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Comentários de cesar marcelo oliveira paiva
Em 25/11/2009 20h43
O PT se encontra numa sutuaçao miserável em SP(e no Brasil). A verdade é que não tem candidato. Se pensarmos bem, tem nome de peso em poucos estados ou municipios. Para a Presidência, cargo mais importante, Lula teve de inventar uma candidatura. Se Lula e parte do PT se mostram dispostos a apoiar um "nome da base" no Estado, mesmo não sendo do PT, pergunto: "Por que não Paulo Maluf?" Seria mais legítimo. Os eleitores de Maluf não veriam com bons olhos a aproximação com o PT em razão de restrições éticas mas com o tempo acabariam se acostumando; Maluf é adversario dos tucanos, já apoiou antes um nome do PT contra o PSDB(foi na disputa para a prefeitura de SP em 2004); se a gente soltar Maluf na avenida Aricanduva, ele consegue chegar em casa. Ciro não conseguiria ainda que tivesse uma residência em SP; Maluf tem um temperamento mais dócil; vai que Ciro decida descer do palanque, em Cidade Tiradentes (ele ainda vai saber onde fica), e partir para cima dos manifestantes num daqueles seus rompantes de coronel macho, como já fez na cidade de Carnaubal, no CearáE o argumento mais forte é este: não há nenhuma incompatibilidade ética entre Maluf e os petistas. Não há nada que Maluf faça de modo um tanto amador e personalista, quase romântico, que os petistas não façam de maneira profissional, metódica e sem deixar rastros. Há quem diga que Paulo Maluf não se misturaria com tipos como José Dirceu. Bobagem. Seria o que a química chama de "mistura homogênea".

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Em 25/11/2009 20h40
Digamos que uma certa vigarice própria da disputa eleitoral impedisse Lula de reconhecer os benefícios que herdou. O que dizer, no entanto, desta outra tese vigarista, segundo a qual Serra representaria "a volta" do governo FHC? Em primeiro lugar, "a volta" é, impossível. Como impossível é a exata continuidade do que está em curso, a administração horrorosa e corrupta a que estamos subjugados, alicerçada numa base alugada composta pelo que há de pior na vizinhança(Sarney, Renan, Jader, Collor). Fala-se(e trabalha-se) no sentido de seduzir Maluf e seu partido para a campanha de 2010, o que reforça a tese de que Lula faz qualquer negocio para manter-se no poder. Se consumado um "palanque dessa envergadura"(aliado aos contraventores já existentes no PT), os programas eleitorais da ministra terão de ser transmitidos(e gravados) de algum presidio de segurança maxima.Uma honestidade intelectual mínima supõe reconhecer que Serra não é e nem nunca foi mera expressão do "FHCeísmo" (algo que nunca existiu porque FHC não é do tipo que cria cultura viciosa). Dilma até pode ser expressão do lulismo , já que não existe sem Lula.

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Em 25/11/2009 20h37
Lula e a galera petralha querem disputar a quinta eleição contra a sua obsessão, FHC. Já disputaram quatro. A vantagem é do tucano. Em 94 e 98, FHC venceu no primeiro turno. Em 2002, o candidato era Serra, mas a luta era contra FHC. Deu segundo turno. Em 2006, o candidato era Alckmin, mas a luta era contra FHC de novo. Deu segundo turno outra vez. A depender dos petistas(veja o conselho do novo presidente do PT a Lula), o Brasil fica congelado nesta disputa: Lula x FHC. Virou síndrome. O problema não é a estupidez, mas a mentira recorrente e essencial. É preciso que o PT as fabrique em penca sobre o governo FHC para que seu discurso se sustente. O partido sabe que, para o bem (freqüentemente) e para o mal (mais raramente), seguiu a política econômica que herdou. Até o comandante do BC teve de ser pescado nas águas tucanas. A estabilidade econômica alcançada nos oito anos anteriores teve as suas exigências; as de Lula, em circunstâncias novas e favorecidas pelo crescimento mundial, foram outras. Os petistas acham a fórmula infalível: "Se falarmos que Dilma é Lula, tudo estará resolvido; aí basta dizer que Serra é FHC".Far-se-á toda uma campanha eleitoral sustentada em duas mentiras. Uma honestidade intelectual mínima deve reconhecer que Serra não é e nem nunca foi mera expressão do "FHCeísmo" (algo que nunca existiu porque FHC não é do tipo que cria cultura viciosa). Dilma até pode ser expressão do lulismo , já que não existe sem Lula.

