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Comentários de Charles de Almeida
Em 16/05/2009 11h30
A Petrobras tornou-se uma das maiores empresas do mundo em sua área de atuação. Seus resultados e sua tecnologia são motivos de orgulho para nós brasileiros, pois representam uma bandeira verde e amarela no exterior, mostrando ao mundo que o Brasil anda, a passos largos para o rol das nações desenvolvidas. Contudo, é inconcebível e, agora, depois das descobertas do pré-sal isso vai ficar mais evidente, que tenhamos o combustível a preços tão astronômicos. Essa é uma explicação que a população inteira precisa, e ela tem que ser dada, sob pena de tornar o governo Lula semelhante aos demais, que ocultaram isso durante tantos anos. A irresponsabilidade que Lula atribui ao PSDB por criar essa CPI reside no fato de que esse Partido, que ficou oito anos n presidência também sonegando a justificativa do preço alto do combustível adotado pela Petrobras, agora tenta usar isso como propaganda política contra o atual governo. Simples, porém também foi assim com a CPMF. Eles criaram, eles cancelaram. A verdade é que queremos muito conhecer a composição desse preço e, se for o caso, que a Petrobras o adeque à nossa realidade. Existem, porém, outras formas, inclusive jurídicas, de se questionar esse suposto abuso. CPI's, todos sabem, é a busca pelos holofotes da mídia. Mas é por essas e outras que o PSDB e DEM vão caindo em nossa antipatia (ou ao menos na minha). Fica claro e cristalino que têm duas caras: uma quando está no comando, outra quando está fora dele. Só não ver quem não quer.

Em CPI da Petrobrás
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Em 13/05/2009 17h39
Esse nobre deputado Sérgio Moraes pode até ter tido uma outra intenção com suas palavras, pode até ser que os jornalistas tenham distorcido o que quer que tenha dito, contudo, ele foi no mínimo imaturo ao usar o vocabulário que usou, o que é inadimissível a um parlamentar, membro de uma das Casas mais importantes da República. Qualquer leitor mais assíduo e que tenha um olhar crítico sobre a imprensa sabe perfeitamente que esta, de uns tempos para cá, não deixa passar em branco qualquer deslize verbal dos representantes populares no Congresso. Foi assim com o "Relaxe e Goze", da Martha Suplicy; o mesmo aconteceu com o "Os culpados pela crise financeira são os homens brancos de olhos azuis", de Lula; e várias outras situações para as quais, de fato, são dadas as mais diversas versões e interpretações. O que não é correto é o Deputado, com um cargo de Relator em um processo contra um colega seu, vir a a público demonstrar suas tendências em favor de fulano ou beltrano. Infantilidade do Parlamentar, pois deu munição para os manipuladores de opinião. E, infelizmente, num momento em que a opinião pública está aprendendo a não se deixar manipular.

Em Castelo
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Em 01/05/2009 11h33
Quanto mais livre a Imprensa mais livre o povo. É o que penso e é em que acredito. Contudo, há que se atentar para o real valor dessa ferramenta dentro de uma sociedade evoluída. Nos últimos anos temos visto avanços significativos no cenário político nacional, movidos pela enxurrada de denúncias que chega à mídia quase que diariamente. No frigir dos ovos tem sido bom, pois nossos políticos já têm mudado sua postura no tocante à ética e a lisura no exercício da função. Muitos deles, inclusive, já foram substituídos, mostrando que o povo, bem alimentado de informações, pode escolher melhor. O que gera certa preocupação é o fato de que, atualmente, fala-se só de política e seus bastidores, dando enorme (e necessária, é claro!) ênfase aos escândalos, numa clara tentativa de fazer crer que os problemas relatados são males recém-nascidos. Antes, porém... Até eu mesmo diria: Mas o que importa é o resultado final! Só que eu estaria esquecendo de observar que dentro da rotina brasileira há outros cânceres sugando os glóbulos brancos do país. No quesito Violência, por exemplo, nossos "lares" nas cidades agora se chamam "trincheiras"; nossas polícias não têm estratégias eficazes e nosso Judiciário se perde em discursos que parecem estar há anos-luz de distância da realidade. E isso parece não ter importância para a Mídia: Cadê a denúncia? Onde está a ênfase? Será por que isso não vende? Será por que a violência não estampa as manchetes ou primeiras páginas? Tudo soa muito estranho.

