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Comentários de Pascoal Rabelo
Em 15/06/2008 17h14
Agora os "éticos" tucanos de alta plumagem resolvem desembarcar no Rio Grande para se solidarizar com a governadora Yêda Crusius e abrir uma frente de "negociação" com os partidos aliados, todos acham justo e correto. Quando é o Lula que chama os partidos da sua base pra conversar, é conluio, é conchavo. Pasmem!

Eu não espero que um dia a sensatez e a indignação dos demos tucanos deixarão de ser relativas. Jamais pensei ou almejei que o PSDB atacasse a governadora como muitos os ingênuos e úteis petistas fizeram com o Zé Dirceu

Pois jamais se enganem. A direta pode ser acusada de tudo, menos de BURRA.

Sds,
Pascoal Rabelo

Em Governo Yeda Crusius
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Em 15/06/2008 17h13
Quão interessantes são as indignações dos demos tucanos. Quando os escândalos envolvem petistas, eles descem de pancada e procuram a todo custo envolver o nome do Lula.
Já quando os escândalos têm os demo tucanos com autor e coadjuvante, a indignação da mídia e das aves exóticas é sempre relativa. Eles buscam motivos de forca-maior pra justificar os crimes por eles cometidos.

Todos nós sabemos que a Yêda Crusius ganhou a eleição do governo gaúcho com uma margem de votos bem apertada. Analogamente à situação do Lula, ela teve que fazer acordos com vários partidecos, inclusive o DEM, para conseguir governar o estado. Já na situação do Lula, os neo-indignados, como Fouto e Cia., eles avaliam que Lula fez conchavos, não acordos. Hilário como são pesos e duas medidas.

Quando Lula exorta o estado de direito das pessoas, afirmando que pode condenar os suspeitos de corrupção no seu governo, novamente os neo-indignados destilam sua raiva afirmando que o presidente Lula acobertada os crimes. Nesta hora querem que o Lula sentencie seus ministros, mesmo sabendo que esta prerrogativa não lhe cabe, e sim, ao Poder Judiciário.

(continua)

Em Governo Yeda Crusius
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Em 15/06/2008 14h32
Não seria este o medo que estes empresários e políticos pilantras têm do CSS, já que este tributo possibilita à Receita Federal obter a radiografia da movimentação bancária de quem sonega o Fisco? O índice da CPMF era de 0,38%, foi reduzido para 0,1% e ainda assim eles não aceitaram. Vocês já notaram que, se este tributo for reduzido para ínfimos 0,01% eles, ainda assim, iriam protestar? Será que ai não cabe ponderamos sobre as suas verdadeiras razões?

E não vamos ficar repetindo os slogans dos empresários, que este tributo é perverso, que onera toda cadeia produtiva, porque é cumulativo e blá, blá blá. Sabemos que a CPMF caiu e não verificamos redução de preços em nenhuma mercadoria ou serviço. O governo federal reduziu o imposto dos combustíveis na refinaria e os empresários ainda assim aumentaram o preço da gasolina nos postos. O governo reduz os impostos de alguns alimentos, e os atacadistas mantêm os aumentos para os supermercados e consumidor final. Quem define preço foi e será sempre a concorrência, a competição. E ainda tem gente que, ingenuamente, tem pena destes "pilantras".

Esperando pela sensatez de todos, agradeço pela leitura.

Sds,
Pascoal Rabelo

Em CSS
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Em 15/06/2008 14h31
Falo isso, pensando na quantidade de impostos e encargos trabalhistas que a nossas legislações tributária e trabalhista têm, como: IR, PIS, COFINS, IPI, ISS, ICMS, INSS, CSLL etc. Não vejo nenhuma mobilização dos empresários contra os tributos citados acima, mas, contra a CSS ou a nova CPMF, eles estão tentando mover até montanha. Estranho, vocês não acham? Por que, então, não exercitarmos a nossa mente para esta questão?

Concordo com todos que abominam a criação de mais um imposto, entretanto, discordo quando passamos a reproduzimos frases feitas pela mídia e pelos empresários. Precisamos exercitar na mente, pessoal! Sei que já pagamos muitos impostos e que existe uma falta grave dos Governos, tanto no Federal, como nos Municipais e nos Estaduais, quanto ao controle das receitas e na aplicação destes recursos. Mas, não podemos livrar os empresários das suas responsabilidades.

