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Comentários de Charles de Almeida
Em 13/09/2009 15h01
Devemos respeitar as mulheres. Mesmo em momentos que falam nitidamente sem pensar. Mesmo nos momentos em que percebemos que falam sem conhecimento de causa. Pois são belas as mulheres. E mesmo os seus acessos de fúria, têm lá seu quê de beleza, de atrativo, que nos ajudam também a formar nossa própria opinião. Contudo, em nossa política, só agora elas começam a despontar como adversárias de peso, com bagagem e com coerência em seus discursos. Muito me decepcionou a ex-senadora Heloísa Helena. Que tinha em seus objetivos uma vontade muito grande de ajudar a população menos favorecida. Contudo, e em virtude de seus radicalismos baratos, que se sobrepunham à razão e à visão de futuro, não conseguiu ir mais além que o Senado Federal, de onde muita coisa podre vem saíndo, ultimamente. E onde ela não conseguiu fazer muita coisa. Teria, com certeza, uma atuação brilhante como uma Ministra de Estado, auxiliando o atual governo em suas políticas sociais. Mas as coisas não saíram da forma que imaginava. E nem por isso a admnistração desandou, como profetizava. E Lula segue firme, apagando os incêndios provocados pela Oposição, às vezes, até com um incêndio novo, como foi no caso recente do Senador Sarney: Urgência no Pré-Sal para que se esqueçam da crise no senado. No passado, mais exatamente na passagem do prmeiro para o segundo mandato, com o anexo ao Orçamento, afim de que se votassem o prórpio Orçamento, Lula também usou desse artifício. Sua astúcia não pode mais ser desprezada.

Em Eleições 2010
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Em 31/08/2009 20h29
Acho correto que a Petrobras fique à frente da exploração e administração desses recursos que serão gerados pelas novas Jazidas do Pré-Sal. Seria injusto que depois de anos acumulando experiência, tanto que se tornou uma das maiores empresas do mundo em sua área, ficasse de lado num momento desses. Cabe a nós agora, cidadãos e contribuintes, fiscalizarmos para que o Senado, com as raposas velhas que lá ainda se encontram, não transformem essa riqueza iminente em proveito próprio, deixando a população a ver navios. Não podemos pensar que os senadores da oposição estão bem-intencionados com essa CPI que criaram. Já é um sinal de que querem atrapalhar as coisas. A Petrobras vem provando, ao longo dos anos, que é uma empresa séria. Claro que tem lá seus nomeados pelo governo, como toda empresa estatal. Se fossem do PSDB ou DEM, ninguém estaria esperneando tanto, como agora. Alguns segmentos da sociedade abominam o PT, como forma de destilar todo o veneno reservado à massa mais carente da população. Isso é discriminação, sim. Os resultados da boa administração, que estão fazendo, vão queimar muitas línguas. Só assim essa cultura mesquinha poderá, um dia, mudar. Agora, cá entre nós, Petrobrax, com X de Xuxa! Sei não. Será que pensavam que nossa população era composta só por crianças?!

Em Pré-sal
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Em 23/08/2009 14h14
Surpreende-me muito o Governador de Minas vir a público falar sobre ética, postura e projeto para o país. Sim, porque fica parecendo que ele e seu partido de fachada possuem alguma dessas coisas. Claro que, se a ética a que se refere, trata-se de propaganda negativa televisiva, tudo bem. O PT tem muito disso. Propaganda negativa. Esquece o nobre Governador que propaganda é publicidade. E publicidade é um serviço contratado. Há muitas agências publicitárias em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte... Quando o PSDB era governo e PT oposição, diziam os tucanos que os petistas faziam oposição destrutiva, contudo, nem assim ( e isso soa muito estranho ), conseguiram manchar tanto a imagem do PT. O mais natural seria que, sendo o PT oposição, ou seja, teoricamente com capacidade para atrapalhar as votações, tentasse-se neutralizá-lo, trazendo ao conhecimento da população suas mazelas. Porém, não foi assim que aconteceu. Bastou ele se tornar governo e tudo mudou. Fatos como esses servem para nos mostrar como são feitos os caminhos da política e da politicagem. Só que desta vez o tiro saiu pela culatra. Vai ser muito difícil o PSDB reverter a imagem que passou. Pelo menos para mim. Ficou muito claro de quem era a falta de ética.

