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Comentários de Antônio Gonçalves Caneiroq
Em 14/08/2009 19h18
Se fosse preciso algo mais para provar a decadência da democracia no mundo atual, aí está Chávez para prová-la. Sua pretensão a liderar a América Latina é loucura que pode acender as incompetências regionais, sempre prontas a culpar influências exteriores, para isentar sua incompetência. Acontece que nosso quintal ficou maior. O mundo muda, a ciência e a tecnologia crescem, mas nada disto afeta o marasmo sul-americano. Ficamos para trás. Quando o mundo avançado perceber que perde lucros por nosso atraso, coitados dos políticos retrógrados que vivem às nossas custas!

Em Hugo Chávez
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Em 14/08/2009 16h26
Morde meu dedinho, para eu ver se você é uma criança esperta! Algum dia o povo vai comandar a escolha dos que pretendem governá-lo. Ou sempre estaremos correndo atrás do pote de ouro no fim do arco-íris, que não existe, a não ser para quem engana a nação, consegue o que quer, manda por um pouco e distancia o país de seu destino feliz.

Em Eleições 2010
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Em 14/08/2009 16h16
Será que governo e oposição ainda não perceberam que o cineminha não engana mais ninguém? Quanto mais se acusam, mais se mostram iguais. Lula diz que a oposição não tem mensagem, coisa muito certa. Mas e divulgar mensagem enganosa, nunca realizada? Entre mensagens da situação e da oposição, o povo fica sem resposta a suas necessidades. Não tece respostas antes, não tem agora e não terá depois de 2010. Procure-se o guichê de reclamações do Correio.

Em Senado
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Em 14/08/2009 16h04
Em vez de levar um homem à Lua, que tal usar o dinheiro dessa aventura para levar as crianças do mundo à comida?

Em Homem na Lua
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Em 13/08/2009 21h03
O de que o Brasil menos precisa é de chavismo mal-intencionado. Ninguém ganha nada, principalmente correntistas de bancos particulares, com a desnecessária criação de uma polêmica totalmente inútil e que não levará a nada. Lula, Mantega e bancos particulares não discutam e trabalhem em regime de concorrência. Bancos estatais (enquanto os houver, o que, para o melhor futuro do país espera-se que seja temporário, devem concorrer, no espírito de livre comércio, com as armas de que dispõem. Bancos particulares que corram atrás, para não perder clientes. O governo tem a obrigação de regulamentar o funcionamento dos bancos, que existem obedecendo às regras para eles estabelecidas. A interação público-privado, motivada pela facilitação de financiamentos de campanhas, tem de acabar: o privado tem finalidade de lucro, o público regulamenta o privado em defesa da sociedade. Qualquer esquema fora deste, claro, transparente, honesto, só pode dar na confusão que é a administração do país. Sejam responsáveis, governo e bancos particulares. É o que a sociedade merece e exige. Política tem hora, que nunca é quando se trata do respeito econômico à sociedade!

Em Crise no Brasil
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Em 09/08/2009 08h13
Numa eleição que, um ano antes de realizar-se, já aparecia como desanimadora, pela continuidade política (Lula repetiu FHC e Serra, se eleito, voltará a oito anos atrás), aparece um alento de ar respirável, com Marina. Como sua candidatura é mortal para o PT, provavelmente vai ser feito tudo para impedi-la. O PV deve ao povo brasileiro a recuperação de sua credibilidade, por ter componentes comprometidos com a corrupção e pelo deslize de Gabeira com o proveito familiar de viagens custeadas por nós. Precisa aproveitar a oportunidade que apareceu, uma inesperada reviravolta na sucessão e uma esperança de vencer-se o marasmo de sempre a mesma coisa.

Em Eleições 2010
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Em 07/08/2009 19h23
Se algo chama a atenção nos últimos jogos, é a constância dos erros de arbitragem. Gols impedidos é coisa que está ficando mais comum que andar prá frente. Arbitrariedades (não fossem os jogos dirigidos por "árbitros") são a coisa mais comum em faltas. O que não é falta para um lado, é falta de car~tão para o outro. Sem falar nos árbitros que só apitam pênalti se o jogador-vítima é abatido a tiros! O São Paulo foi prejudicado em pelo menos dois jogos, que representaram seis pontos perdidos na classificação. Um escândalo destes derrubaria qualquer diretoria de arbitragem de entidade que não fosse dirigida pelo famigerado Ricardo Teixeira.