A todo o momento vemos ações da Policia Federal desbaratando quadrilhas de empresários e políticos que burlam o Fisco. Somente nesta semana, mais de uma dezena de empresários do estado de São Paulo foram presas por sonegação de impostos. Estão cada vez mais sofisticadas as ações da indústria da contravenção, formadas por advogados e economistas tributaristas, "profissionais" que sabem burlar o Fisco, adentrar ilicitamente, às lacunas que a legislação tributária permite, até que a PF consiga os pagar.

(continua)

Em CSS
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Em 15/06/2008 14h31
Essa tributação adicional tira a competitividade dos produtos fabricados na Zona Franca de Manaus, o que compromete o nível de emprego no Amazonas, estado com realidades bem distintas e bem adversas, se considerarmos o resto do país. Sem emprego na Amazônia, a única coisa que resta aos amazonenses é o desmatamento. Durante o governo FHC, quando todos os empresários paulistas queriam a aprovação do fim da Zona Franca de Manaus, a cidade registrava 55 mil empregos. Hoje são 108 mil. Esta tomada de decisão define claramente quais são as intenções do pretenso candidato, José Serra, quando chegar à Presidência da República. Olhar apenas para o seu umbigo, ou melhor, apenas para São Paulo em detrimento do resto do país.
...
Quanto ao mérito da CSS ou nova CPMF, acredito que não deveríamos olhar este tributo apenas como uma nova ou perversa subtração às nossas receitas. Deveríamos observar por todas as faces da moeda e extrair, ao menos tentar, alguns pontos positivos que este tributo agrega.
Que tal começarmos a exercitar um pouco do que aprendemos em filosofia, quando nossos mestres insistiam, ou nos alertavam que não deveríamos acreditar em tudo que chegam de forma fácil aos nossos olhos?

(continua)

Em CSS
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Em 15/06/2008 14h30
Entretanto, a decisão do governo tucano de São Paulo, por exemplo, do expediente da substituição tributária (antecipação do pagamento do ICMS em toda a cadeia produtiva) em vários produtos, acabou elevando o imposto para essas empresas optantes do Supersimples. Muitos destes empresários ficaram com receio de mudar para este sistema, pois via a sua empresa será atingida por essas mudanças. Caso seja, talvez não valha a pena optar pelo Supersimples. Cadê o Paulo Skaf para intervir?

Outra medida tomada pelo governador Serra foi a quanto à proteção dos produtos produzidos no estado. Ele promoveu uma mudança em sua legislação. Nela, os televisores e celulares produzidos fora do Estado de São Paulo pagarão uma alíquota de ICMS maior que aqueles produzidos no estado. O estado do Amazonas foi o mais afetado com a medida imperial do tucano José Serra.

(continua)

Em CSS
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Em 15/06/2008 14h29
No estado de São Paulo, o governador tucano José Serra pode fazer de tudo e ninguém reclama. No final do ano de 2007, Serra decretou que o recolhimento do imposto referente a toda a cadeia produtiva, até o consumidor final, fosse feito antecipadamente pela indústria. Alguns setores da indústria paulista afirmaram que essa mudança na forma de tributação de ICMS deve resultar em aumento de preços. Não percebi, nesta hora, nenhuma manifestação de indignação. Pior ou estranhíssimo até, nem percebi os empresários paulistas se revoltarem com este aumento de custo.
O empresário Paulo Skaf pediu apenas que a nova alíquota fosse aplicada dois meses depois a data proposta pelo Serra, em 1° de março de 2008.

Outro dado importante, estranhamente não comentado pela mídia, é a redução de impostos, para as pequenas e médias empresas, com a criação do "Supersimples", sistema simplificado composto por seis tributos federais (IR, IPI, CSLL, PIS, Cofins e contribuição previdenciária), um estadual (ICMS) e outro municipal (ISS). As alíquotas variam de 4% e 17,42%. O Simples antigo englobava apenas os impostos e contribuições da União.

Para de ter uma idéia deste beneficio aos pequenos e médios empresários, até o final de janeiro deste ano (prazo final para inscrições) foram recebidos 205,3 mil pedidos de adesão ao Supersimples, além de 13,5 mil pedidos de empresas recém-abertas. O número já superou a previsão do órgão, que era de 200 mil novas inscrições, segundo a Receita Federal.