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Em 25/11/2009 14h38
Gedeao, o Brasil decente que tem capacidade de pensar, sabe que o que ha de bom no governo Lula nao é novo(controle da inflaçao, programas sociais, desenvolvimento sustentado, aumento da exportaçoes, por exemplo) e o que o governo Lula fez de novo nao é bom(aumento da corrupçao, mensalao, dossies contra adversarios, dolar na cueca, aloprados, gastos com cartoes corporativos, inchaço da maquina publica, alianças com Judas e satanas, partidarizaçao de estatais, loteamento de ministerios, etc). A interlocuçao serve apenas para dar sobrevida ao discurso vazio e inconsistente, de argumentos modestos e indefinidos. Contrapor-se aos comentários citando o autor, é dar fôlego a afogado. Lula fez(e não discordamos) mas é obrigação de quem esta no poder e tem recursos pra fazer. Ocorre que ate o momento nenhum petralha explicou como fez e porque conseguiu fazer, ate porque se dependesse deles não existiria Plano Real, LRF, Proer, Proesp, cambio flutuante, programas sociais, flexibilização das leis do petróleo ou privatizações. A revista The Economist(no especial sobre o Brasil) diz que a sorte de Lula foi suceder FHC, que arrumou a economia com o Plano Real e estabeleceu o tripé da estabilidade: disciplina fiscal, política de metas de inflação e câmbio flutuante. Não há aqui questão de gosto, mas de fato. Eles adoram citar matérias dessa natureza(obviamente quando abordam ações de Lula), mas essa talvez não viram ou fizeram questão de não ver...

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Em 24/11/2009 07h57
"O PT está hoje muito maior, muito mais consolidado, mais calejado, muito mais senhor da situação. Não existe na história da humanidade, na história política do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Isso aconteceu no mundo inteiro e aconteceu no PT. O que nós precisamos é ter clareza que os erros cometidos devem servir de ensinamentos para que a gente não erre outra vez." A fala de Lula é indecorosa e dá conta do laxismo moral que vigora no partido. Não se trata de avaliar ações impróprias de indivíduos na esfera privada. Estamos falando, de atos cometidos por políticos envolvendo dinheiro público, instituições públicas. Lula, "o filho do Brasil", pariu um modo nefasto de fazer política: as ações bem-sucedidas de seu governo (ou simplesmente o cumprimento de obrigações, já que está lá para aplicar o dinheiro que o estado toma da sociedade)ganham logo o ar de ineditismo: "Nunca antes na história destepaiz" Quando seu governo acerta, nunca se viu nada igual, e os que vieram antes dele só fizeram bobagens. Quando se está diante do erro, da vigarice, da sem-vergonhice, então, "JÁ SE VIU ISSO ANTES...O que há de bom no governo Lula não é novo, e o que ele fez de realmente novo não é bom. A revista The Economist diz que a sorte de Lula foi suceder FHC, que arrumou a economia com o Plano Real e estabeleceu o tripé da estabilidade: disciplina fiscal, política de metas de inflação e câmbio flutuante. Não há aqui questão de gosto, mas de fato.

