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Comentários de Pascoal Rabelo
Em 08/04/2008 01h17
(finalizando)

Por isso que, de forma acintosa e moleca, propus o escambo: trocar as informações dos gastos sigilosos do presidente Lula pelos gastos do SerraCard em São Paulo, uma vez que, politicamente, os dividendos ganhos com a divulgação dos gastos do FHC, seria que nem dar uma de valente e chutar cachorro morto. Isto é insignificante, nenhuma vantagem AGORA (tempo).

Um forte abraço,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 08/04/2008 01h16
(continuação)

Contudo, fico feliz em saber do seu histórico político. O que lamento, é por ter abandonado o barco e ter dado espaço aos oportunistas. Isto eu não fiz e não faço. Já fui mais assíduo aqui em Salvador, hoje a minha profissão não permite espaço e tempo. Entretanto, continuo, mesmo que forma tímida, a minha luta interna até segregar e purgar todos aqueles que mancharam a bandeira do partido. Os paulistanos.

Quanto ao Lula, acredito que o senhor se equivocou. Contrariamente ao que afirmou, o Lula é muito maior que o PT e é por isso que muitas das irregularidades cometidas pelos seus companheiros não colam nele. Existe até uma corrente muito forte querendo recriar o PT por conta isso.

Quando eu falei do escambo político, não mencionei as negociações ou concessões que o Lula foi obrigado a fazer para ter a necessária governabilidade. O que quis dizer era que o circo do dossiê foi montado para que fossemos os donos do picadeiro. Quando a oposição acobertada pela a mídia, inventaram o fajuto dossiê, tinha como objetivo matar dois matar dois coelhos com uma só pancada: minar a alta aprovação do governo Lula e minar a Dilma em prol do Serra.

(continua)

Em Dossiê anti-FHC
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Em 08/04/2008 01h14
Caro José Cláudio Martins,

Ao interpretar a minha afirmação que "nós não queremos saber das contas do governo tucano", o senhor esqueceu de levar em conta, duas considerações, que, aliás, eu havia os alertado, antes de ler meu comentário: o tempo e as eleições. Eu sabia que o senhor ia focar o assunto desta forma, sem atentar para as minhas considerações iniciais. Assim tem sido todos aqueles que buscam erros, apenas no PT.

Eu não apoio as supostas falcatruas do PT. Sei que existem desvios de conduta dentro do partido. Não sou cego. Já afirmei aqui e repito: havendo irregularidades quero que punam, exemplarmente, a todos os envolvidos, mas pela Justiça e com provas e não pela oposição e a grande mídia, mesmo que apenas politicamente e sem provas.

Agora, aceitar calado o "juízo de exceção" ao PT, como faz a oposição com a grande cobertura da mídia é ser ingênuo ou ignorante político. É abrir a porta para o ladrão entrar na sua casa. Ainda mais que estes "pretensos juizes" (a oposição e a mídia) têm os dois "pés na lama". Seria o mesmo que concordar que o pai de um estuprador fosse o juiz do tribunal onde o filho é réu.

(continua)

Em Dossiê anti-FHC
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Em 07/04/2008 23h21
Caro Marcelo Spencer,

Lendo seus últimos comentários deparei-me com uma certeza clara e cristalina: que o senhor desconhece um pouco de Lei. Elaborar dossiê ou bancos de dados, seja de uma pessoa ou de uma instituição jurídica, não é crime. O crime consiste quando estes dados são adquiridos em beneficio próprio (informação privilegiada numa licitação - por exemplo) ou quando as tornam públicas, quando deveriam ser sigilosas.

E não adianta a FSP ou a revista Veja tentarem complicar a cabecinha das pessoas desatentas. Não faz sentido algum o governo entregar estas informações, logo à revista Veja, sua arquiinimiga.

Será que o desespero fez a oposição e a grande mídia perderem o bom senso? Será que atingiram o limite do intolerável para suportar a alta e crescente popularidade do governo Lula?

Assim sendo a PF não deve e não tem como investigar o suposto dossiê, e sim, quem, direta ou indiretamente, tornou estas informações públicas, seja por venda de informações ou mesmo prestação de favor. Isto sim que é crime.

Quanto à conclusão da sua tese de "analogia política" entre o Hitler e o Lula, acho que você deveria procurar um grupo de estudiosos médicos e cientistas para defendê-la. Com toda certeza o grupo teria o maior prazer em estudar VOCÊ.

