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São Paulo, domingo, 14 de setembro de 2003

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BIBLIOTECA FOLHA

Obra do escritor Herman Hesse, publicada em 1922, descreve a busca de um indiano pela iluminação interior

"Sidarta" é o próximo livro da coleção

DA REDAÇÃO

Prêmio Nobel de Literatura em 1946, o escritor de origem alemã Herman Hesse foi um dos autores mais admirados pela juventude rebelde das décadas de 50, 60 e 70, com sua crítica ao modo de vida do Ocidente.
Entre os romances cultuados de Hesse estão "O Lobo da Estepe" (1927), "Narciso e Goldmund" (1930), "O Jogo das Contas de Vidro" (1943) e sobretudo "Sidarta" (1922), que a Biblioteca Folha publica no próximo domingo.
Sidarta, o personagem central do livro, tem história semelhante à de Buda. Nascido na Índia, no século 6 a.C., de família rica, abandona a vida luxuosa e sai em peregrinação pelo país. Descobre a miséria e o sofrimento, bem como o prazer intenso, para enfim alcançar a iluminação interior.
Hesse nasceu em 1877, na Alemanha, filho de missionários protestantes. Revoltou-se contra os pais quando estes quiseram transformá-lo em pastor. Foi viver na Suíça, trocando de nacionalidade. Ali trabalhou como livreiro e publicou suas primeiras obras.
Mais tarde, mudou-se para a Índia e converteu-se ao budismo. Foi um ardoroso pacifista. Morreu em 1962, aos 85 anos, em Montagnola (Suíça).



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