São Paulo, quinta-feira, 23 de novembro de 2006

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PRIVATIZAÇÃO

Sem proposta, leilão de venda do Berj fracassa

JANAINA LAGE
DA SUCURSAL DO RIO

O leilão de venda do Berj, parte que restou da privatização do Banerj, não teve interessados. Duas instituições financeiras se pré-qualificaram e apresentaram as garantias necessárias para participar do leilão: Bradesco e Itaú, mas não apresentaram propostas.
O Bradesco entrou com pedido de liminar para adiar o leilão na 8 Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio, cassada no plantão judiciário. Segundo Wladimir Bidoy, superintendente da corretora Bradesco, o banco precisava de mais tempo para avaliar o negócio.
O lance inicial foi estipulado em R$ 738,5 milhões por 96,23% do capital social do banco. O principal atrativo do banco é a possibilidade de usar créditos fiscais para abatimento de impostos.
Para representantes da Associação Nacional dos Beneficiários do Banerj o resultado do leilão foi favorável porque o lance inicial não era compatível com os créditos fiscais.


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