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Apenas 40,5% das escolas estaduais com ciclo de 1 a 4 atingem metas do governo de SP


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Guia de banheiros ajuda paulistano a driblar aperto


 

Carta CBN

escola pública
“Ao ouvir o seu comentário sobre o excelente exemplo vindo de Minas Gerais, confirmando a tendência da melhoria de qualidade do ensino público quando a família se aproxima da escola, quis destacar a medida de segurança do prefeito Gilberto Kassab nas escolas municipais de São Paulo. Até hoje, nenhuma providência havia sido tomada para que o problema fosse tratado com a atenção que merece.

O caos da segurança afeta não só as escolas da periferia, mas todas de forma indiscriminada. Era uma reivindicação antiga da comunidade escolar. Até hoje muitos recursos foram investidos na tentativa de criar paliativos que sequer minimizaram o problema. O investimento de 82,2 milhões de reais, além da vontade política do prefeito, nos dá a certeza de que este processo terá bons resultados.”
Palmiro Mennucci, Presidente do Centro do Professorado Paulistarank@uol.com.br

***

“Agora vai! Sempre entendi que a imprensa é responsável pela situação da escola pública no País ter falido. Principalmente a grande imprensa, formadora de opinião. Sempre estranhei que não dessem conta que o País só melhora se a escola pública sair do buraco.

Para minha alegria, fiquei eufórica mesmo quando li no dia 30 a opinião do Diário de S. Paulo. Perfeita a avaliação desse grande jornal. São a favor da fiscalização do serviço público, demitir os maus e premiar os excepcionais. Acabar com essa imunidade imoral e insana, tratar servidores como trabalhadores normais. Nada de privilégios estúpidos transformando servidores em intocáveis, que a lei faculta. Mudar a lei, mudar no papel. O Diário de S. Paulo afirma, de modo corajoso, que os milhões de usuários do serviço público padecem nas mãos de servidores
incompetentes e impunes.

Se a imprensa começar a cobrar, as mudanças virão. A imprensa cobrando
mobiliza o povo. O povo querendo, o governo tem que ceder, para o bem de todos e felicidade geral da Nação. Interessante também que o Jornal Diário de S. Paulo notou e alerta que a proposta de mudança do funcionalismo público exclui a Educação. Acho que o Diário de São Paulo sabe, mas não disse. Quem sabe outra vez dirá.

A Educação é mais difícil de mudar, de melhorar e de cobrar que qualquer outro serviço público. Tem o sindicato mais rico do Brasil, a Apeosp. Além do poder econômico, conta com seu presidente suplente do senador Todo Poderoso Eduardo Suplicy. Tendo juntos o poder econômico e o poder político fica quase impossível cobrar qualquer coisa de professor da rede pública. Quase, mas se a imprensa quiser pode. Professor é a profissão mais importante do planeta. Por isso deve ser avaliada e cobrada. Não punindo os maus desestimulamos os bons. A imprensa cobrando e alertando o povo, acordaremos esse gigante Brasil adormecido.”
Cremilda Estella Teixeira - cremildateixeira@ig.com.br

CET ALTERA TRÂNSITO
"Privilegiar ruas pacatas não deixa de ser um direito e uma defesa de seus moradores. Porém, essa prática não pode estar acima dos direitos da maioria. Às vezes é uma espécie de "tirar o bode da sala". Há casos e casos. Veja a rua Sampaio Vidal, nos Jardins, que corre paralela à Av. Rebouças. É uma excelente alternativa para evitar o congestionamento crônico na Rebouças, tanto para quem vem da Faria Lima como para quem necessita fazer o contorno para acessar a Rua Pinheiros.

A rua, assim, propiciava uma maior velocidade de trânsito na Rebouças, beneficiando a todos. Alguém daquela rua, a Sampaio Vidal, invocou seus direitos (no logradouro moram vários políticos e gente influente) e conseguiu mudar todas as mãos de direção em trechos diferentes, colocar rotatórias – obrigando os incautos a desembocarem em outra rua complicada, a Gabriel Monteiro da Silva.

Resultados dessa mudança: a Gabriel passou a ficar mais congestionada, a Rebouças triplicou o volume de veículos a ponto de se gastar até uma hora da nossa vida para ir da Faria Lima até a Paulista! Quem, como eu, precisava acessar a rua Pinheiros, fazia o contorno Sampaio Vidal/Cap. Antônio Rosa; agora é preciso continuar na Rebouças até atingir a Av. Brasil, quando deve-se tomar a Av. Henrique Schaumman, descer a Arthur Azevedo e entrar à esquerda em uma de suas travessas.

A manobra, que demandava algo em torno de quinze minutos e desafogava a Rebouças, agora não se consegue ser feita em menos de cinqüenta minutos.
Como vê, alguns poucos privilegiados, talvez usando seus cargos influentes, conseguiram provar que sua rua, importante para o bem de todos, fosse considerada uma "rua pacata".

Que façam lombadas, classifiquem como mão única e diminuam a velocidade do trânsito, mas não fechem a rua aumentando o problema de todos. Essa mudança tem de ser revista."
José Catarinacho, São Paulo (SP) - jose.catarinacho@uol.com.br




INCENTIVO À LEITURA
"Você comentou na CBN uma experiência de uma biblioteca que dá livros ao invés de emprestá-los. Gostaria de aproveitar para comentar duas idéias que ainda estão pouco difundidas, mas têm tudo para evoluir.