Em São Paulo
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Em 07/08/2009 19h07
A característica da atual civilização brasileira é um sem-teto revolvendo o lixo à procura de sucata vendável. A falta de vergonha do senado chegou a este catador de sucata: um senador por acaso (segundo suplente) decide o destino do presidente do senado e este exulta! Pode alguém ou algum órgão chegar mais baixo? Parece que vale a pena para continuar a receber R$ 50.000,00 por mês para não fazer nada. Não está na hora de publicar o que cada senador e cada deputado federal recebe por mês? Demora muito para se concluir da necessidade de extinção do senado e da redução percentual da câmara dos deputados? Afinal, são só os assessores e aspones que trabalham!

Em Senado
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Em 07/08/2009 12h02
Com essa história de convidar gente que está na mídia só para somar os votos que conseguirá como candidato, o PV fica na berlinda. Já está em observação por ter acusados de corrupção e pelo uso de dinheiro da Câmara para viagem de parentes por Gabeira. Está com uma oportunidade de ouro, se Marina Cintra filiar-se e for candidata à presidência. Isto provocará forte influência no resultado da eleição. Mas não pode misturar aos seguidores das idéias do partido gente que age por própria conta, sem respeitar regras e, pior de tudo, que só quer aparecer. Pode perder adesões, pelo enfraquecimento que tais pessoas trarão à firmeza das convicções partidárias. Alguém se ilude com a idéia de que Protógenes tenha intenção de se comportar como ambientalista autêntico? Os votos que trouxer serão de quem não consegue espaço nos partidos oficiais e atuará pela dispersão das idéias de renovação.

Em Eleições 2010
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Em 07/08/2009 11h33
Não consigo esquecer os primeiros 30/40 minutos do São Paulo contra o Vitória. Um time pegador, fazendo o que não fazia há muito tempo, manter a posse da bola por mais de quatro ou cinco passes. Nunca se sabe o que acontece no interior de um grupo de pessoas que interagem. Só ficamos sabendo o resultado, mas desconhecemos a multiplicidade de relações internas. Desconfio de que os jogadores ficaram cheios de Muricy e perderam o estímulo. Richarlyson e Dagoberto reviveram; Hernanes deu uma bolada na trave do Botafogo que valeu por um gol. Até parece que técnico tem prazo de validade, o que não é de estranhar pelos salários que recebem. Mas ainda é cedo para tirar conclusões, vai que apatia anterior volte com tudo. Por enquanto, porém, voltou o gosto de ser sampaulino. Ricardo Gomes surpreende. O Goiás será boa prova da atual capacidade do time!

Em São Paulo
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Em 05/08/2009 16h16
Os senadores são conscientes da baixa reputação de seu órgão, que dificilmente poderá cair mais baixo do que já está. Lula declara que Sarney não é seu problema, mas nos conchavos de gabinete combina preservá-lo; comete a indignidade de dificultar a reeleição dos petistas, obrigando-os a voltar atrás em suas convicções. Nada que não soubéssemos de sua personalidade, mas exemplo do prejuízo que é para o país sua presidência. São então duas lutas que a sociedade precisa enfrentar: como o senado não tem por onde recuperar uma vergonha que nunca teve, devemos insistir em sua extinção. Muitas vozes aqui manifestam essa idéia; portanto, a solução é fazê-la crescer, cortar o mal pela raiz e deixar de pagar regiamente uma fortuna mensal para sustentar um órgão inútil e, pior, atravancador do progresso do país, com sua mentalidade lá embaixo, a uma distância astronômica dos interesses dos brasileiros. A segunda luta é estimular uma candidatura presidencial alternativa. Isto será morte para Lula, que sabe que, concorrendo Heloísa Helena ou Marina Silva, as chances de Dilma são praticamente zero, o que dificultará seu retorno em 2014 (se é que também não trama uma virada de mesa que lhe permita a trieleição, coisa que cultiva em seu íntimo com o maior amor!). Não vamos deixar que indivíduos inqualificáveis como muitos senadores vençam os honestos deste país! É uma luta muito difícil, mas recusá-la é entregar em mãos sujas esta nação! Somos 190milhões! Podemos muito mais que eles!!!