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Em 21/11/2009 23h46
Não sei de nada", fantasiou Lula quando o escândalo do mensalão explodiu. MENTIRA. Sabia desde a conversa com o governador goiano Marcone Perillo, que lhe transmitiu em primeira mão a notícia endossada dias depois pelo deputado Roberto Jefferson. "Fui traído", desconversou mais tarde. NOVA MENTIRA pois quem se queixa publicamente de alguma traição sem identificar os traidores ou gostou de ser traído ou tem culpa no cartório."O PT fez o que todos fazem", disse em seguida o metalúrgico enviado pela Divina Providência para salvar o Brasil dos partidos que fazem o que fez o PT "por atacado". CONVERSA FIADA. Os partidos fazem caixa dois. O PT organizou o maior esquema de corrupção e desvio de dinheiro da historia do pais. Fez o caso PC Farias parecer coisa de trombadinha. "O mensalão foi uma tentativa de golpe no governo. Foi a maior armação já feita contra o governo". GOLPE o deputado Tarso Genro propor a derrubada de um presidente que acabara de ser reeleito por maioria esmagadora em primeiro turno.
PS. Srs.prolixos lembrem-se que nas eleiçoes de 2010 FHC nao é candidato. A sindrome vem acompanhando "criador e criaturas" que insistem em disputar uma quinta eleiçao contra o ex presidente. Candidatos do PSDB deverao ser Serra e Aecio. Nao se esqueçam de Marina e Ciro. Eles serao a pedra no sapato da "poderosa" de Lula. A luta nao é pra elege-la, mas leva-la para um eventual segundo turno.

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Em 21/11/2009 13h26
A entrevista de Fernando Henrique Cardoso a Veja.com confirma que, há 8 anos atras, existiu vida inteligente no centro do poder. Também ensina que é possível fazer política sem revogar o convívio dos contrários, sem agressões e sem recorrer ao vale tudo para ganhar a eleição. Longe da aposentadoria, nem sequer examina a possibilidade de voltar a ocupar cargos públicos. "Cada um é bom para determinado momento", repete. "E o Brasil fica melhor a cada governo, até porque não para de crescer". Portador de um currículo sem parentesco com prontuários, o ex-presidente discorre sobre todos os temas invocados por adversários interessados em arranhar-lhe a imagem. Proer, Real, Proesp, LRF, Petrobras, Pronaf, privatizaçoes da Vale e das teles, etc e de todas as ações do PT contra sua gestão. Fala da criaçao dos programas sociais e da sua relutância na aglutinação em um único programa proposta em seu ultimo ano de mandato pela gestora(CEF) pois acreditava que "haveria apropriaçao politica dos programas" como atualmente. É mais uma evidencia que o Bolsa Familia já havia nascido em 2002, mesmo contra a vontade de FHC, que gostaria de ver os programas gerenciados por ministerios separados. Um passeio de quase duas horas pela história real do Brasil com escalas em numerosas estações, todas relevantes e verdadeiras.

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Em 21/11/2009 10h22
A funçao do governante nao é fazer sucesso, é trabalhar pelo povo que o elegeu. Quando o faz esta apenas cumprindo sua obrigaçao constitucional. Sucesso quem deve fazer é uma banda, cantor(a), uma musica, um filme(na sua maioria peça de ficçao), um atleta. Politico(e governante) tem é de trabalhar...

