Caconde - Rafting: Domando o rio selvagem
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| O rafting, que é feito em um trecho de aproximadamente 7 quilômetros do rio Pardo, conta com corredeiras de vários graus de dificuldade como essa que é de grau 5 |
FERNANDO CAMINATI
da Folha Online
Emoção, velocidade e jogo de equipe fazem do rafting a modalidade de esportes de ação e aventura que mais tem crescido nos últimos anos.
Em um bote de seis a oito pessoas, o trabalho em conjunto é fundamental para que a força do rio, a velocidade das corredeiras e as pedras sejam vencidas no trajeto do bote.
Todos estão no mesmo barco, de forma que sem cooperação e espírito de equipe, os obstáculos não serão vencidos e o destino será um só: o barco vira e todos vão para a água.
Como ninguém quer correr o risco de "naufragar", todos dependem uns dos outros e devem seguir as orientações do guia, que controla os rumos do barco e instrui os remadores.
As remadas devem ser fortes, mas, sobretudo, sincronizadas, para que o bote deslize suavemente pelas agitadas águas do rio. A alternância de movimentos de frente e ré, comandadas pelo guia, também é fundamental para uma melhor performance.
A força, conjugada com a sincronia, farão com que o bote adquira velocidade e realmente navegue pela correnteza, não ficando à deriva _totalmente exposto às ondas. Não se pode subestimar a força do rio, muito menos temê-la.
Um time unido, veloz e coordenado pode "domar" o rio e aproveitar as emoções de surfar contra a corrente, ziguezaguear por entre as pedras e desafiar as quedas d‘água, curtindo a sensação de montar um animal selvagem em desabalada carreira pelo campo.
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