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Em 15/06/2008 14h28
Quero falar agora das falsas ou oportunistas indignações, ou melhor, das indignações relativas, não apenas dos nossos muitos políticos (inclusive os dos PT, antes que me taxem de imparcial), pois aqui existem pessoas que se comportam da mesma forma.

Vejamos o caso do governo gaúcho da tucana Yêda Crusius. Logo nos primeiros meses de seu governo ela afirmou que precisava aumentar as alíquotas dos seus impostos estaduais, para poder ter condições de governabilidade. A forte demanda por mais receitas, pressionada por aumentos de salários dos funcionários públicos estaduais, somada a necessidade de novos investimentos no estado gaúcho, fizeram com que até o senador do Pedro Simom, opositor ferrenho à proposta de manutenção da CPMF, saísse em defesa da governadora Yêda na proposta apresentada a sua assembléia para aumento de impostos.

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, democrata César Maia, também usou destes atributos nos primeiros meses do seu governo. Felizmente ou infelizmente (dependendo do quem recebe e de quem paga) o César Mais teve mais sucesso que a gaúcha Yêda. A assembléia municipal do RJ aprovou os aumentos do IPTU, por exemplo. Não observei a ferrenha oposição do Rodrigo Maia, outro político opositor ferrenho à proposta de manutenção da CPMF, à proposta de aumento de impostos enviada a assembléia pelo seu pai.

(continua)

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Em 15/06/2008 14h27
Todos nós sabemos que a alta carga tributária tem como vilão aquele que não contribuem com o bolo. Vejamos, por exemplo, um condomínio de residências ou um clube, onde alguns moradores ou associados não pagam suas taxas.
Quem aceita ter seus serviços interrompidos pelas concessionárias por falta de pagamento?
Quantos de nós não já pagamos a conta dos outros condôminos ou associados pra manter os serviços essenciais?
Se, para fazer frente às despesas correntes, o administrador do condomínio ou clube sabe que é preciso ter receita compatível, ele não pensará duas vezes, não terá outro providencia a não ser aumentar a carga dos que já pagam.

Onde eu quero chegar com isso? Estou querendo dizer que, independente de fiscalizarmos os nossos governos, temos que fazer com que todos paguem a parte que lhes competem. Não podemos usar da desculpe que não pago por que muitos não pagam. Isto é um absurdo! Tampouco, sermos rígidos apenas os governos e abrandar com as empresas e contribuintes pessoas físicas, principalmente, os profissionais liberais.

É preciso temos consciência de uma coisa: Se, aquele cidadão ali, não paga o que deve, pode ter certeza que alguém vai pagar por ele, pois a matemática é uma ciência exata. ESTE É UM, não todos, OS MOTIVOS QUE PAGAMOS ALTOS IMPOSTOS.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

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Em 15/06/2008 14h27
Entretanto, vejo com preocupação e falta de isenção, a maioria dos comentários aqui postados. Não podemos politizar esta situação. Precisamos ser imparciais e justos nos nossos comentários. Concordo que o governo atual erra em fazer aquilo que condenava quando era oposição. Como também, não posso deixar de registrar minha indignação com a oposição atual, por condenar, sistematicamente, tudo aquilo que fizeram quando era governo. Sermos sensatos com os nossos bolsos é uma coisa, usar isso de forma partidária é outra.

Uma das primeiras coisas a fazer é não se permitir e não aceitar o uso da Lei do Gerson no nosso município, estado ou país. Temos obrigação, como cidadão, de pagarmos os nossos impostos. Quem procura usar deste artifício (comprar mercadorias ou serviços sem notas, por exemplo) por justificar que todos fazem, não tem moral alguma pra reclamar dos desvios feitos pelos políticos.

Todavia, fazer a nossa parte não é o bastante para sanarmos este câncer que vivenciamos. Além de pagarmos os nossos impostos, precisamos fiscalizar a aplicação destes recursos pelos governos municipais, estaduais e federais, bem como e, principalmente, o pagamento dos impostos e encargos trabalhistas dos empresários. Aceitar as argumentações falaciosas dos empresários que pagam alta carga tributaria e, por conta disse, acumulam prejuízos é sermos inocentes úteis.

(continua)

Em CSS
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Em 15/06/2008 14h26
Caros Carlos Bocchi e Wun Chong,

Excelentes suas observações.