Em Senado
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Em 05/08/2009 07h54
Aluizio Mercadante já declarou que só tem tempo para cuidar do casamento do filho. Provavelmente por isto não pode cuidar de assuntos menores como recolher assinaturas de senadores do PT para a saída de Sarney. Já Suplicy tem desculpa ainda mais robusta: como está solteiro, tem de dedicar toda a atenção possível à noiva e não pode perder tempo tirando uma caneta do bolso para assinar. Os eleitores talvez imaginem que não foram bem coisas desse tipo que ambos disseram quando pediram votos, mas isto fica para resolver na próxima oportunidade, já que não têm mandatos vitalícios. Quem tem mandato praticamente vitalício é Sarney, que confessou desdém pelas classes C, D e E, explicando o motivo de suas reeleições: essas classes não podem obter informações isentas, ouvindo só sua propaganda. É nisto que ele confia para não receber o julgamento que merece. É a grande arma de Lula - como todo populista aproveitador da ingenuidade de quem não tem nem condições de avaliar o abismal distanciamento entre promessas e realizações, confia na ignorância para manter o poder. Sarney confessa o mesmo e ambos confraternizam com Renan e Collor. Todo o resto que se diga é perfumaria para disfarçar o mau cheiro do resultado. Acrescido, agora, de Mercadante,Suplicy, Tião Vianna e outros mais, que são menos.

Em Senado
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Em 04/08/2009 18h48
Está no bolso de Sarney, Collor ou Renan o ato secreto que permite continuar a pagar os salários suspensos por ato público? O namorado da neta continua a receber? Os bois de Renan estão em que pasto? O bilhão de lucro que revoltou a secretária está em que banco? E a vergonha nacional? Se existe, onde foi parar?

Em Senado
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Em 04/08/2009 16h47
Se o problema é a momentânea fraqueza de Cristo, que deu vazão a seu lado humano pedindo ao Pai que afastasse dele o sofrimento que iria experimentar, nós, brasileiros, estamos firmes com nosso líder: ele nunca afastou um cálice; pelo contrário, muitas das coisas que fala sem dúvida são inspiradas pelo cálice.

Em Senado
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Em 04/08/2009 15h09
Já estava demorando uma candidatura alternativa às que estão postas e que, se vitoriosas, não mudarão em nada o panorama atual da política. Faltava aos brasileiros uma atitude eleitoral de protesto, além do voto nulo ou em branco, que só favorecem a manutenção da situação atual. Marina Silva pode ser o nome a se colocar para mostrar que nem todos se deixam enganar pelo clube fechado da política, estruturado para continuar a tradição histórica de impedir a democratização do país, pela simulação de disputa entre concorrentes que até fazem parecer aquelas famosas concorrências combinadas, em que um ganha uma coisa, outro ganha outra (Já não houve um pensador petista que deitou a pérola de sabedoria filosófico-sociológico-cultural "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa"? Precisamos urgentemente de uma "terceira coisa" que não seja uma das alternativa do viciado jogo de poder. Não foi um bolão que ganhou os 55 milhões da mega-sena? Um bolão de "terceiras coisas" pode até dar uma virada nesse marasmo exterminador criado pelos profissionais do "deixa comigo que eu chuto e engano o povo".

Em Eleições 2010
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Em 04/08/2009 06h48
O mais importante na reportagem do jornalista é a afirmação de que Dilma não tem recepção favorável por parte do eleitorado. Desconfiou-se de que isto tenha sido o estopim da agressividade de Lula contra os que atacam o Bolsa-Família. Ele não está vendo o resultado eleitoral que previa com o programa. O que vai acontecer no senado é imprevisível; desgastado como está, o órgão tem muito pouco ainda a perder. Mas a reação social está mais forte do que era esperado. Sintomático é a Folha continuar a numeração dos posts, misturando as notícias políticas. Sarney aguenta ou não? Essa crise tem um enorme perigo para o país: demonstra que a política nacional está defasada da sociedade, que procura progredir para impedir a miséria do país e encontra um ambiente político concentrado no atraso da salvaguarda de interesses mesquinhos sobre toda uma nação. A crise não é Sarney ou Lula, é muito pior: é o fardo pesado de uma cultura de exploração política que está atrapalhando, atrasanto , até impedindo o país de fazer o que precisa. Não se resolve com a eleição em 2010: alguém vencerá e o grupo derrotado vai começar a campanha de 2014, e assim para sempre. Falta ao país consciência: dos eleitores ao votar, dos políticos ao se colocarem acima da sociedade, de uma persistência da cultura colonial em pleno século 21. Estamos perdendo o bonde da história e a dúvida é se ele vai continuar a rodar ou, acomodado o mundo ao século atual, vai parar de circular e quem o perdeu terá de ficar a pé.