Um forte abraço,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 06/04/2008 17h29
Caro José Martins,

A que se propõe aqui ou em qualquer outro espaço democrático, não é o fechamento dos meios de comunicação que não se alinham ao governo, tampouco o policiamento ou moderação das matérias divulgadas por estes meios; e sim, e apenas, que a imprensa trate igual os iguais.

O tempo e o espaço, disponibilizados pelos jornais, ao partido A têm que ser iguais destinados ao partido B. Quanto às noticias, os meios de comunicação tem que ouvir seu ombudsman, figura instituída para controlar e fiscalizar as matérias, advertindo aos jornais que muitas vezes extrapolam a arte de informar e passam a exercer o direito de julgar e sentenciar pessoas ou instituições, mesmo que estes propensos réus sejam seus desafetos.

Neste espaço, talvez eu seja um dos mais críticos às publicações da FSP. Já contestei várias matérias publicadas por este jornal, entretanto, jamais disse que queria a sua extinção. Pelo contrário, sempre julguei necessária a sua existência como contraponto, função importante na sociedade, mas com responsabilidade e verdade.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 06/04/2008 17h05
(continuação)

Lembre-se, senhor José Cláudio, que quem está propondo este "escambo político" ou troca de informações de gastos presidenciais, é o seu partido. O PSDB. Qual o interesse a ou a vantagem dos partidos de esquerdas em vasculhar, agora, as contas da família real tucana e de seus sórdidos e sinistros ministros? Nenhuma. Estas informações não trazem para este ano os dividendos políticos que interessam nas eleições municipais e nem trarão para as eleições majoritárias em 2010.

Finalizando, o que o Michel postou foi uma contribuição ou corroboração a uma proposta minha, onde eu interpelei os participantes deste site que propuséssemos ao congresso a troca de informações ou "escambo político", entre as informações dos gastos secretos de Lula e os dados omitidos pelo SerraCard do governo de São Paulo. Acredito, assim, que teremos pesos e medidas iguais para avaliarmos os fatos e tirarmos os dividendos políticos que tanto almeja a oposição.

Passar a idéia à população que o Lula é covarde ou estar escondendo "coisas", uma vez que, os gastos do governo passado está sendo mostrado é ser dissimulado ou ingênuo político.

Finalizando, afirmo que tanto para a situação, como para os fieis e conscientes eleitores deste governo, este escambo ou "armação" proposto pela mídia e pela oposição, não nos interessa, visto que, falar mal de assombração dar azar e "chutar cachorro morto", que foi o governo tucano, é pior ainda.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 06/04/2008 17h04
Caro Michel Almeida,
Permita-me responder ao questionamento do senhor José Cláudio Martins, pois sei que foi baseado nas minhas observações em outro espaço deste site, que você iniciou este embate.

Prezado José Martins,

Antes de responder seu questionamento ao Michel, gostaria de solicitar que, para melhor entendimento a minha resposta, não procurasse tapar o sol com a peneira, isto é, não queira passar a mim e nem a ninguém aqui deste espaço, que é uma pessoa desatenta ou esquecida, que não percebe, seja por ingenuidade ou não que ESTAMOS NO ANO ELEITORAL e, que sendo assim, alguns fatos PUBLICADOS (mesmo que depois provemos ser simples FACTOIDES) de nada adiantará ao prejudicado ou preterido vim reclamar ou chorar depois OS DANOS SOFRIDOS.

Atendo ao que acabei de expor acima, leia a minha resposta: Nós, eleitores e cidadãos brasileiros, não estamos interessados na divulgação ou do conhecimento dos gastos das contas secretas do FHC, da sua esposa ou de qualquer ministro do seu governo. O governo tucano já foi julgado pela população. A história política do Brasil, através do seu grande eleitorado, já enterrou os malfeitos do governo tucano e não tem pretensão alguma de "desovar este defunto". Dar até azar!

(continua)

Em Dossiê anti-FHC
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Em 06/04/2008 13h55
Senhor Ernesto Caldas,

O Brasil tem mostrado uma combinação favorável de crescimento e inflação, sem recorrer a expedientes que criam distorções e artificialismos. A experiência hoje vivenciada pela vizinha Argentina não nos interessa. Com meta para o câmbio, o país
vizinho tributa as exportações e subsidia o consumo doméstico, sofrendo hoje com uma inflação alta - e manipulada - e falta de produtos como a carne.