São elas o Bookcrossing (www.bookcrossing.com), projeto que no Brasil tem 3600 pessoas cadastradas. O objetivo é colocar em algum lugar pública (restaurante, café, metrô...) um dos seus livros após cadastrá-lo no site. A pessoa que pegar o livro deve cadastrar o seu empréstimo; esse processo pode ser incentivado por um BookCrossing Point (local onde poderiam ser abandonados muitos livros e incentivado o processo).

A outra idéia é a troca direta de livros, aa qual a internet tem um papel importante – um exemplo de site é o titletrader.com."
Armando Bruck - armandobruck@jbs.com.br



EXAME DE AUDIÇÃO PELO COMPUTADOR
"Ouço sempre suas reportagens na CBN e, nestes últimos dias, comentou
sobre um programa de computador que estava sendo desenvolvido por um
médico do HC/USP – o qual permite "medir a audição" do paciente pela internet.

Sou da área de Fonoaudiologia, por isso escrevo para dizer que fico preocupada com este tipo de "novidade". Nos EUA existem vários sites que permitem uma análise prévia de audição, sendo uma espécie de triagem, para que a própria pessoa perceba se tem ou não uma perda auditiva. É uma forma de conscientizar as pessoas sobre a importância de se fazer um diagnóstico precoce de um possível problema auditivo – serve como um norte para que a pessoa perceba se necessita de ajuda.

Quando fazemos um exame auditivo, precisamos controlar muitas variáveis, como por exemplo: o local onde o exame é feito, os fones/auto-falantes que são usados para apresentar o som, o volume do amplificador do equipamento usado para transmitir o som, entre outras. Não é possível fazer exame auditivo pelo computador ou internet, uma vez quer não é possível controlar o som e a forma como este vai ser apresentado.

Anos atrás, o MEC gastou muito dinheiro em um vídeo que tinha como função fazer teste de audição em escolas. Era uma campanha ambiciosa, chamada "quem ouve bem, aprende melhor.” Apesar de todas as associações científicas da fonoaudiologia e de seus conselhos federal e regional não endossarem esse tipo de avaliação, ela foi realizada. Conclusão: dinheiro jogado fora.

Realizado em condições sem o devido e necessário controle, o "pseudo-teste" mostrou o que já sabíamos: um erro. Mas um erro com dinheiro público. Acredito que campanhas educativas, nas quais os pais,
professores e familiares recebem informações sobre a questão das perdas
auditivas, deva ter mais efeito do que testes que usam o dinheiro público e acabam não dando em nada, ou pior, criam expectativas na população que depois não são atendidas nem resolvidas."
Teresa Momensohn, São Paulo (SP) - teresa@ieaa.com.br



DATAFOLHA
"Nova derrota da mídia! Banho de água fria nos golpistas. Top Top Top!"
Augusto Ferreira, Curitiba (PR) - augusto65@uol.com.br




EXPERIÊNIAS POSITIVAS

"Tenho uma empresa em Campinas, a qual está elaborando um projeto para
colocá-lo na internet. Tenho interesse por assuntos ligados à responsabilidade social, então gostaria de aproveitar o site que criaremos para colocar uma seção ligada a essa área.

Costumo ouvir sua coluna na CBN, gosto muito quando você apresenta algum
tipo de ação, muitas vezes simples, que causam impactos muito positivos em diversas áreas, como educação, saúde, etc.

Uma das minhas idéias para o nosso site é criar uma espécie de "fichário" com idéias simples e boas, com a intenção de difundir boas idéias pelo Brasil afora."
Fernando Pinto, Campinas (SP) - fer.pinto@uol.com.br



ATENDIMENTO
"O supermercado Pão de Açúcar localizado na Marginal Pinheiros implantou, ainda em fase de teste, o auto atendimento no caixa.

Funciona assim: o cliente leva os produtos escolhidos até o caixa e ele mesmo passa o código de barras para depois o pagamento no cartão de débito, sem acompanhamento de funcionários.

O Pão de Açúcar está voltando ao passado em que a maioria é honesta. Muito diferente de outros lugares, que pedem que os clientes deixem as bolsas devem em guarda-volumes."
Michel David, São Paulo (SP) - micheldavid@globo.com




TELEFONIA
"Será que não estamos sendo ludibriados nesta troca da forma de pagamento das ligações telefônicas, que agora taxa os minutos ao invés dos pulsos?

Sinto que estou sendo enganado ao introduzir o sistema de minutos; o governo estava mostrando "boa fé", alegando que sistema de assinatura mínima mensal era inconstitucional. Porém, não é o que se vê – afinal paga-se um mínimo não acumulativo, igual ou superior ao sistema anterior. Resumindo: trocaram 6 por meia dúzia."

Márcio Salopa Cuono, Guarulhos (SP) - mscuono@terra.com.br

 

EDUCAÇÃO EM SÃO PAULO
"Meu filho, que está na 2ª série do ensino fundamental, estuda no CEU Pêra-marmelo, no bairro do Jaraguá. Após as férias de julho, as aulas recomeçaram no dia 23/07. O estranho é que entre o dia 23 e 3 (10 dias úteis) não houve aula pelo menos em 4 desses dias.

A desculpa é sempre a mesma: falta de água. Só que não há falta de água no bairro, por que, então, faltaria água apenas na escola?

Seria falta de manutenção em algum encanamento, equipamento ou algo ainda
mais vergonhoso a ponto de não ser divulgado aos pais dos alunos?
Assim anda a nossa educação!"
Antonio, São Paulo (SP) - quantantonio@hotmail.com




ACIDENTE DA TAM
"Após a demolição do prédio da TAM, fala-se em construir praça ou memorial no local. Gostaria de sugerir que também lembrassem as vítimas de todos os tipos de transporte. Principalmente do trânsito."
Antonio Carlos G Ribeiro - acgribeiro@gmail.com

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