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Em 21/11/2009 08h20
"Quem deveria estar à frente do processo de paz é a ONU, não os Estados Unidos que são um dos responsáveis pela crise. Por isso o Brasil reivindica mudanças na ONU, para que ela seja representativa de 2010, e não de 1948, quando foi criada, porque a geopolítica do mundo mudou." Sentenciou Lula em mais um "discurso" de improviso. Trata-se de uma asneira no que diz respeito aos fatos e de uma confissão da delinqüência da política externa brasileira. Acusar os EUA de serem os responsáveis pelos conflitos no Oriente Médio é expressão da mais pura imbecilidade, do antiamericanismo chavizta, da cretinice irremediável. Nem os seus "adoradores mais fervorosos" conseguiriam indicar um só evento que tornasse ao menos verossímil a afirmação. Não fossem os EUA apoiarem Israel, aquele estado teria sido esmagado durante a Guerra Fria. Lula evidencia, com todas as letras, por que o Brasil da atualidade NÃO PODE SER membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Temos um bando de delinquentes cuidando da nossa diplomacia. Na segunda, Lula recebe Mahmoud Ahmadinejad, o homem que promete varrer Israel do mapa, que já negou o Holocausto, financia o terrorismo no Líbano, nos territórios palestinos e no Iraque. Lula quer se comparar a Jesus Cristo, mas existe ainda uma pequena diferença: O Nazareno se entregaria em sacrifício para nos salvar. Lula nos entregaria em sacrifício(já provou isso deixando os companheiros do mensalao arderem na fogueira da CPI) para se salvar.

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Em 20/11/2009 21h50
O histórico da guerrilheira urbana registra mais codinomes que tiroteios. Entre meados de 1967 e janeiro de 1971, a mineira Dilma Vana Rousseff Linhares foi Estela, Vanda, Patrícia e Luiza. Nenhuma participou diretamente de ações armadas. Dilma aprendeu a montar e desmontar uma arma, mas jamais apertou um gatilho fora da aula. "Ela não era uma figura de muito destaque", disse Carlos Minc, que também se filiou à VAR-Palmares. Logo será convidado a retocar a frase pois Dilma acha que fica melhor no retrato com um trabuco na mão. Não há entretanto nenhum relato épico a fazer. Num filme inspirado no assalto ao cofre do governador Adhemar de Barros, por exemplo, a atriz escalada para o papel de Dilma jogaria no time dos coadjuvantes. Segundo relatórios da polícia, coube-lhe administrar a distribuição de dinheiro, providenciar esconderijos e comprar um Fusca. O guerrilheiro diplomado com o codinome Daniel(Zé Dirceu) só foi visto de armas na mão nas aulas práticas do cursinho para disparar balas de festim, porque não se desperdiça chumbo em combates imaginários. Sempre fantasiado de democrata, o capitão do time expulso de campo pelo mensalão aproveitou a troca de guarda no primeiro escalão para celebrar a troca de chumbo que não houve.
Ja a saga da heroina capaz de ousadias assombrosas, como alguns querem fazer acreditar, é tão veraz quanto o doutorado em economia na Unicamp.
PS: Fica mal para "academico" cometer erro tao grosseiro. Frouxo escreve-se com X nao com CH.

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Em 20/11/2009 18h25
Aqueles que acreditam conhecer a historia recente do pais podem ate, na sua miopia mental, acreditar que sabem, mas essa que dizem saber nao é a real. Abaixo algumas informaçoes que estao disponiveis nos arquivos do Congresso:
"Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal. Tambem o Proesp, Proer e anteriormente a que instituia o Plano Real viraram bandeira do PT em campanhas eleitorais. Recentemente FHC concedeu uma entrevista a Veja.com onde discorreu, sem rodeios ou evasivas, sobre tudo que lhe foi perguntado. Se ela contem fatos inveridicos, cabe ao presidente(e seu partido) fazer publicamente a contestaçao. Diz o ditado que "quem cala, consente". Partindo do principio que todos ficaram de boca fechada, conclui-se que o ex presidente nao mentiu, o que alias nao é do seu feitio.