O regime de metas de inflação permitiu a queda dos índices de preços para níveis mais civilizados e o câmbio flutuante possibilita uma dinâmica saudável para o balanço de pagamentos. O modelo de câmbio fixo ou administrado é que causa crise nas contas
externas. Com o câmbio flutuante, reservas de US$ 200 bilhões e investimentos estrangeiros diretos de US$ 30 bilhões por ano, eu não vejo como um pequeno déficit em conta corrente como o atual possa se transformar numa crise do balanço de pagamentos.

Entendo que a política fiscal poderia ser de melhor qualidade, o que possibilitaria que os juros fossem mais baixos e o câmbio, mais desvalorizado. Adotar, entretanto, a idéia,
de alguma meta para o câmbio é muito arriscada como também perigosa. Basta observarmos a experiência do país vizinho como um exemplo a não ser seguido (que o senhor erroneamente tanto engrandece).

Será que alguém quer aqui a situação da Argentina? A inflação está em 25%, falta carne e o país não tem energia.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
196 opiniões
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Em 01/04/2008 21h36
Caro Carlos Andrade,

Caramba! Dei-me ao trabalho de dissertar mais de 1500 caracteres para nada.

Desculpe, mas quando você tiver algum assunto que mereça ser levado a sério, que não sejam essas repetições ou jargões sem qualquer sentido, eu volto aqui pra discutir com você. Prometo.

Fico por aqui, então.

Um abraço,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
266 opiniões
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Em 01/04/2008 19h55
(continuação)

8. Esquizofrenia: desconecção com a realidade.
9. Personalidade psicopática: incapacidde de controlar o impulso de lesar um terceiro.
10. Medo: está progredindo honestamente, e tem medo que o governo mude.
11. Burrice: não entende que a principal vítima da corrupção são ele mesmo, seus filhos e seus netos.
12. Qualquer associação das possibilidades acima
Não consigo pensar em outras hipóteses, que com certeza devem existir".

Sendo assim, que tal sermos sensatos (isto não é ofensa), olharmos para o nosso rabo (isto também não é ofensa) antes de externarmos ou dirigirmos nossas mágoas aos supostos ofensores.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
160 opiniões
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Em 01/04/2008 19h54
Caro Fábio Fiebrantz,

Gostaria de citasse ou relacionasse os comentários onde eu fui ofensivo, seja com você ou com qualquer outra pessoa.

Permita-me, antecipadamente, discordar da sua indignação, caso a sua afirmação seja quando eu chamo uma pessoa de mesquinha, preconceituosa e que tenha má fé. Caso isto considere ofensa, acredito, então, que a senhora Estaleni deveria ser, prontamente, processada, pois não só elaborou um rol de "adjetivos" qualificativos aos esquerdas retrógrados, como também fez ofensas em bloco, isto e, ninguém que apóia o Lula foi poupado, como informa sua postagem, dia 24/03/2008, às 19hs31min:

"Neste foro sobre cartões corporativos encontramos colegas defendendo ferozmentre corruptos e casos de corrupção. Hipóteses explicativas:
1. Acreditam candidamente que não há corrupção no governo deles, somente no dos adversários.
2. Lavagem cerebral: perderam a capacidade cerebral de questionar seus ídolos.
3. Desvio de caráter: não enxergam problemas éticos na corrupção.
4. Desonestidade intelectual: entende que é um desvio mas defende os protegidos por interesses pessoais ou ideológicos.
5. Oportunismo: lucra com o negócio que, portanto, deve ser perpetuado.
6. Sadismo: deleita-se com a desgraça das vítimas da corrupção e/ou com a impunidade e desfaçatez dos corruptos.
7. Sarcasmo: diverte-se com os esforços dos colegas em produzir posts contrargumentando as ironias que produz, sem que os colegas percebam que é ironia.

(continua)

Em Cartões corporativos
211 opiniões
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Em 01/04/2008 19h23
Caro Carlos de Andrade,

Não entendi seu post. Como pode afirmar que eu não expresso a minha própria opinião se você não ler meus comentários. Procure pelos quase 420 comentários (deveriam ser muito mais, se não fosse a vigilância e o crivo parcial da moderação) já postados, se existe um sequer que não foi próprio, auto-explicativo e completo.