Em Senado
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Em 15/08/2009 12h13
Compartilho de sua opinião Cláudio Rocha (14/08/09), por acompanhar a trajetória tanto de PSDB quanto do semi-morto PFL, agora oculto atrás da sigla DEM. Claro que em seus quadros devem ter lá alguns elementos confiáveis e bem intencionados, contudo, são mascarados pela maioria reinante, que não passa a menor convicção mais em seus discursos. Lembro-me bem dos tempos do governo tucano. Era aquela choradeira geral pela falta de emprego, pela dificuldade em se cursar uma faculdade, pelos juros exorbitantes que afastavam os cidadãos comuns até mesmo das calçadas dos Bancos, pelo descompromisso com a massa da população, que se iludia com suas falsas promessas. Ainda não estamos no paraíso, evidentemente. Mas a choradeira agora parece que mudou de lado, pois vemos a Oposição, aquela mesma que antes povoava os gabinetes públicos e que não conhecia a pobreza nem por cartão postal, se espernear nas bancadas do plenário e nos microfones dos telejornais, tentando reverter a situação a que foi relegada pelo Povo, hoje mais consciente. E para eles, qualquer coisa já serve como arma. Como exemplo, podemos citar esse novo "escândalo" do suposto enconto ou suposta conversa da Dilma com a Lina. Já pensam até em convocação da Ministra. Acredito que se alguém gritar perto do Senado que Lula lhe pagou um picolé, com dinheiro público, para eles já será motivo para uma CPI. Desdenham de nossa inteligência. Vamos dar um basta a esses parasitas de terno e gravata, que ainda grassam em Brasília!

Em Governo Yeda Crusius
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Em 09/08/2009 21h22
E onde estão os senadores Arthur Virgílio, Tasso Jereissatti, Álvaro Dias, para comentar esse problema da Yeda Crusius? E o cacique do DEM Agripino Maia? onde está que não se pronuncia a respeito? Outro dia atrás, um comentarista aqui do espaço perguntou por que os chefões do PSDB ou DEM não comentam sobre a crise do Senado. Pessoas do cacife de Fernando Henrique, José Serra, Aécio Neves, nenhum deles aparece na mídia comentando tais fatos. É realmente estranha tal atitude. Ainda mais partindo de pessoas que querem tanto voltar a ocupar os gabinetes de Brasília, e que se julgam as donas da verdade. Se analisarmos a fundo a questão, veremos, como disse em um comentário recente, que o Senado é a Casa onde a Oposição concentra o pouco de forças que ainda tem. Tudo que dali sai, com certeza tem o dedo dos democratas e tucanos. Não há como não concluir isso. É a política do "quanto mais baderna melhor", para jogar toda a culpa no Governo. O triste é ver que, com essa estratégia, aliada ao fato de que a velha Imprensa dá total cobertura a tudo o que é tramado, conseguem arrebanhar alguns incautos eleitores (para não dizer "incultos eleitores").

Em Governo Yeda Crusius
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Em 03/08/2009 23h57
Isso é bom. É muito bom que bate-bocas como esses ocorram para que as coisas ocultas ou atos secretos venham à tona. Vindo à tona, com certeza, alguns vão desaparecer. Com sorte, todos desaparecerão. Que nossa política está podre, já é de conhecimento público. Daí a conhecermos a verdade por trás dos fatos, é outra estória. Não podemos ( e isso fica cada vez mais evidente ) formar nossa opinião com base no que a Imprensa noticia. Ela é, infelizmente, tendenciosa. Não deveria ser. Afinal, o país é grande. O eleitorado é grande. O público pagante e leitor é grande. Não há por quê a imprensa deixar claro sua direção, tendo em vista que sua finalidade é o lucro. Se está vendendo, está tendo lucro. É óbvio. Então por que manipular? Ou tentar manipular? O que Collor está falando, o que Sarney está falando, o que Pallocci falou, o que Dirceu falou, não são vozes de anjos, evidentemente, mas está gerando mais confiança, hoje, do que o que a Imprensa fala. Vamos mudar o discurso. Vamos mostrar ( e provar, sem deixar dúvidas) o que se publica. Tentem convencer com provas, provas incontestáveis. E não com repetição. A repetição não é o mesmo que perspicácia. Quando se é perspicaz em algum assunto é uma coisa. Mas quando se é repetitivo, é outra. Não vou, e já tenho outros à minha volta, que não vão se deixar, vencer pela repetição. Essa arma tem sido usada na Veja, na Globo e, não gostaria dizer, mas digo, na Folha. Tentem mudar de estratégia. Essa não cola mais.