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Em 20/11/2009 08h10
"Decisão do Supremo não se discute, cumpre-se", vivia repetindo Ulysses. Boa frase, evidente exagero. Em países democráticos também decisões do Supremo estão sujeitas a discussões, debates e críticas veementes. Na primeira parte da sessão desta quarta-feira, por 5 votos a 4, o tribunal resolveu que os crimes cometidos por Battisti não têm caráter político e aprovou o pedido de extradição. Na segunda parte, pela mesma contagem, ressalvou que, por se tratar de "um caso de política internacional", o que parecera uma sentença era apenas uma "autorização" para que o delinquente italiano fosse extraditado. A palavra final é de Lula. "Pela primeira vez na história desse pais", a Corte que, por ser suprema, deveria estar acima de tudo, colocou-se voluntariamente abaixo de outro Poder.Se quiser extraditar o homicida condenado à prisão perpétua pela Justiça italiana, Lula ja tem a bençao do STF. Também a terá se resolver que o terrorista de estimação do ministro Tarso Genro deve ficar por aqui. Mas não pode incluir Battisti na categoria dos refugiados políticos, porque a primeira etapa da sessão inverossímil e desnecessaria anulou a promoção decretada pelo sinistro da justiça.Incorporados desde o começo à trama para livrar Battisti do cumprimento da pena, M.Aurélio Mello, Carmen Lúcia, Eros Grau e Joaquim Barbosa ao menos agrediram a lógica com coerência. Derrotados, os quatro se juntaram para os trabalhos de parto da criatura assombrosa: O Supremo Juiz do Planalto. É o Brasil...

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Em 20/11/2009 07h37
O Supremo Tribunal Federal cometeu um equívoco de proporções perturbadoras ao transformar a Presidência da República, na prática, em tribunal de última instância para pendências judiciais com coloração política. Os ministros togados julgam amparados em princípios permanentes e normas sólidas. As decisões de um chefe de governo atendem a circunstâncias ou conveniências instáveis e mutantes. O Executivo faz política. O STF faz justiça. Os argumentos usados pelo ministro Tarso Genro para transformar em perseguido político o italiano Cesare Battisti poderiam ser estendidos, por exemplo, aos cubanos Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux. Por ser amigo de Battisti, Tarso convenceu o governo a recusar o pedido de extradição formulado pela Itália. Por ser amigo de Fidel Castro, devolveu-lhe em 2007 os dois pugilistas que fugiam para a Alemanha. Supremo, segundo o dicionário, é o que está acima de tudo. Não pode subordinar-se a nenhuma outra instância. A decisao vem avalisar a recente entrevista de FHC ao Estadao, onde afirmou categoricamente os riscos que o pais vem correndo sendo direcionado para um subperonismo na Era Lula. É ruim para o povo e pessimo para a democracia.

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Em 19/11/2009 21h49
No fim de 2001, surpreendido pelo apagão, FHC assumiu de imediato a responsabilidade pela crise e contou a verdade ao país: a soma da falta de investimentos com demanda de sobra resultara na escassez de energia. Em seguida, anunciou um conjunto de medidas destinadas a abrandar o problema e designou para a busca de soluções permanentes uma comissão especial chefiada pelo ministro Pedro Parente. Com a ajuda de fortes chuvas na virada do ano, o governo livrou o Brasil do racionamento em fevereiro de 2002. Enquanto a crise durou, FHC não procurou culpados no passado, nem prometeu um futuro de sonho. Concentrou-se na tarefa de reduzir o quanto antes os incômodos e carências impostos a milhões de brasileiros. Paralelamente, Lula e todo o PT se concentraram na exploração política da crise. Atribuíram o apagão à privatização do setor energético, enxergaram pecados imperdoáveis no meio da escuridão, exigiram aos berros uma CPI para desvendar o crime e castigar os criminosos. Na quarta-feira da semana passada, 60 milhões de brasileiros acordaram ansiosos por saber o que aconteceu. À exceção dos que engoliram a mentira segundo a qual a culpa foi da chuva, dos raios e dos ventos, foram todos dormir sem a resposta. Em vez de informações que esclarecessem o espanto da véspera, a multidão preocupada com água e luz ouviu falatórios de palanque. Quem só pensa em eleição transforma em fantasia qualquer fato que tire voto. Dificil sera contarem a mesma lorota se o fato se repetir...