A maioria dos meus comentários tem mais de 1500 caracteres. Não tenho intenção de ser campeão de postagens, não faço economia de palavras, tampouco de exemplos, seja pra ratificar, retificar, elucidar, definir, exemplificar ou até defender minhas publicações. Quando ao assunto, também não fico a desejar, basta me argüir, seja qual for o assunto, especialmente economia e política.

Portanto, posso lhe assegurar que estou habilitado a qualquer assunto que o senhor queira discutir, exceto externar aos participantes, preconceitos de raça, cor, credo ou classe social, tampouco, propagar inverdades, argumentações não fundamentadas ou destilar ódios e grosserias, quando se é inquirido ou contestado.

Em tempo, gostaria de informar que todos aqueles que participam deste fórum deveriam ter plena consciência que, postados os seus comentários, estes poderão sofrer todos os tipos de inflexões, seja de apoio, repúdio ou até ignorados. Este é o propósito deste espaço.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
411 opiniões
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Em 01/04/2008 17h15
Caro "economista" Fábio Fiebrantz ( ou Aguinaldo Venâncio),

Umas boas aulas de economia fariam muito bem ao senhor. Com certeza, depois destas aulas, não mais relacionaria que a simples queda no superávit comercial de um país, significasse crise na sua economia. O que pode caracterizar crise é quando um país não consegue aumentar suas exportações.

Assim sendo e, contrariamente a tudo isso que informou, o Brasil tem batido recorde atrás de recorde em exportações. Apenas no primeiro trimestre deste ano as exportações cresceram quase 14%. O crescimento das importações supera as das exportações pelo fato, que o senhor não percebeu, que boa parte das importações devem a investimentos (compra de equipamentos e máquinas) para modernização e conseqüente aumento da produtividade das nossas indústrias, que aproveitaram o valor do dólar baixo para se equiparem.

É por isso que tanto peço a imprensa que não façam estragos nas cabecinhas das pessoas. Os repórteres deveriam ser mais cautelosos e ter mais responsabilidade quando postam suas matérias.

Portanto, desculpe, mas o senhor também surfou.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
248 opiniões
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Em 01/04/2008 16h16
Caro Aristides Nunes,

Este mesmo entendimento seu, eu tive quando li os comentários da senhora Estaleni. Igualmente, me senti atingido pelos seus (delas) comentários. Não tínhamos como pensar diferente, até porque, muitos comentaristas da direita raivosa e preconceituosa, não só ratificam as suas (delas) intervenções, como também a defendem das críticas dos lulopetistas.

Se não somos nós as esquerdas retrógradas que ela tanto denuncia, o que somos então? Será que depois de 50 anos de vida, perdi a inteligência para discernir quando estou sendo atingido por um comentário inserido "nas entrelinhas"? Ou será que faltou autenticidade e coragem em afirmar que as suas criticas são de fato dirigidas a nossa pessoa?

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
131 opiniões
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Em 01/04/2008 13h05
Caro Estaleni Nonato,

No seu comentário, "aparentemente" isento de partidarismo, a senhora debruça relatos sobre os gastos do presidente Lula e dos seus ministros. E só.

Pergunto: Porque a senhora não mostra esta mesma "indignação" quanto aos gastos da direita raivosa, como da família real tucana ou do SerraCard? Este assunto não lê interessa, pois estes não pertencem a classe da esquerda retrógrada?

Estaria muito satisfeito se, apenas se, a senhora externasse sua indignação, não sendo necessário demonstrar que tem vastas informações a respeito, destrinchar ou detalhar os gastos do FHC como fez com os do Lula. Pra mim, é o bastante mostrar que também está indignada.

Será que estou pedindo muito? Será que sou eu quem está cobrindo um erro, apresentando outro, como a senhora afirma ser tática dos esquerdas retrógradas?

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Cartões corporativos
191 opiniões
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Em 01/04/2008 00h18
(continuação)

Atribuir ao analfabetismo da região Nordeste o expressivo aumento da aprovação do governo Lula é tapar o sol com a peneira e não querer aceitar a realidade nua e crua. Se a senhora ler a matéria saberá que a avaliação positiva subiu sete pontos entre os que têm ensino médio (chegando a 52%) ou ensino superior (47%). Levando-se em conta a renda, a maior alta foi alcançada entre os que ganham de cinco a dez salários mínimos (de 43% a 50%).