Eu já tinha comentado, à época da CPMF, quem eram os contrários à aplicação deste tributo, quais os verdadeiros interesses deste grupo, bem como e, principalmente, da falta de discernimento dos contribuintes boa fé _quando externam seus comentários_ e falta de caráter e isenção da nossa imprensa _quando publicam suas matérias.

Nenhum contribuinte, em absoluto, mesmo aqueles cidadãos conscientes, de boa fé, gostam de ver seus vencimentos serem seguidamente subtraídos, toda vez que vai ao banco ver seus saldos. É incontestável esta indignação, mesmo que os valores sejam irrisórios, como é o caso deste tributo; ou até por outros, não tão irrisórios assim, como é caso dos estaduais e municipais, toda vez que um governo sai e outro se empossa.

Concordo com todos aqueles que refutam as soluções, sempre viciadas, deste e dos governos anteriores, em resolver o problema de caixa ou receita de um determinado ministério, aumentando a carga tributária do contribuinte. Este tipo de procedimento evidencia má administração dos governos (federais, estaduais e municipais) e que não têm controle das contas das suas pastas, além de usar a lei do menor esforço, que é criar novos impostos ou rever as alíquotas dos existentes, para aumentar a arrecadação. É o mesmo que pescar de bomba num aquário.

(continua)

Em CSS
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Em 11/06/2008 22h48
Caramba!!! A FSP já abriu espaço para discussão sobre a VariLog? Como foi rápido, não acham? kkkk

engraçado que levei mais de uma mês solicitando da FSP que abrisse um espaço para podermos discutir os escândalos no Detran gaúcho e só quando o fato virou CPI que ela resolveu publicar algo.

Eh isso ai FSP, mostre a sua cara! kkkkk

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Venda da Varig
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Em 11/06/2008 22h37
Maurício Anadrande,

Tanto o JN quanto a FSP não estão se referindo ao povo e sim dos seus clientes, seus parceiros em sonegação de impostos.

Eu ja havia falado aqui e repito. Não eh por causa do valor a pagar que estes tantos reclamam, pois eles sabem que este valor eh irrisorio.

O alvoroço dos tucanos, demos, imprensa e dos maus empresários deve-se a metodologia da cobrança deste imposto, que eh uma ferramenta crucial que o governo federal tem para identificar e multar os grandes sonegadores de impostos.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em CSS
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Em 09/06/2008 21h41
Caro Ip s,

O Ombudsman da FSP foi demito. O pouco que ele falava era muito considerando a quantidade de inverdades e insinuações deste jornal provinciano.

O de agora foi escolhido a dedo pela redação do jornal. Bem comportadinho, bem cordeirinho. Não fede nem cheira.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Governo Yeda Crusius
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Em 08/06/2008 21h49
Mas, esperar o que deste jornal provinciano. Temos que dar graças a Deus que ainda estão publicando alguma coisa. Os escândalos do governo tucano de Yêda Crusius só apareciam no jornal Zero Hora e mais nada. Só depois que o caso virou uma CPI que a FSP resolveu publicar alguma coisa. Ainda assim, demorou muito tempo pra abrir um espaço para discussões.

Complementando o que você observou, quando o escândalo envolve o PT, os jornalistas da FSP, além de se apresentarem como isentos e imparciais investigadores, eles entrevistam e publicam, em primeira mão, todas as chacotas e gozações disparadas pelos lideres da oposição.

Já quando os escândalos envolvem os tucanos de alta plumagem do PSDB ou os demoníacos do DEM, a conversa é outra. Estes "jornalistas" resumem-se apenas a divulgar os fatos. Nada mais. É estranha a falta de interesse destes "jornalistas" da FSP em saber o que os políticos situacionistas têm a dizer sobre a propina da Alstom aos políticos tucanos paulistas; sobre os 10 saques de 250 mil reais feitos com os cartões corporativos SerraCard, sobre os 44 milhões de reais roubados do Detran gaúcho.

Não se engane, pois o caso da Alstom, só veio a público, porque a Justiça da Suíça resolveu bocar a boca no trombone. Há muito tempo que este assunto já é fato aqui. Bastavam estes "jornalistas investigadores" fuçarem a Lista de Furnas, que veriam logo na primeira linha a doação da Alstom ao Serra e a senhora Camata.