Em Senado
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Em 18/07/2009 19h15
Perdi minha esposa, vitimada que foi por um câncer. Do momento em que descobrimos a doença até quando faleceu, passaram-se 03 anos. Tempos dos mais difíceis e que, por mais que sejam as divergências, não desejo igual período para ninguém. É triste, é pesado, é terrível. É um intervalo da vida em que só as pessoas fortes conseguem ultrapassar. Mesmo as que são apenas companheiras. Admiro o Sr. José Alencar. Pela sua garra, pela sua coragem e pela sua decisão de expor sua luta, tornando-a de todos nós. Todos nós, hoje, devendo torcer por ele. É um homem valente, que enfrenta uma situação difícil. Torçamos e peçamos a Deus que o ilumine, pois é assim que o ajudaremos a superar essa dificuldade. Um dia, todos nós precisaremos dessa torcida a favor. Insignifcantes que somos.

Em José Alencar
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Em 15/07/2009 18h25
Policarpo Quaresma (14/07/09 13:39 Hs). É uma pena que não haja entre aquelas estrelinhas que votamos nos comentários as palavras MAGNÍFICO, ESPETACULAR, BRILHANTE, para que eu pudesse marcar em seu texto. Acho que, ainda que houvesse, ainda não retratariam a satisfação que tive em ler suas palavras. O realismo ali estampado e a indignação pela ocultação da verdade estão, ali, muito claras, e fizeram com que conquistasse a minha solidariedade. Nossa democracia ainda tem muito o que aprender e se desprender dos vícios que foram se acumulando ao longo de várias gestões nocivas, que corroeram nossa consciência, nossa imprensa e nossas instituições. Precisamos lutar contra isso. Se essa for sua luta, pode ter certeza que ganhou um aliado. Meus parabéns. São raros, nesse espaço, comentários com tamanho conhecimento de causa, fundamentação e lucidez. Abraços.

Em Eleições 2010
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Em 14/07/2009 22h43
Na Inglaterra, mesmo a Oposição, tem que jurar lealdade à Rainha. Aqui, infelizmente, nossa Oposição sempre se norteou pela lealdade a sí mesma, tendo como objetivo principal sua entrada ou reentrada nos gabinetes do Poder. Como ninguém governa sozinho e o time que lá está, no Congresso ( colocado por nós mesmos, frize-se ), é necessário para se fazer alguma coisa, dos males o menor. Imaginemos que Lula defenda ou se apóie apenas nos parlamentares "ficha-limpa", teria ele que levar seus projetos para ser aprovados e votados na CNBB.

Em Eleições 2010
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Em 12/07/2009 18h50
Os Senadores deveriam tirar algum proveito de reportagens desse tipo. São escritas por jornalistas de países cultos e desenvolvidos, baseadas, evidentemente, em fatos reais. Não podem vir a público simplesmente criticar e achar que é intrometimento em assuntos internos, tendo em vista que notícias são notícias em qualquer lugar do mundo, sejam elas boas ou ruins. E, cá entre nós, esse nosso Senado tem sido, de fato, uma terra de ninguém, principalmente depois que a "Oposição ao Povo", tornou-se a Oposição ao Governo. Sim, porque, antes, só trabalhavam em prol de si mesmos. Interessante esses que aparecem aos holofotes rebatendo as críticas do The Economist: Arthur Virgílio e Heráclito Fortes, figurinhas carimbadas da Oposição (e com culpa no cartório, diga-se de passagem). Por quê não falaram nada, quando o Financial Times elogiou a nova situação do Brasil, dizendo que o mundo deve ficar atento ao País? Arrumem a Casa e tomem vergonha na cara: é isso que precisam fazer, senhores Senadores.

Em Senado
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Em 08/07/2009 19h52
O Brasil ainda peca muito por não ter objetividade em suas Leis, ou seja, essas são feitas sempre deixando brechas para que "alguém" tire proveito delas. Essa questão do nepotismo seria tão facilmente resolvida se não houvesse essa liberdade dada aos parlamentares de contratar quem bem entenderem em seus gabinetes. É serviço público, então que todos passem pelo critério exigido dos cidadãos comuns: Concurso. Entre os aprovados, sim, poderiam os nobres senadores e deputados selecionar o número que lhes for reservado de assessores. É simples e não discrimina ninguém.