Finalizando e contrastando com a sua fala, o índice de aprovação nas cidades metropolitanas subiu 4% (de 45% para 49%), enquanto que nas cidades do interior, onde se concentra o maior numero de analfabetos, apenas 6% (de 54% para 60%).

Na internet encontra-se de tudo, quando se deseja boa informação. Basta ter interesse.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Pesquisas Datafolha
8 opiniões
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Em 01/04/2008 00h16
Prezada Elle Quito,

Já que questionou o numero, certamente a senhora deve entender de pesquisas. Sendo assim, pergunto qual o numero que a Datafolha deveria pesquisar? Lembre-se que toda e qualquer pesquisa de intenções de voto, para fazer valer, para pelo crivo do TSE, que define tanto o numero de entrevistados, quando a distribuição destes no universo Brasil.

O numero apresentado de 4044 entrevistados serve apenas como simulação, podendo ter desvio de ou erro de 2% para mais ou para menos. O senso brasileiro também é feito desta forma, ou melhor, por amostragem. Entrevistar os 186 milhões de brasileiro, como a senhora deseja, não é fazer pesquisa, e sim, eleição.

A região Sudeste é a mais populosa do país, e não a região Sul como a senhora afirmou. Outro detalhe que a senhora não percebeu, foi que a alta verificada na aprovação do governo Lula foi puxada, basicamente, pela região Sul do país, que subiu 11 pontos percentuais, passando de 41% para 52%. Na região Sudeste, a mais populosa, a aprovação subiu 1%. No Nordeste o Lula tem 68% de aprovação, numero não muito distante da região Sul.

(continua)

Em Pesquisas Datafolha
4 opiniões
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Em 31/03/2008 20h31
Caro Ruy de Oliveira,

É por estes e outros comentários arrogantes e racistas, vomitados pela Ana Chiummo, que cada dia eu renego a minha naturalidade sulista.

Peço desculpas ao Lobitsky e a tantos outros paulistanos e sulistas deste espaço, por externar este meu repúdio, pois sei que muitos de vocês não comungam desta mesma tese e ainda rechaçam este sentimento mesquinho e preconceituoso que a senhora Ana destila ao povo nordestino, apenas por estes optarem pelo candidato contrário à sua (dela) preferência.

E pensar que a nazismo acabou...

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Pesquisas Datafolha
25 opiniões
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Em 31/03/2008 18h47
Caro Hugo Arrais,

Está perfeito seu comentário, principalmente o último parágrafo. É aí que reside toda a ira e grande preocupação da direita raivosa ao saber que o povo (ou as esquerdas retrogradas, conforme definição da senhora Estaleni) não é mais tão bobo ou ludibriado pela imprensa como antes acontecia em larga escala.

Um dado bastante importante da pesquisa, que esta sendo omitida pela mídia, de forma descarada, vergonhosa e covarde, é o fato do aumento do índice da aprovação do governo Lula está acontecendo entre as classes mais abastadas, nas mais esclarecidas e nas regiões sul e sudeste do país, desqualificando assim, qualquer comentário leviano da imprensa ou tentativa de muitos aqui neste espaço de querer justificar ou atrelar que a popularidade do governo federal está alta apenas nos beneficiados dos programas sociais.

Sobre este assunto eu postei vários comentários, que evidenciava esta tendência do eleitorado em todas as regiões. Certa vez, fui questionado pelo colega Der solicitando-me fontes que confirmasse as minhas falas. Pus 3 links e ele apenas agradeceu, sem fazer qualquer comentário que retificasse as minhas convicções.

Quero finalizar com a frase que, sabiamente, o +Brasil repete a exaustão: O Lula é que nem massa de pão, quanto mais bate, mais ele cresce (nas pesquisas).

Um forte abraço,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Dossiê anti-FHC
35 opiniões
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Em 31/03/2008 14h09
Caro Dirceu Lopes,

Não se preocupe e nem estranhe pelo fato de você ou seus amigos não terem sido pesquisados. Aqui em Salvador aconteceu o mesmo. Eu e os meus amigos também fazemos parte dos 58% dos eleitores satisfeitos com o governo Lula e também não fomos pesquisados.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Pesquisas Datafolha
73 opiniões
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