas deverá pensar em escolher representantes que estejam mais interessados em desenvolver seus países e melhorar seu bem estar e não aventureiros que querem a qualquer custo agradar o Ocidente com consequências já previsíveis. Ou será se os americanos e o Ocidente, mesmo com sua gritante disparidade tecnológica e militar ousariam enfrentar as forças russas em seu próprio território?

Em Conflitos na Geórgia
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Em 05/08/2008 18h48
Sabem da estória dos pais fumantes que tentam explicar aos filhos sobre os perigos do fumo?
É isso que fazem as potências nucleares. Elas querem definir quem pode ou não ter armamento nuclear. As potências esquecem que amizades e aliados do momento, podem não sê-los amanhã. Vamos pegar o Paquistão como exemplo, país de população majoritariamente muçulmana, boa parte simpatizante da Al Qaeda e extremamente anti-ocidental e anti-americana, porém tem seu arsenal nuclear. Os governos desse país é e sempre foram, praticamente, colocado goela abaixo à sua população em eleições que não fazem inveja a nenhum Robert Mugabe do Zimbábwe. O ocidente pode até achar que o arsenal nuclear do Paquistão está voltado tão somente para sua rival histórica na região, a Índia. Já imaginaram se houver uma revolução nesse país nos moldes do Irã? Também é importante lembrar que o arsenal e as instalações nucleares de Israel não estão sujeitas às inspeções da AIEA. Sabemos que existem, também, em Israel representantes da ultra-direita ortodoxa que podem, quem sabe um dia, através do voto, chegar ao poder e quem nos garantirá que não haverá a tentação de resolver os problemas árabes e palestinos somente com o aperto de botões? Se querem mesmo um mundo seguro, comecem dando o exemplo, renunciando a armas desse tipo. Somente assim se poderá exigir que país algum as tenham.

Em Risco Nuclear
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Em 02/08/2008 15h23
Que tal começar a falar menos e trabalhar mais? O assunto sobre a Amazônia já está mais que batido e ouvimos sempre a mesma coisa. Apesar das inúmeras ações que sempre falam que foram tomadas para evitar o desmatamento, sempre ouvimos que, uma área do tamanho disso ou daquilo foi desmatada neste ou em tal ano. Porque será que nunca os desmatadores são processados ou presos? Até o momento só são detidos aqueles peões que foram pegos com a motoserra ou o machado nas mãos e que recebem, quando recebem, uma miséria de pagamento. Será que há envolvimento dos poderosos ou políticos da região? Sinceramente houve uma época que eu torcia para que a Amazônia fosse declarada área internacional e a ONU assumisse seu controle, somente assim ela teria uma chance ser salva, porém, com as ações da ex-ministra Marina Silva passei a ter um pouco mais de esperança. Agora ela saiu e, aparentemente, os defensores do desenvolvimento a qualquer custo assumiram e ninguém sabe o que vai acontecer. A maioria dos mandatários e poderosos da região querem sim, em nome do desenvolvimento, desmatar, retirar madeira, criar fazendas e, principalmente, grilar terras. A população local que vive do extrativismo nem sequer aparece para opinar. Acredito que se não fosse pela ação de algumas ONGs que agem na região essas pessoas, geralmente muito humildes, já teriam, há muito, desaparecidas.

Em Defesa da Amazônia
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Em 02/08/2008 10h25
De maneira alguma um projeto desse tipo deva ser aprovado. Insisto em dizer que em uma democracia incipiente as instituições são fracas e nomes de pessoas é que são fortes. Os ditos conselhos dos profissionais, seja OAB, CREA, etc. sempre se comportaram e sempre se comportarão como entidades corporativistas. Se a intenção é proteger os advogados espertalhões, que são pagos a peso de ouro, para livrar os criminosos de colarinho branco da cadeia, não se esqueçam que serão blindados, também, os escritórios dos advogados que trabalham para ou defendem o crime organizado. Já pensaram se o Ministério Público ou a Polícia Federal que sempre fizeram um trabalho metódico, baseado em investigações que, salvo alguns deslizes, são dignos de elogio, não puderem mais obter mandatos judiciais para ivestigar escritórios de advogados que defendem Nagi Nahas, Daniel Dantas, dentre outros?