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Alstom
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Em 08/06/2008 21h16
A organização (ou desorganização, não sei) da FSP é uma piada de mal gosto.
Você procura pelo grupo de discussão para comentar sobre os escândalos no governo tucano da Yeda Crusius e depara-se que o espaço é outro, o do Renangate. rsrsrsrs.

Já custou "pacas" a FSP abrir um espaço para discutir os escândalos do PSDB. Agora resolve linkar na reportagem da Yeda Crusius as falcatruas do Renan Calheiros. Quanta desorganização!

Ou seria má fé?

Sds,
Pascoal Rabelo
Salvador - BA.

Em Josias: Para Lula, Renan perdeu a capacidade de comando
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Em 07/06/2008 11h50
"O PT é contra o Metrô. Sempre foi. A prova é que a prefeita Marta Suplicy não botou um tostão furado no Metrô. E agora estão procurando criar notícia de imprensa como parte de campanha eleitoral", disse Serra.

Questionado se o PT faz de tudo para inviabilizar obras do Metrô, Serra respondeu que há "ciumeira" e que "fazem tudo para atrapalhar". "É ciumeira. Tudo o que eles puderem atrapalhar, vão atrapalhar. Sempre jogaram. Não vão mudar em São Paulo. O que eles puderem jogar no quanto pior, melhor, eles jogam fanaticamente."

Sds,

Em Alstom
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Em 07/06/2008 11h49
Metrô

A bancada do PT na Alesp (Assembléia Legislativa de São Paulo) acusa o Metrô de ter firmado um contrato com a multinacional Alstom sem determinar o prazo para o término e nem o valor da obra. O contrato, segundo informa o partido, foi assinado em 1994 e teve como objetivo a reforma e a ampliação de um centro de controle operacional da companhia.

Em documento do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo analisado pela bancada do PT, o contrato previa apenas um valor estimado, sem prazo de término definitivo, o que contrariaria a Lei de Licitações. De acordo com os petistas, o contrato teve a duração de 13 anos.

O contrato durou até dezembro de 2006 e teria custado ao Estado cerca de R$ 84 milhões. A assinatura do contrato aconteceu durante o governo Mário Covas.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta quinta-feira que o PT é contra a ampliação do Metrô na capital paulista e que faz tudo para atrapalhar o Estado. Segundo ele, a prova que os petistas jogam "no quanto pior, melhor" é que a ex-prefeita Marta Suplicy não investiu nenhum tostão furado em Metrô quando administrou São Paulo.

(continua)

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Em 07/06/2008 11h48
Contratos fechados pela Alstom com outras estatais paulistas também estão sob suspeita. Documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação. A Eletropaulo foi privatizada em 1998, na gestão Mário Covas.

Os documentos apontam que empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar, entre 1998 e 2001, até R$ 13,5 milhões em propinas para políticos e autoridades de SP, em valores atualizados. No período, o Estado foi governado pelos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin. Matarazzo e Arce foram secretários de Energia na gestão tucana.

Sds,

Em Alstom
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Em 07/06/2008 11h47
06/06/2008 - 08h19
Propina de US$ 1 mi paga pela Alstom passou por doleiros
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da Folha Online

Reportagem de Mario Cesar Carvalho e de José Ernesto Credendio, publicada na edição de hoje da Folha (reportagem disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL), informa que a filial suíça da Alstom usou empresas sediadas em paraísos fiscais e contas de doleiros brasileiros para movimentar US$ 1 milhão que foi usado para pagar propinas a políticos brasileiros. Isso é o que mostra investigação em curso na Suíça e na França.

A Folha obteve documento do Ministério Público que revela a rota do dinheiro, de Zurique, na Suíça, a Nova York, nos EUA. De Nova York, o dinheiro pode ter seguido dois destinos: creditado para alguém no Brasil, por meio de dólar-cabo, ou transferido para contas de brasileiros no exterior.

De acordo com a reportagem, os nomes dos doleiros brasileiros que receberam esses valores em Nova York estão sendo mantidos em sigilo. É que um dos doleiros está negociando uma delação premiada em São Paulo.

A Folha informa que a colaboração dos doleiros é fundamental para se descobrir quem foi o beneficiário das transferências de US$ 1 milhão. A íntegra da reportagem está na Folha desta sexta-feira, que está nas bancas.

(continua)

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