Em Senado
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Em 07/07/2009 19h32
Se observarmos bem as reportagens que falam de aspectos positivos da economia, seja nos veículos tradicionais ou pelos colunistas econômicos, veremos sempre no interior de seus textos aquele "mas", tentando minimizar os avanços e ressaltar o pessimismo, nunca destacando que a parte negativa foi herdada dos governos anteriores. Exemplo disso é um texto que apareceu, hoje, dando conta de que o Financial Times alerta o Mundo para que olhe com outros olhos o Brasil, ou seja, estamos inspirando respeito. Nessa reportagem, que, inclusive, ficou pouco tempo no Site, existem alguns "mas" e "infelizmente". Contudo, cada vez mais fica evidente que o País está no rumo certo. Hoje, em lugar dos empréstimos faraônicos aos mega-empresários, a distribuição de renda, proporcionada pelos programas sociais, chamada muitas vezes de bolsa-esmolas, fez com que a economia girasse, gerasse empregos e qualidade de vida, para todas as classes sociais. Livrando a população dos famosos arrochos salariais, exigidos pelos organismos externos ao emprestar divisas ao País. Os resultados estão aparecendo e tornando o futuro um pouco mais animador. Diferentemente dos tempos em que as grandes empresas pegavam os empréstimos, com fins de gerar renda e trabalho e nada disso acontecia. Quando muito dinheiro parava nas mãos de poucos, poucos resultados eram obtidos. Agora, pouco dinheiro vai para as mãos de muitos e o País caminha melhor. Ainda falta muita auditoria, claro, principalmente nos meios políticos.

Em Senado
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Em 05/07/2009 21h54
José Serra critica os juros altos do governo: São os mais altos do mundo!!! Não sabia que ele tinha essa queda para o humor. Deve estar querendo aumentar sua plateia entre os paulistas. Talvez isso faça alguém rir e votar nele por essa grande novidade revelada. Seu senso de humor talvez esteja bom, mas da memória não se pode falar o mesmo. Os tucanos realmente estão apelando pra tudo. Aqui em Minas, o Aécio está gastando uma nota com publicidade. O que pode ser até interessante, pois todos estão tomando conhecimento do tamanho de seu nariz. Vamos ver até onde vai essa caravana circense.

Em Eleições 2010
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Em 28/06/2009 15h18
Pouco a pouco, nossa Imprensa vai enxergando que seu papel não vem sendo bem feito. Todas as denúncias têm, sim, que ser investigadas e levadas ao público. Mas é de fundamental importância que, ao serem desvendadas, seja dado destaque aos seus fundamentos. Ou à falta deles. Chega dessas notícias que vêm à tona e somem como fumaça. Isso deixa muito claro aos leitores uma evidência óbvia: a falta de fundamento do que foi noticiado. Quando se tem certeza do que se fala, defende-se enfaticamente o que foi falado. O que não acontece com essas manchetes que vêm e que vão. Ainda mais quando o assunto é conduzido por ferramenta tão poderosa como é a Mídia. Simples assim. Volto a insistir no ponto da violência urbana, por exemplo: Como um assunto tão grave, de repercussões tão nocivas e danosas ao povo, não tem a mesma ênfase dada aos assuntos políticos? Vivemos hoje como prisioneiros em nossos próprios lares. Não podemos mais deixar nossos filhos andarem sozinhos em nosso quarteirão. Nosso patrimônio, fruto do suor pessoal, não pode mais ser defendido por nós mesmos. Como entender isso tudo? Não basta relatar um caso de atrocidade hoje, vender seus jornais e, depois da venda, simplesmente esquecê-lo, como tantas vezes acontece. A Imprensa tem que questionar a competência dos Órgãos. Nesses casos, dos poderes policiais. Contudo, relata-se o caso, vende a notícia e pronto. Nada mais é cobrado. Já na Política... as notícias fluem, por dias e dias, insistentemente. Por quê será, hein?!?

