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Comentários de Antônio Gonçalves Caneiroq
Em 23/06/2009 17h52
Mais uma das idéias estapafúrdias desse presidente acostumado a achar que qualquer coisa que fale se torna, automaticamente, a verdade mas preciosa da terra. Presidente não tem de dar dinhieiro ao povo, tem é que cumprir sua obrigação fundamental de criar condições para que o povo ganhe seu próprio dinheiro. Ponto final.

Em Crise no Brasil
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Em 23/06/2009 13h30
Temos a infelicidade de ter um presidente que primeiro fala e depois pensa. Vai demorar para ele ir à Espanha ouvir do rei Juan Carlos: "?por qué no te callas?" Ele não poderia ficar quieto, pelo menos para não nos envergonhar? Nunca na vida fiz coisa tão errada como votar nele em todas as eleições que perdeu e na primeira que venceu. Você me traiu, mas você paga, ai se paga!!!

Em Senado
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Em 23/06/2009 12h22
O jornal Valor trouxe, na sexta-feira passada, uma análise excelente, objetiva, do funcionamento do senado. Sua constituição, estrutura, funções que exerce e controle que impõe sobre o funcionamento do país mais que justificam sua extinção. É estranho falar-se tanto nele e não se questionar sua necessidade. Trata-se de estrutura defasada da vida atual, sem finalidade que beneficie a sociedade porque, conforme demonstrado no artigo, serve apenas a oligarquias que controlam os partidos políticos e mantêm privilégios descabidos que o país não pode mais sustentar. O exemplo mais típico é sustentar a Fundação Sarney, cuja finalidade é manter a memória viva do senador do qual não se lembra qualquer obra social importante. É um custoso monumento à vaidade de alguém cuja maior realização foi ter sobrevivido a 40 anos de vida política sempre desassombradamente a favor do governo de plantão. Já tivemos senados estaduais, extintos por sua inutilidade. Alguém os lembra ou sente sua necessidade? Não vale dizer que duas câmaras com poder de veto controlam-se mutuamente, já que nada se aprova sem combinação anterior, inclusive com o executivo, sendo as votações puramente respeito hipócrita a leis que vigoram no papel mas não têm funcionalidade. É o que falta ao país: funcionalidade, instituições que funcionem de fato e não sejam apenas abrigo a sustentadores dos poderosos. Se não mudarmos isto, continuaremos "banana republic", merecedora, no máximo, de filme gozador de Woody Allen.

Em Senado
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Em 22/06/2009 17h22
Parece que a estratégia de Sarney de deixar o tempo passar para a poeira assentar e todos esquecerem o senado não está dando certo, porque a quantidade de escândalos senatoriais imita Camões: "vai ainda além da força humana"! Agora entra chantagem. Para a situação ficar completa, falta o inevitável em romances policiais: "Chercez la famme!". Renan deveria ser impixado só por ter antecipado os eventos, em vez de esperar sua vez, que era neste momento. Quem se habilita?

Em Senado
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Em 20/06/2009 13h44
Inominável a personalidade de Kassab. Primeiro, ele pediu a Serra que lhe pedisse que fosse candidato a governador, o que mostra o quanto desconhece o atual governador. Depois, afobadamente, publicou salários de servidores municipais, achando que receberia beneplácito de Serra, por acuar servidores. Meteu os pés pelas mãos. inclusive mostrando as deficiências da administração municipal que, para corrigir erro seu anterior, lançou pagamento fantasioso a professor. Um político inventado por Serra para reduzir a influência de Alkmin, ainda não tomou simancol suficiente para perceber que sua validade está vencida. Kassab conseguiu uma proeza política - suplantou o famoso general farmacêutico Porfírio da Paz em irrelevância. Sua gestão na prefeitura da principal cidade do país é deprimente prova de até onde a política pode chegar em desserviço à sociedade.

Em Kassab põe salários na internet
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Em 20/06/2009 12h50
Já está na hora de que alguém de estômago muito forte e que não regurgite com facilidade (um cirurgião de campo de batalha, um atendente de acidentes rodoviários) faça uma soma de quanto está custando a família Sarney a todos nós, principalmente aos que, recebendo o salário-mínimo, também pagam, com os descontos imorais, essa corrupção toda.

Em Senado
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Em 20/06/2009 12h37
José Sarney parece ter ultrapassado o limite da consciência própria. No ocaso da vida, dá oportunidade a ser chamado de "jóquei cego de mula sem cabeça". E é presidente do Senado brasileiro, país com 190 milhões de habitantes, que trabalham, se esfalfam para a família não passar fome e, mais que tudo, pagam impostos que sustentam toda essa bandalheira. Merecemos isto? Até que nível dos abismos chegaremos?