Em Lei de Imprensa
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Em 01/05/2009 10h00
Quanto mais livre for a Imprensa mais livre será o povo. É o que penso e é em quê acredito. Contudo, há que se atentar para o real valor dessa ferramenta dentro de uma sociedade evoluída. Nos últimos anos, temos visto avanços significativos no cenário político nacional, movidos pela enxurrada de denúncias que se chega à mídia quase que diariamente. No frigir dos ovos tem sido bom, pois nossos políticos já estão mudando de postura no tocante à ética e a lisura no exercício da função. Muitos deles, inclusive, já foram substituídos, mostrando que o povo, bem alimentado de informações, pode escolher melhor seus representantes. O que gera certa preocupação é o fato de que, atualmente, fala-se só de política e seus bastidores, dando enorme (e necessária, é claro) ênfase aos escândalos, numa clara tentativa de fazer crer que os problemas relatados são males recém-nascidos.  Até eu mesmo diria: Mas o que importa é o resultado final!. Só que eu estaria esquecendo de observar que dentro da sociedade brasileira há outros cânceres sugando os glóbulos brancos do país. No quesito Violência, por exemplo, nossos lares nas cidades agora se chamam trincheiras; nossas polícias não têm estratégias eficazes e nosso Judiciário se perde em discursos que parecem estar há anos-luz da realidade. E isso parece não ter importância para a Mídia. Cadê a denúncia? Onde está a ênfase? Será por que isso não vende? Por quê a violência não estampa as manchetes ou as primeiras páginas? Temos que pensar nisso.

Em Lei de Imprensa
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Em 26/04/2009 11h55
Gostaria de manifestar minha solidariedade e votos de uma rápida recuperação à Ministra Dilma Roussef. Deus há de acompanhá-la durante seu tratamento, dando-lhe pleno restabelecimento. Estaremos todos, sem sombra de dúvidas, rezando por ela. Não deixa de ser uma notícia triste, tratanto-se de uma pessoa que já estava caindo no gosto da população que apóia e admira o atual governo. Contudo, devemos manter a tranquilidade, uma vez que os avanços da Medicina têm trazido muitas alegrias e conseguido vencer muitos obstáculos semelhantes. A Ministra Dilma Roussef aparece e se encaixa num cenário que parece ser o ideal para resolver ou, ao menos, atenuar os problemas que há décadas afligia nossas administrações. Como Lula, a Ministra não é política de carteirinha, o que leva a crer não ter o famoso "rabo-preso" com ninguém. Como o operário, que lutava em busca de melhorias para a classe metalúrgica, tem a Ministra, na bagagem, participação na luta contra a Ditadura, ou seja, também buscava melhorias e liberdade para o povo. Que digam ser ela do PT! O que importa são as pessoas. Além do quê a corrupção que se verificou durante o governo do PT deixou muito claro que, em suas gestões, todo mundo entrega todo mundo. E muitos vão parar na cadeia. Nas gestões petistas o acorbertamento da corrupção é muito menor do que antigamente, quando o povo só ficava sabendo o que era de interesse da classe (geralmente alta) que dominava o Planalto através de manchetes, que se evaporavam feito fumaça.

Em Dilma Rousseff
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Em 23/04/2009 21h33
É bacana essa discursão acontecer em nosso Judiciário, e exatamente em frente às telas. É importante porque mostra o vício deixado pelo ilustre magistrado Marco Aurélio Mello. Ele tinha a mania de ficar vindo à mídia dar pitado onde não devia, como se desprezasse nossa inteligência e se julgasse superior em suas opiniões. Por várias vezes provocou mal estar com seus comentários não raras vezes fora de sintonia com a atual situação do país. O ilustríssmo Sr. Gilmar Mendes parece ter herdado esse vício. Esquece-se que os Juízes têm que se manter imparciais e ser escravos da Lei. A cada vez que falam à imprensa, mesmo que não tenham esse objetivo, deixam no ar a impressão de que querem defender um determinado ponto de vista. Todos nós temos que defender nosso ponto de vista. Contudo, eles, como magistrados, e no mais alto escalão do Poder Judicário, devem se manter neutros perante a Mídia, pois é de costume dessa distorcer e fazer com que a opinião pública se confunda em muitas das vezes. No âmbito dos processos, sim, devem manifestar sempre o voto de suas consciências, pois, lembrando Vinícius, para isso foram feitos. E lá estão. Nossa Mídia, composta por um trio meio que "parada dura", vive buscando motivos para criar mal entendidos nos altos escalões do Governo, para, daí, direcionar e fabricar tendências para o eleitorado. Quando a Suprema Corte começa a alimentar esse trio, realmente tudo fica suspeito. Parabéns, Doutor Joaquim Barbosa, por não engolir essa desfeita.