Em Lei de Imprensa
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Em 27/06/2009 22h14
É muito bom, acho até que excelente, o que tem acontecido no Senado Federal. Só que, infelizmente, penso que esse bafafá em breve se dissipará, pois é assim que funcionam as coisas em nossa política e em nossa imprensa. Um único Senador ter a seu serviço mais de 100 funcionários é algo que não dá pra engolir. O Senado Federal é uma instituição das mais nobres da República, mas não pode abusar de seu poder para se tornar um antro de intocáveis. O Brasil não merece isso de seus próprios eleitos. Acho interessante as entrevistas dos antigos moradores da Casa, como Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Álvaro Dias, e outros mais, que lá estão a tanto tempo. Falam como se não soubessem de nada (não era isso que diziam de Lula?!). Fazem o quê seus cento e tantos assessores? É inacreditável. Desdenham de nós, pois já construíram suas fortunas usando essas facilidades como alicerce, e, hoje, não podem mais ser atacados, com base nas leis que eles mesmos fizeram. Atualmente, tudo é entregue de bandeja para a mídia. Tudo é denunciado e, até, escancarado, para a imprensa. Temos um representante do povo conduzindo a aeronave. E as tantas turbulências que apareceram e ainda aparecem em seu caminho, seriam fruto de mera coincidência? Temos que analisar as caixas pretas do passado, pois está ficando evidente que a tranquilidade reinante nos voos anteriores era trabalho de ótimos maquiladores, sociólogos, enganadores, etc. E não de simples metalúrgicos.

Em Eleições do PT
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Em 19/06/2009 10h59
A cada dia admiro mais o atual Governo. Não por que sua administração seja digna de Oscar, mas pelo simples fato de que, os opositores, à falta de armas ou argumentos plausíveis, têm trazido à tona todos os mecanismos nocivos, criados no passado, para se beneficiarem e se lambuzarem do dinheiro público. Quem imaginaria Atos Secretos?! E ainda criados a 14 anos?! É muita descaratez dos homens que elegemos para dirigir o destino do Povo. É certo que mais coisas virão por aí. O Congresso Nacional está se auto destrruindo, com essa enxurrada de denúncias, que não cessa. Muitas delas, é verdade, têm algum fundamento. Mas a maioria é, seguramente, para angariar propaganda negativa aos governistas. O epicentro desse novo terremoto é, de novo, o Senado Federal. Não por coincidência é lá que a Oposição é mais forte para "peitar" o Governo, como ficou claro no caso da CPMF. O bom é que se olharmos pelo ângulo do cidadão e não do eleitor, mesmo que causem estragos ao atual governo, esses fatos trarão bons frutos ao país, pois serão estirpados do sistema muitos dos meios maléficos ao Tesouro. E, assim, caso a Oposição atual volte à Casa ou ao Planalto, não poderá mais utilizá-los. A menos que os recriem, como é do seu feitio. E ainda tem gente que não consegue ver tanta obviedade.

Em Senado
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Em 14/06/2009 21h27
É isso aí, Carlos Alberto Ghusk (13/06/09). Também achei muito inteligente a forma que a Petrobras encontrou para preservar o sentido de suas respostas. De fato, está muito claro que alguns jornalistas, não se sabe (!?) a mando de quem, distorcem o teor das falas de seus entrevistados, muito provavelmente para beneficiar algum segmento e, com isso, arrebanhar opiniões favoráveis a uns e desfavoráveis a outros. Nossa imprensa ainda cultiva reflexos muitos comuns em países subdesenvolvidos e de cultura baixa, onde tudo que vira império e atinge altos índices de capitalização, tentam se tornar formadores de tendências, conduzindo a opinião pública e influenciando governos. Por aqui, temos uma revista semanal, com um batalhão de choque que só sabe denegrir os atos da presidência; um canal de TV que pinta o Brasil como se ainda fosse de terceiro mundo; e outros mais. O detalhe é que esse comportamento se acentuou de 2003 para cá. Um jornalista ou um apresentador desses meios midiáticos, com salários que, não raras vezes, ultrapassam um milhão de reais por mês, não publicaria ou falaria bem de nenhum governo que fosse em desencontro aos interesses de seus "patrões". Não seria inteligente. Não que eu queira defender aqui bandeira alguma, mas é no mínimo estranho que todos os delitos do PT tenham vindo à tona só agora, quando ele se encontra no poder. Nossa imprensa fazia o quê, antes disso? Não se pode generalizar, mas é importante permanecer atento a esse pilar da Democracia.