Em Senado
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Em 03/08/2009 19h22
Depois que Lula pulou fora do barco furado, alguém achava que Temer ia continuar remando? Alguém, há muito tempo, já traçou o perfil do político brasileiro: sempre, em qualquer circunstância, contra todos os percalços, desassombradamente, a favor do governo. Não importa quem ganhe a eleição para presidente em 2010: o PMDB estará no palanque de sua posse. Não poderia ter presidente mais digno. Sem falar em seu principal opositor dentro do partido, que sairá candidato a senador, por São Paulo e apoiado pelo PSDB!

Em Senado
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Em 03/08/2009 19h14
A solução está mais que evidente: cortar o mal pela raiz e extinguir o senado, órgão inútil, forno onde se queimam milhões que poderiam matar a fome de incontáveis brasileiros, valhacouto de gente sem nenhuma moral, abrigo de foragidos da justiça. agasalho para gente de comprovada ladroagem.

Em Senado
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Em 01/08/2009 09h04
A Justiça Eleitoral proibiu divulgação de prévias eleitorais para presidente? Já faz tempo que elas pararam. Como não é de se acreditar que elas não estejam sendo realizadas, presume-se que são outro campo da batalha para 2010. A agressividade de Lula está crescendo espantosamente. A impressão que dá é de estar tão cheio de si mesmo que não consegue se conter. Alguém o avise de que balão cheio demais explode. Agora chegou ao máximo: depois de todas as bobagens que já disse, chama de ignorantes e imbecis os críticos do salário-família (salário-voto). A verdade é que está em campanha para alterar os conceitos de nossa sociedade e implantar o pragmatismo político vigente, de que válido é o que dá voto em eleição, qualquer que seja o meio usado para conseguir esse benefício. Talvez sua aliança com Collor tenha provocado seu novo conceito, que deu resultado na eleição em que o derrotou. Talvez não estejamos avaliando bem sua personalidade; talvez ele considere inadmissível perder a próxima eleição. Se isto for verdade, teremos coisas novas no cenário. Aquela primeira pergunta é importante: talvez pesquisas eleitorais revelem a razão de sua explosão contra os que o consideram um traidor de promessas feitas não por convicção, mas para ganhar eleição, como todos os outros políticos. Não é ignorância nem imbecilidade, é aturdimento acachapante com a desesperança que provocou em quem não é ignorante nem imbecil!

Em Bolsa Família
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Em 31/07/2009 17h40
Parece que a diretoria do São Paulo vai precisar importar o médico de Michael Jackson, para ele receitar tranquilizante de cavalo para os jogadores. Os filhos da Candinha têm inveja do sucesso dos vizinhos. Tinha razão Jeremias: esta vida é só atribulação. A dificulade é que, como disse Maurice Chevalier, a alternativa às atribulações não é lá muito agradável. Continuando o dicionário de citações, lembremos o dito de Jaguar (OU Ziraldo?): "Todo homem tem o direito de torcer pelo Vasco no meio da torcida do Flamengo." Hoje em dia, fazer isto é pedir o fim das atribulações, pelo acesso que daria à situação desagradável prevista pelo cantor francês. Muitas das atribulações nós próprios criamos para nós mesmos: Votamos sem pensar muito, vamos ao futebol não para usufruir um jogo, mas para brigar com os adversários, acreditamos no que os políticos dizem. Tomara que o São Paulo tenha muitas atribulações daqui prá frente. É sinal de sucesso.

Em São Paulo
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