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Em 19/11/2009 21h38
RECORDAR É VIVER PARTE 2...Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo FHC. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em janeiro de 1999, mal iniciado o segundo mandato de Fernando Henrique, o deputado Tarso Genro, em nome do PT, propôs a deposição do presidente reeleito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O lançamento da campanha com o mote "Fora FHC!" foi justificado por acusações, desacompanhadas de provas, que Tarso enfeixou num artigo publicado pela Folha de S. Paulo. Trecho: Hoje, acrescento que o presidente está pessoalmente responsabilizado por amparar um grupo fora da lei, que controla as finanças do Estado e subordina o trabalho e o capital do país ao enriquecimento ilegítimo de uns poucos. Alguns bancos lucraram em janeiro (evidentemente, por ter informações privilegiadas) US$ 1,3 bilhão, valor que não lucraram em todo o ano passado! E agora? Quanto lucraram no governo Lula? E se a oposiçao pedisse a cabeça de Lula como fez o sinistro da justiça? Assassinos da democracia, sequestradores da liberdade jamais deixam de sonhar com o pesadelo. Nao tem cura. Passados tantos anos estao prontos para errar de novo...

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Em 19/11/2009 19h39
O Supremo viveu ontem mais um dia triste. Foi mais do que isso. Conheceu todas as tonalidades do patético. Quando pensamos que já havia chegado ao Maximo do absurdo acolhendo alguém sem saber jurídico e com processos pendentes ou ao desrespeito do Senado decidindo nao cassar o Senador do PSDB, veio juntar-se a isso os rigores do ridículo. Descobrimos ontem que, para cinco ministros do STF, a Casa deve se confundir com um Grêmio Lítero-Musical, que também pode produzir sonetos, madrigais e aconselhamentos, menos fazer valer sua prerrogativa de Supremo, jogando para o espaço a independência entre os poderes, a autonomia Constitucional. Para os ministros Carmen Lúcia, Joaquim Barbosa, Marco Aurélio, Eros Grau e Ayres Britto, uma das funções do Supremo Tribunal Federal é, " aconselhar o presidente da República". Isto: o Supremo virou uma espécie de "assessoria do Executivo" e seus membros conselheiros espirituais. Cabe agora a Lula JULGAR a decisão dos ministros e decidir se cumpre ou não o que foi decidido. FHC(que nem imaginava tal decadência institucional) foi impar ao tratar do assunto naquela entrevista ao Estadao. A Era Lula esta criando um subperonismo no pais. Lula nao sabe quem foi Peron(so que era argentino), tampouco o significado de subperonismo. Ruim para o povo, pessimo para a democracia.

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Em 19/11/2009 14h11
O Supremo viveu ontem um dia triste. Mas foi mais do que isso. Conheceu todas as tonalidades do patético. Quando pensamos que já havia chegado ao Maximo do absurdo acolhendo alguém sem saber jurídico e com processos pendentes ou ao desrespeito a decisão de cassar o Senador do PSDB, veio juntar-se a isso os rigores do ridículo. Descobrimos ontem que, para cinco ministros do STF, a Casa deve se confundir com um Grêmio Lítero-Musical, que também pode produzir sonetos, madrigais e aconselhamentos, menos fazer valer sua prerrogativa de Supremo, jogando para o espaço a independência entre os poderes. Para os ministros Carmen Lúcia, Joaquim Barbosa, Marco Aurélio, Eros Grau e Ayres Britto, uma das funções do Supremo Tribunal Federal é, " aconselhar o presidente da República". Isto: o Supremo virou uma espécie de "assessoria do Executivo". Cabe agora a Lula JULGAR a decisão dos ministros e decidir se cumpre ou não o que foi decidido. FHC(que nem imaginava tal decadência institucional) foi impar ao tratar do assunto naquela entrevista ao Estadao. A Era Lula esta criando um subperonismo no pais. Lula nao sabe quem foi Peron(so que era argentino), tampouco o significado de subperonismo. Ruim para o povo, pessimo para a democracia.