Em Senado
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Em 20/06/2009 11h19
A situação atual do São Paulo é totalmente anômala, mesmo na situação do futebol jogado hoje em dia no Brasil. A discrepância entre o que técnico e jogadores recebem e o que se vê em campo é um absurdo. Na crise do Flamengo noticiou-se que dois jogadores afastados recebiam R$ 140.000,00 e R$ 120.000,00! Comenta-se que Luxemburgo recebe R$ 700.000,00 mensais. o que, se for verdade, ultrapassa qualquer salário nacional e não tem a mínima correspondência no que o Palmeiras mostra em campo. Neste quadro, a dispensa de Muricy, embora a lamentemos, aparece como natural. Não dá para trocar um elenco inteiro de jogadores e quem paga por isto é o técnico. Muricy ficou muito tempo no São Paulo e acabou pagando pela queda espantosa de rendimento de muitos jogadores. Agora vem aquela fase inevitável da troca de técnico: esforço redobrado de jogadores, para evitar a mesma dispensa do técnico. Esperamos que a diretoria tenha boas informações sobre Ricardo Gomes, mas é decisão ousada, que ainda precisa ser confirmada na prática. Parece fazer parte de política de mudança de exageros salariais. Nem durante a construção do Morumbi, época de contenção salarial de jogadores, quando o time tinha apenas um jogador de categoria (nunca esqueçamos Roberto Dias, Bezerra, Benê!), a produção foi tão baixa. Descontando-se a inevitabilidade do fraco futebol de hoje no país, vejamos o que vai acontecer. Não interessa a ninguém um São Paulo fraco, principalmente a seus adversários!

Em São Paulo
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Em 19/06/2009 16h48
Sarney entrou num beco sem saída. Declarou que foi um engano factual a existência de atos secretos. Só que foi um erro repetido mais de seiscentas vezes e ninguém percebeu! Sua atitude reflete um mundo que já acabou há muito tempo: o chefe disse, é verdade. Como há benefícios a sua família, é mais do que claro que suas palavras não merecem confiança. Este é seu beco sem saída: Sarney depende de uma credibilidade que já está mais que provada ele não merecer. E ainda recebeu o apoio do mestre do mensalão, Lula! Ambos não têm outra saída, a não ser insistir no que ninguém acredita. Cony mostrou na crônica de hoje que as denúncias agora estão partindo do interior do governo. Se mais alguém se abrir, talvez se crie novamente a situação em que Lula só não foi impixado por FhC (superlativo de PhD, segundo Millôr Fernandes) temer que a situação espirrasse para a compra da reeleição. Tudo isso só está acontecendo, a perturbação irresponsável de nossas vidas cotidianas, porque há grupos lutando para conseguir o poder, em vez de haver quem aspire a ele para cumprir os objetivos da sociedade, beneficiando os pobres dos cidadãos, que arcam com o financiamento de toda essa corrupção. Há um fatal descolamento entre a prática política e a vida nacional. Isto não vai dar em boa coisa, já vimos esse filme!

Em Senado
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Em 18/06/2009 11h43
Infelizmente confirma-se a regra invariável das eleições majoritárias: candidatos oriundos de acertos políticos, nunca procedentes da vontade popular (não que haja, no momento, qualquer perspectiva de outros candidatos, além dos já divulgados, que atendam a interesse popular). Há um deserto político em São Paulo, estado concentrado numa única candidatura a presidente, diante de qual tudo empalidece, em desserviço flagrante à democracia. A política brasileira entrou definitivamente em novo ciclo, descolando-se da sociedade, como está comprovado pela desmoralização do congresso nacional, o que criou um vazio aberto a ambições nada democráticas. As perspectivas para o futuro tornara-se sombrias, dificultadas ainda mais porque essa tendência parece ser mundial.

Em Eleições 2010
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Em 17/06/2009 11h33
Talvez Lula devesse ficar quieto, em vez de procurar explorar a situação para passar por bonzinho. Sua política de arrecadar o máximo possível de apoios, sem ligar para o prontuário do apoiante e o mensalão escancararam a porteira da moralidade, tornando tudo permitido. Lula aceita a concepção de que liberalidades proibidas a mortais comuns são aceitáveis para privilegiados do poder, carregando bandeira na contra-mão do esforço gigantesco que pessoas honestas estão fazendo para tornar o Brasil um país respeitável, e não o valhacouto dos gângsters de filmes noir do cinema norte-americano. É muito séria a posição de Lula, porque ela se baseia no pragmatismo da luta pelo poder que se trava em segredo entre aqueles que têm privilégios acima dos concedidos ao cidadão comum. Trata-se de convicção arraigada nele, em seu partido e naqueles que formam sua maioria política, uma força que procura atravancar a modernização democrática do país. Não se trata de discussão para jardim-da-infância, é assunto crucial para a sociedade, principalmente numa época como a atual, em que a democracia está ameaçada no mundo inteiro. É preciso uma consciência muito firme dos valores morais que, por serem direito absoluto da sociedade, não podem ser deturpados por interesses pessoais ou de grupos eventualmente no poder. Lula, Serra, FHC, Aécio, Sarney, Renan passarão, mas a sociedade brasileira continuará a existir. Nossos filhos e netos viverão nela. Bem ou mal, dependendo de todos nós.