Em Judiciário
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Em 27/03/2009 22h13
Alguns meses antes do chamado Mensalão, em uma reportagem dada ao Jornal Nacional, o ilustre Sr. FHC disse, (e isso ficou em minha mente como uma indicação que algo aconteceria em breve), que o presidente Lula teria logo, logo, problemas eleitorais. Aí vieram os "acontecimentos". O primeiro ato, como todos sabem, foi do personagem Roberto Jefferson, pego pateticamente com a mão na massa. Daí em diante foi só jogar titica no ventilador e todo mundo ficou borrado. Os antigos donos da situação, que, em sua época, envolveram-se em inúmeras falcatruas, de repente se tornaram anjos e santos, mais puros e limpos que bebêzinhos. E o elenco foi se diversificando. O Sr. Valério e suas empresas, que já trabalhavam há vários anos para a administração anterior, foram colocados em cena. A peça cresceu e o cenário se expandiu até às Minas Gerais. Ganhou em dramaticidade e pirotecnia, arrebanhou o público de que precisavam, e seguiu em frente. Contudo, voltando à reportagem do Sr. FHC, dada bem antes dos fatos (ou atos), não atingiu seu ápice, qual seja, de levar o presidente Lula a ter dificuldades eleitorais, leia-se Impeachment. Obviamente que o povo não sabe de tudo o que se passa nos bastidores daquelas Casas que compõem o Congresso, nem nos gabinetes cheios de luxo e segurança. O povo não sabe o que acontece na surdina, nas reuniões a portas fechadas, ou em casas de líderes de bancadas. Mas mostrou que está filtrando as notícias e levando em conta somente as que têm fundamento.

Em Mensalão
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Em 08/03/2009 09h16
É isso aí, Sr. Alex Servio (08/03/09), até grampos sem áudio agora temos. E vão aparecer mais coisas daqui até 2010, trazidos coincidentemente por esta revista e um certo jornal televisivo. Engraçado, não sei se o Sr. percebeu, na reportagem que passou na sexta-feira no Jornal Nacional sobre esta máteria da veja (que insisto em escrever em minúsculas), falou-se de todo mundo, mas os únicos que foram localizados pela produção para comentar e criticar a dita cuja matéria foram quem, adivinhem, FHC e José Serra. Dá, realmente, pra rir. E eles dizem que Lula está abrindo a campanha para a eleição. Daqui a alguns dias virão enxovalhar a vida da Dona Dilma. O pior é que conseguem alguns espectadores que vêm a se tornar adeptos desses espetáculos de quinta categoria. O importante é ficarmos ligados, antenados no que acontece naquele meio imundo, para que possamos ir limpando-o, mesmo que lentamente, mas limpando-o dos aproveitadores. Como já havia dito aqui, anteriormente, não podemos pagar para ser enganados. Aquela revista poderia ser utilizada, se for tirado dela alguns defeitos, pode-se, sim, se tornar uma excelente revista. Mas cobrar caro por um exemplar que, em meu ponto de vista, não está trazendo credibilidade nenhuma, sinceramente.