Em Blindagem da advocacia
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Em 31/07/2008 20h26
Antes tarde do que nunca. A sociedade já está madura o suficiente para definir quem realmente serviu e serve a pátria ou não. Em qualquer área existem os bons e os maus profissionais e as forças armadas e os setores de segurança não estão isentos disso. Pessoas que, abrigadas atrás de uma farda ou de um alto cargo, colocaram todo o seu sadismo em prática, em pessoas indefesas e em nome da segurança nacional, devem nos amedrontar até hoje. É muito mais fácil pegar exemplos lá fora: No regime militar argentino ficou muito famoso um tal de tenente Astiz. Esse sujeito torturou e matou muita gente indefesa, também em nome da segurança nacional. Pois bem, quando as forças armadas argentinas tiveram que enfrentar o exército profissional da Inglaterra durante o conflito das ilhas Malvinas, o tenente Astiz foi o primeiro a se render. Ele era muito valente, com pessoas indefesas, quando não havia armas apontadas em sua direção. Quantos tenentes Astiz nós temos até hoje por aqui? O que eles estão fazendo? Foram promovidos? Tornaram-se generais? Recebendo ordens superiores ou não, essas pessoas devem responder sim, pelos seus crimes. Eu particularmente, tenho muito medo se em caso de um conflito com nosso país, embora saibamos que isso é quase impossível, esses muitos "Astiz" escondidos tiverem que defender nossa soberania.

Em Arquivos da ditadura
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Em 31/07/2008 11h26
Democracia plena exige instituições fortes e independentes. Infelizmente, ainda temos em nosso país uma democracia muito fraca. Em uma democracia fraca nomes de pessoas é que são fortes. Ë muito triste ler declarações do tipo "a lista suja não vai interferir nos resultados porque os outros candidatos também são investigados". Onde estão os juízes corajosos para aplicar a justiça? Eu perguntei a justiça e não a lei e sabem porquê? É muito simples: Em um país repleto de leis dificilmente a justiça é aplicada, preocupam-se com a lei e esquecem da justiça. Os nossos juízes de todos os tribunais deveriam ter a coragem e iniciativa de bloquear candidiaturas de qualquer cidadão em dívida com a justiça. Entertanto, conforme disse antes, estamos em uma democracia fraca, onde, também, a maioria dos juízes quer ter seu nome aparecendo e não sua instituição. Estão, a maioria deles, mais preocupados com o próprio ego do que tornar a instituição que representam mais forte.

Em Eleições 2008
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Em 28/07/2008 16h01
Acho que não entendi. Uma força tarefa para garantir campanha de candidatos? Quando teremos uma força tarefa para cuidar da "nossa" segurança?Se de um lado os candidatos do crime organizado tem sua própria proteção, muitas vezes com armamento superior ao da polícia, e por outro lado, os mandatários do momento tem segurança particular realizado pela polícia cujos salários são pagos pelo nossos impostos, quem vai cuidar de nossa segurança? O ideal seria que todos os políticos, sem excessões, estivessem sujeitos a todos os perigos do dia a dia da demais população. Imaginem políticos sem escolta ou carro blindado tendo que sair às ruas? Imaginem políticos tendo que pegar filas para atendimento médico em hospitais públicos? Tendo que pegar transporte coletivo? Garanto que em pouco tempo toda essa pouca vergonha acabaria. Enquanto os nossos líderes, estiverem totalmente isolados da sociedade, como se vivessem num país do "faz de conta", não teremos com quem contar.

Em Eleições 2008
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Em 25/07/2008 15h52
Não é de se estranhar nada. Existem dois tipos de indivíduos: aqueles que tem dinheiro - estes tem todo tipo de direitos e deveres, principalmente direitos. E existem os indivíduos que não tem dinheiro, sendo a maioria, estes somente tem obrigações. Seria tão bom que tivéssemos habeas corpus julgados com tanta pressa para todos os cidadãos do país. Seria tão bom se houvesse tanta preocupação, conforme divulgada pela mídia, com o fato de um sujeito fugitivo da justiça ser ou não algemado em público.
Isto me lembra a estória do sujeito que havia sido preso por ter roubado um fardo de alfafa. Na mesma cela dele foi recolhido outro sujeito que havia roubado diamantes. Pouco tempo depois, o ladrão de diamantes foi libertado. O ladrão do fardo de alfafa questionou porquê ele que havia roubado algo tão barato continuava preso enquanto o outro que havia roubado algo tão caro estava livre. A resposta foi simples e direta: A justiça não come alfafa.

Em Operação Satiagraha
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