Em Senado
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Em 17/06/2009 11h08
Jânio de Freitas está correto, quando diz que os senadores querem fazer passar como lícitos, atos que violam até mesmo o código penal. Sarney diz que não fez nada errado, Delcídio Amaral não viu nada de errado em atender a um pedido de Sarney, Mas a sobrinha foi dispensada. Renan violou a lei eleitoral mantendo em exercício funcionário que concorria a eleições. Então, para resumir: aqueles cuja função é elaborar leis para funcionamento da sociedade estão violando-as. Se isto não é motivo para cassação das atribuições que eles não respeitam, tudo passa a ser aceitável, leis passam a ser obrigação apenas dos sem privilégios, reinstaure-se a monarquia absolutista, dê-se a tais figuras títulos nobiliárquicos e isenção escrita de cumprimento das leis. Desmerecem as funções de que estão investidos, escarnecem da sociedade e fazem tudo isto sob o silêncio cúmplice dos que se dizem inocentes de atitudes semelhantes. O Congresso Nacional tornou-se órgão proibido para menores!

Em Senado
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Em 16/06/2009 14h09
Simplesmente não acredito nos cálculos do custo de vida. Minha experiência de comprador sofrido não confirma o que dizem oficialmente os órgãos que o medem. Está cada vez mais difícil fazer compras na feira e no supermercado; em ambos compra-se cada vez menos com o dinheiro costumeiro. Periodicamente há preços que explodem e, depois, não refluem a níveis anteriores, desmentindo argumentos de sazonalidade. O feijão é o mais recente exemplo. Acredito mais que haja um rodízio organizado, permitindo a setores determinados conseguir lucros mais altos em épocas escaladas. A mão invisível de Adam Smith recebe uma ajudazinha de corporações autorizadas a a aumentar seus lucros, como cassinos que magnetizam suas esferas de roleta. Os Ceasas e Ceagesps foram projetados para regularizar o mercado, mas tornaram-se estruturas da alta magnitude, não se sabe se fiscalizadas suficientemente para impedir atravessadores. Está mais que na hora de uma revisão dos critérios governamentais de fiscalização, em favor das duas pontas da produção: o produtor, fabricante e o consumidor, em detrimento do atravessador, proxeneta dos bens de consumo. Há muito que fazer nos atuais esquemas de produção.

Em Crise no Brasil
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Em 16/06/2009 10h56
Provavelmente com recompensa à altura do sacrifício.

Em Senado
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Em 15/06/2009 11h18
Só num país como o Brasil acontecem figuras como Renan Calheiros e José Sarney (para economizar espaço do post!), que passam incólumes por situações em que um batedor vulgar de carteiras apanharia dia e noite da polícia. O motivo desta impunidade foi esclarecido por Delcídio Amaral, senador do PT e que, há pouco tempo, foi presidente de CPI que (surpresa!) não deu em nada, explicando por que abrigou em seu gabinete aspone sarneysista: "Ele me pediu!". Senador, arrume uma vaga para um pai de família desempregado, com 10 filhos morrendo de fome! Nem precisa mensalão para comprovar a imoralidade das tretas políticas. Só o simples fato de alguém passar a receber R$ 4.600,00 sem trabalhar já classifica esse partido! Quantos estão nessa situação e em quanto isso explica a miséria da população? Com a palavra Sarney, Renan, Delcídio, todo o PT, todos os congressistas, inclusive os honestos que não reagem!

Em Senado
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Em 13/06/2009 20h50
Aposentado do serviço público estadual já há 11 anos, depois de 35 anos de trabalho, não me lembro de alguma vez ter visto tal discriminação de gastos do Estado com servidores. Só ficou faltando discriminar a porcentagem dos gastos com salários sobre a arrecadação do governo, coisa que nunca foi feita em qualquer governo do PSDB em São Paulo!

Em Governo José Serra
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Em 13/06/2009 20h49
Aposentado do serviço público estadual já há 11 anos, depois de 35 anos de trabalho, não me lembro de alguma vez ter visto tal discriminação de gastos do Estado com servidores. Só ficou faltando discriminar a porcentagem dos gastos com salários sobre a arrecadação do governo, coisa que nunca foi feita em qualquer governo do PSDB em São Paulo!

Em Governo José Serra
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Em 12/06/2009 11h30
Uma candidatura de Ciro Gomes a governador de São Paulo seria mais um capítulo, declive abaixo, na evolução do desrespeito à democracia atualmente em curso no país, com os políticos forçando soluções contrárias aos interesses da sociedade. De artificialismo em artificialismo, corremos o risco de um descolamento irreversível entre a prática política e o atendimento aos objetivos sociais, o que deveria ser a finalidade de qualquer nível governamental.

Em Eleições 2010
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Em 12/06/2009 11h23
Da muito medo imaginar qual vai ser o próximo capítulo da degradação do congresso nacional. Algum dia isso terá um fim?

Em Senado
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Em 08/06/2009 19h27
Se nao houvesse CPI, haveria reduçao?

Em Crise no Brasil
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Termos e condições

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