Em Operação Satiagraha
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Em 07/03/2009 20h24
Em uma administração recente, o país ficou estagnado, paralisado no tempo, envolto em corrupção e escândalos. Sua principal atividade era mascarar os acontecimentos negativos, tornando-os aceitáveis à opinião pública. Os deputados e senadores da situação, na ocasião, ocupavam-se tão somente em enterrar as CPI's que pipocavam. Além dessas "atividades", havia as privatizações. Ah... as privatizações. Eram, então, a solução para todos os problemas do país. Os presidentes de estatais e seus diretores que, como é de conhecimento público, são loteados entre os partidos da base de sustentação, não conseguiam tornar suas empresas lucrativas. Ou sejam, eram também incompetentes. E assim caminhava a máquina. Após essa "solução final", veio outra ação das mais importantes para a Nação: a reeleição. O Sr. FHC (e sua turma) passou grande parte de suas gestões articulando, comprando e vendendo, trabalhando "arduamente", para que ele próprio fosse reeleito. E foi. Como trabalhou aquele Governo! Hoje, ao ver resultados de um presidente que realmente faz alguma coisa, leva programas sociais à toda população, constrói boas obras, distribui melhor a renda, vende e consolida suas reservas, além de tomar decisões embasadas no objetivo de melhorar a gestão pública, aqueles antigos donos da verdade vêm à mídia fazer suas críticas infundadas. O intuito é apenas de confundir e arrebanhar alguns alienados ao sistema velho. Lula fez o Brasil aumentar sua influência externa, e não sua dívida.

Em PAC
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Em 04/02/2009 07h58
Não consigo entender por que ainda se incluir nas pesquisas de intenção de votos a ex-senadora Heloisa Helena. Ninguém mais fala nela. Nem a TV nem os jornais, muito menos o povo, que já não admite o radicalismo praticado por aquela senhora, ex-integrante da ala xiita do PT. Contudo, os institutos continuam a inserí-la em suas pesquisas, como a tentar querer nos empurrá-la a mando de alguém.

Em Avaliação de Lula
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Em 01/02/2009 18h27
Em todo o tempo que acompanho as atividades políticas do PSDB e mais especificamente do Senador Arthur Virgílio, esta é a primeira tomada de decisão que ele faz acertadamente. A única em minha opinião, mesmo demonstrando claramente seu paradoxo em relação à postura adotada até então em relação ao PT. Claro que deve ter lá seus interesses e conchavos, pois os tucanos nunca fizeram muita coisa sem esse pano de fundo. Mas sou obrigado a cumprimentá-lo pelo apoio que está dando, juntamente com sua bancada, à candidatura de Tião Viana. Considero-o um homem sério e perfeitamente capaz de conduzir aquela Casa com imparcialidade e lisura. Diferentemente do Senador Sarney, que nada tem mais a dar à nossa população, senão aumentar a herança que deixará para seus parentes, praticamente proprietários do estado do Maranhão. Já na Câmara dos Deputados, gostaria de ver de volta o Deputado Aldo Rebelo, que também transmite uma grande isenção em suas falas, denotando um caráter sem igual e já raro dentro daquele meio tão corrompido por interesses maléficos ao desenvolvimento do país. Não gostaria de ver o Deputado Michel Temer na presidência daquela Casa, unicamente pela sua postura pró-tucana. Nem também o Deputado Osmar Serraglio, em vista de sua participação e colaboração na pirotecnia que foi o chamado escândalo do mensalão, CPI dos Correios e outros mais, que nada mais tinham de objetivo, senão os holofotes da mídia. No mais é aguardar pra ver em que vai dar esse "Angú de Caroço".

Em Eleições no congresso
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Em 15/01/2009 14h54
Quando vejo e leio sobre esses senhores, deputados e senadores, trabalhando em articulações, arquitetando suas estratégias e maquinando sobre como chegar à presidência dessa ou daquela Casa, chego a ficar indignado. Por quê não trabalhar pelo país? Por quê não gastar seus neurônios e estratagemas afim de melhorar as condições de vida da população? Pois para isso foram eleitos. Para fiscalizar o poder; para elaborar leis eficazes e duradouras; para, democraticamente, questionar e discutir as políticas implementadas pelos governantes. E não para ficar se engalfinhando na disputa de um cargo ou de outro, em busca de interesses não raras vezes escusos. Acho que deveriam rever seus papéis e atentar para a eficácia de suas ações, pois seus resultados são pífios e, inegavelmente, têm amputado as pernas do desenvolvimento nacional. Dos deputados que elaboram as leis aos magistrados e juizes que as executam, o que vemos aparecer são somente escândalos, oriundos de atos polêmicos e duvidosos, de maracutaias e conchavos feitos em benefício de um ou outro interessado ganancioso. Até nosso senso de justiça vai sendo corroído com o tempo, tamanha é a impunidade reinante em nosso judiciário. É preciso fazer alguma coisa. Não podemos nos contentar com as desculpas esfarrapadas daqueles que se alojam em instituições públicas e não conseguem resultados satisfatórios, ou seja, não conseguem levar melhorias às suas populações-alvo. Senado, Câmara, Congresso, STF, etc, precisam de uma faxina.