Em CPI da Petrobrás
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Em 01/06/2009 18h59
Quem não conhece aquela história da "corrida de sapinhos", onde o único que conseguiu chegar era, exatamente, o sapinho surdo. E o fez tão-somente porque não ouvia a torcida negativa, que insistia em gritar em uníssono que eles não conseguiriam. É isso aí o que está acontecendo com o Brasil. O País caminha bem. Não adianta a torcida contrária, ela já não consegue atrapalhar os avanços. CPI´s de fachada, denúncias vazias, obstruções da pauta de votações, além dos discursos artificiais e inócuos dos Senadores Arthur Virgílio, Tasso Gereissatti, Álvaro Dias. Eles já não inspiram mais a menor confiança. Palavras fabricadas dentro daquelas Casas já não soam bem aos ouvidos atentos das ruas, da grande massa, que trabalha arduamente para construir uma Nação melhor e que, por isso, tem que ser bem tratada, tanto antes, quanto depois das eleições. Vai chegar o tempo em que nosso Congresso será limpo e a corrupção, por menor que seja, será descoberta a tempo de não ferir tanto nossos, supostamente frágeis, cofres públicos. Uma senhora, até então desconhecida, começa a ganhar força no cenário político. Que bom seria termos uma Presidenta! Quem melhor para gerir nossas finanças que as mulheres? E esta que está chegando vem com a idade certa: a idade da maturidade: pois não poderia ser muito nova, já que as muito novas costumam ser muito sedentas de conforto, enquanto que as já em idade avançada, tenderiam a ser mais conservadoras e maternalistas. Dilma, maturidade e austeridade, já!!!

Em Avaliação de Lula
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Em 29/05/2009 18h46
É muito fácil falar que a "alternância no poder fortalece a Democracia". É uma frase bonita e repetida à exaustão por jornalistas novos em busca de afirmação ou mesmo de um elogio de seu editor chefe. Também é dita com frequência por parlamentares anônimos em discursos despretensiosos e sem objetivo. Porém, é importante ressaltar que, depois do período militar, a alternância no poder nos trouxe, (em nossa Democracia, é claro), as seguintes aberrações no Palácio do Planalto: José Sarney e sua inflação astronômica; Fernando Color, entregue pelo próprio irmão; Itamar Franco e suas briguinhas com FHC, que era seu próprio ministro; Fernando Henrique, vendendo tudo e a todos, inclusive, diga-se de passagem, pediu a reeleição. Disso tudo, fica claro que nosso caso, é um caso peculiar. A alternância é salutar quando se tem políticos ou candidatos com competência para gerir a coisa pública. Até recentemente, O BNDES emprestava capital para estrangeiros, com menos rigor que para um brasileiro, com o argumento de que, aquele, viria gerar empregos e renda por aqui. O estrangeiro ( quase sempre grandes multinacionais ), comprava ou montava o negócio, obtinha seus lucros e os remetia para o exterior. E o que acontecia com o empréstimo inicial?!? Quem acabava pagando éramos nós, pobres e mortais contribuintes. Para isso, só um nome: incompetência. Ditadura nunca mais, mas alternância sem qualidade, pode se tornar um veneno.

Em Terceiro mandato
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Em 29/05/2009 09h20
É interessante ver que alguns parlamentares da Oposição assinaram o tal requerimento. Retiraram seus nomes, sob pressão. Mas assinaram. Isso mostra que suas consciências não têm muito valor ante os objetivos de seus caciques. A política brasileira ainda peca por ser impregnada por segmentos que defendem seus interesses próprios, que privilegiam poucos em detrimento de muitos. No pensamento dos que defendem o terceiro mandato, o que se passa é que todos os últimos governantes civis deixaram o país na encosta do precipício, incluindo-se aí o Sr. FHC. E não adianta mais o consolo de que ele preparou o país para o futuro, pois está provado que é possível enfrentar crises sem, com isso, arrochar a população trabalhadora, ou recorrer a empréstimos e mais empréstimos estrangeiros, nem mesmo vender patrimônios. O que passa na mente dos que defendem o terceiro mandato é o medo de que, de novo, o país perca o rumo. De certa forma, o Brasil se acalmou das turbulências que era sua economia; da insegurança que era o mercado de trabalho; da escassez de políticas sociais, que existiam só na propaganda, e não atingiam suas populações-alvo; da corrida para-não-chegar que era o ensino público, etc. Ainda falta muito, evidentemente. Mas é preciso ter sequência e, para isso, coragem. O povo se apercebeu disso e elegeu um homem do seu meio. Talvez um rico ou outro, que não esteja mais tão rico, democraticamente, possa pensar o contrário.

Em Terceiro mandato
5 opiniões
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Termos e condições

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