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Em 19/11/2009 14h07
Continua a sindrome FHC. Ja esta se transformando em caso para psicanalista. FHC é um ex presidente cujo curriculo nao tem parentesco com prontuario. Contempla Lula com um respeito que lhe é negado por seu sucessor. No paraíso da ladroagem impune, no grande viveiro de quadrilhas federais alimentadas muitas vezes pela ânsia de poder de um governante cujo mundo tem o formato de uma urna, só homens públicos honrados e decentes ousam dizer coisas que soam elementares em paragens civilizadas. A preservação da honradez num país assolado pela corrupção o autoriza a afirmar, também, que "temos tudo da menos a igualdade perante a lei". Milhões de jovens que não conheceram o Brasil devastado pela inflação merecem conhecer aquele que derrotou o inimigo aparentemente invencível. Os brasileiros de todas as idades precisam lembrar que é possível presidir o Brasil sem escorregar em bravatas e grosserias. Precisam reaprender tambem que diploma não é prontuário, que saber não é defeito e, sobretudo, que a formação escolar indigente jamais será virtude. FHC pratica com naturalidade o convívio dos contrários só permitido a quem enxerga os erros que cometeu, sabe contemplar-se com ironia, não se considera onisciente nem dá conselhos ao mundo. Conhece a diferença entre a divergência democrática e o ataque imbecil. Todos(inclusive Lula) querem disputar uma quinta eleiçao contra ele, que nao é candidato. Dilma tem 400 motivos para inveja-lo. Lula tambem: as duas derrotas em primeiro turno.

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Em 19/11/2009 09h48
O Supremo Tribunal viveu ontem um dia triste. Mas foi mais do que isso. Conheceu todas as tonalidades do patético. Quando pensamos que já havia chegado ao Maximo do absurdo acolhendo alguém sem saber jurídico e com processos pendentes ou ao desrespeito a decisão de cassar o Senador do PSDB, veio juntar-se a isso os rigores do ridículo. Descobrimos ontem que, para cinco ministros do STF, a Casa deve se confundir com um Grêmio Lítero-Musical, que também pode produzir sonetos, madrigais e aconselhamentos, menos fazer valer sua prerrogativa de Supremo, jogando para o espaço a independência entre os poderes. Para os ministros Carmen Lúcia, Joaquim Barbosa, Marco Aurélio, Eros Grau e Ayres Britto, uma das funções do Supremo Tribunal Federal é, " aconselhar o presidente da República". Isto: o Supremo virou uma espécie de "assessoria do Executivo". Cabe agora a Lula JULGAR a decisão dos ministros e decidir se cumpre ou não o que foi decidido. FHC(que nem imaginava tal decadência institucional) foi impar ao tratar do assunto naquela entrevista ao Estadao. A Era Lula esta criando um subperonismo no pais. Ruim para o povo, péssimo para a democracia.

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Em 19/11/2009 08h34
Existe grande difença entre FHC e Lula que nao se restringe exclusivamente ao plano cultural. FHC foi eleito presidente do pais e desempenhou a funçao de maneira efetiva. Lula tambem foi eleito pelo voto popular para governar o pais, mas acabou transformando-se em "gerente de quadrilhas". As evidencias estao ai: alem de mensaloes, dolar na cueca, aloprados ligados ao PT presos comprando dossie contra adversario, marqueteiro confessando ter recebido pagamento atraves de caixa dois, ministro quebrando sigilo bancario sem autorizaçao judicial, ainda tem de carregar nas costas os aliados Renan, Sarney, Jader, Juca, Collor e mais recentemente Maluf. Pelo jeito os programas eleitorais do PT para o proximo pleito, serao transmitidos(ou gravados) de algum presidio de segurança maxima. Quem viver, verá.

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