Em Eleições no congresso
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Em 09/01/2009 20h53
Quando se faz uma analogia sobre os acontecimentos da atual legislatura com os fatos ocorridos no Governo Collor, deve-se levar em consideração que a grande massa de jovens que saiu às ruas para pressionar os congressistas na votação do impedimento do Presidente, mesmo que sabidamente manipulada pela mídia de então, tinha plena consciência dos graves problemas que povoavam a esfera do poder. A corrupção reinante naquele período collorido ficou tão evidente que não deixou dúvidas em nenhum cidadão, por menos ou mais esclarecido que fosse. Inclusive em nenhuma faixa etária, e não somente nos jovens caras pintadas. Quando analisamos esses dois períodos turbulentos de nossa história política, devemos nos lembrar que aquela massa de jovens hoje é adulta e mais madura com certeza, mas é a mesma de então. Podemos concluir, com isso, que, na turbulência do mensalão e outros escândalos que vieram à tona, dentro do atual Congresso, muita gente teve dúvidas, seja nos fatos propriamente ditos ou nas provas que foram apresentadas. Trocando em miúdos, falou-se muito e provou-se pouco. Tanto assim que, no frigir dos ovos, poucos deputados foram cassados, ninguém foi preso nem crucificado, diferentemente do período Collor. Mesmo os deputados cassados, o foram muito mais pela força da Oposição que da culpabilidade propriamente dita. Excetuando-se, claro, o Pavarotti Roberto Jefferson, pego com a boca na botija. Podemos ficar certos que os caras pintadas são os mesmos e continuam atentos.

Em Eleições 2010
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Em 08/01/2009 20h25
O que machuca na política brasileira não são somente os políticos ruins ou mal-intencionados, que, durante as campanhas se apresentam como santos e, depois delas, surrupiam os cofres públicos com sua imunidade parlamentar, fórum privilegiado e outras blindagens típicas do sistema. Não. Infelizmente não é só isso que dói nos que conseguem enxergar alguma coisa dentro desse (i)mundo político. Tem também os eleitores parciais. Aqueles que só vêem uma direção, como se tivessem, nas lateriais dos olhos, alguma coisa tapando e reduzindo seu universo focal, para enxergarem um só caminho. É nossa cultura, plantada pelos "bons" governantes que tivemos. Quando leio algumas idéias aqui colocadas, lembro-me de uma frase dita por Tancredo Neves: "Enquanto houver no País, um só homem sem teto, sem pão e sem trabalho, toda prosperidade será falsa." As administrações que tivemos até agora, deixaram à margem das políticas públicas uma parcela enorme da população; Ensino de qualidade, tinha apenas os filhos dos magnatas. Saúde, também. Segurança, idem. Emprego, nem me fale. Mas tinham. E o país só afundando, levando consigo aquele turbilhão de desvalidos. Hoje, quando a Nação consegue ver um horizonte à frente, mesmo que não indique o caminho do paraíso, mas um rumo certo, ainda aparecem alguns para destilar seu negativismo. O que precisamos, na verdade, é nos engajarmos para que essas mudanças não parem. Precisamos participar delas e fortalecê-las. Não podemos regredir ao marasmo Tucano.

Em Eleições 2010
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Em 08/01/2009 19h56
Às vezes fico pensando, cá comigo, sobre os políticos que se apresentam para a eleição presidencial de 2010. Gosto muito da forma como Lula conduziu o país até hoje, pois estamos passando de Helicóptero sobre a maior crise financeira que o mundo vivenciou nos últimos anos. Contudo, ele não pode se recandidatar e nem tem pessoas com bagagem para substituí-lo à altura. Pelo lado da Oposição, o Sr. José Serra (Meu Deus!), com um bom nome mas sem nenhuma bagagem e nem mesmo carisma para ser Presidente. O que fez pelo País? Claro que alguns correligionários tentarão fazer de sua passagem pelo Ministério da Saúde de FHC uma lenda vida. Ou pela Prefeitura de São Paulo (será que chegou a sentar na Cadeira de Prefeito), uma boa experiência. Agora no Governo Estadual (o que será que está fazendo?), um trampolim. E é só. Por outro lado, o Bon Vivan, Aécio Neves (Deus me Livre). Quando Deputado Federal, em seu primeiro mandato, era um dos que menos comparecia às reuniões da Câmara. No segundo mandato, foi colocado na Presidência da Casa, e tudo o que era mandado por FHC era aprovado com uma facilidade. Ali estando, conseguiu uma certa popularidade, como tudo o que FHC fazia, pois a publicidade era enorme. Só os resultados é que eram pífios. Não fosse neto do saudoso Tancredo, nem os próprios mineiros o conheceriam. Por ter uma certa ligação com Lula, talvez o vejamos na Presidência. Só que ele tem uma tendência grande para se tornar um Sarkozi nacional, fazendo turismo pelo mundo afora

Em Eleições 2008
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Em 16/12/2008 17h58
Ah! as pesquisas, que dizer delas? Quando são desfavoráveis, diz-se que são manipuladas e não retratam a verdade. Quando sopram a favor, tornam-se repentinamente a mais pura e casta expressão da vontade pública. É sempre assim. Só não ver quem não quer. As notícias dando conta da aprovaçao do governo federal são feito fumaça na mídia. Quase não se comenta. Se a voz do povo ainda fosse a voz de Deus, poderíamos lembrar o outro ditado que diz que em time que ganha não se mexe. Mas, infelizmente não é bem assim.

Em Eleições 2010
963 opiniões
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Em 16/12/2008 07h58
Parabéns, Presidente Lula. É assim que se conduz a Administração de um grande país como o nosso. Chega de se ir lá fora, com o pires na mão, pedindo esmolas em formas de empréstimo, ao menor sinal de crise, como faziam alguns outros presidentes, com nível cultural teoricamente mais elevado que o do atual ocupante do cargo máximo executivo. Parabéns, de verdade, Lula. Mesmo a Oposição cortando seus braços e pernas, ainda assim o seu governo foi melhor. Muito melhor que o deles.

Em Pesquisas Datafolha
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Em 01/12/2008 09h29
Eles, (PSDB e PFL, ou DEM, como queiram), vão precisar de muita saliva para convencer o povo de que merecem voltar ao poder. Que tipo de armas usarão agora? Se o arsenal do qual dispunham praticamente se esgotou com todo aquele estardalhaço que encenaram na mídia sobre o atual governo. Vamos ver o que tentarão aprontar até 2010.

Em Eleições 2010
36 opiniões
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Em 10/10/2008 18h05
Parabéns, Júlio Moraes. Seu comentário é de uma lucidez brilhante. Temos que lutar para que tudo isso seja colocado em prática em nossa Educação. Muitos políticos descompromissados com a Nação já caíram e devemos tentar evitar que os que ainda estão na esfera do poder não contaminem os que estão entrando, afim de varrermos de nossa história essa praga chamada corrupção. Não podemos nos deixar convencer pelas mídias tendenciosas, movidas e financiadas pelo capitalismo inescrupuloso. Com um Ensino melhor, teremos bons eleitores no futuro. Consequentemente, serão eleitos políticos de melhor caráter e que trabalhem, de fato, pensando no país. Isso pode render bons frutos para todos, incluindo nossos filhos. Parabéns, de novo, pelo seu comentário. É raro ver aqui alguém falar com tamanha lucidez.

Em Mensalão
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Em 30/08/2008 19h26
É muito interessante a avaliação positiva de Lula ante o eleitorado de São Paulo. Um Estado que sempre abocanhou a maioria das indústrias, das fábricas, dos empregos, que deveriam estar distribuidos pelo Brasil afora. Por abocanhar estes empregos e, consequentemente, gerar uma receita de impostos maior que a maioria dos outros Estados, tenta puxar para sí, a responsabilidade de
, sempre, eleger os representantes máximos de nossos governos. Lula saiu lá do nordeste, sem cultura e sem bagagem política, e está conseguindo se impor, apesar de tudo. Parabéns, Lula. Mostre a esse país que a elite vai ficar para trás. Vai parar de mamar nas tetas do governo. Se também não trabalhar, será gradativamente esquecida.

Em Eleições 2008
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Termos e condições

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